O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ex-diretor de soluções financeiras da Casas Bahia, Tiago Abate entrará como vice-presidente de clientes e parceiros da companhia
A Americanas (AMER3) anunciou nesta quinta-feira (13) a contratação de um trio de executivos para liderar algumas divisões de seus negócios — em meio à recuperação judicial ainda em curso da varejista.
O primeiro executivo contratado é Tiago Abate, que entrará como vice-presidente de clientes e parceiros da companhia a partir da próxima segunda-feira (17).
Ex-diretor de soluções financeiras do Grupo Casas Bahia (BHIA3), Abate ainda traz em seu currículo passagem porempresas como Santander (SANB11), Itaú Unibanco (ITUB4) e Citibank.
No novo cargo, o executivo deverá organizar e potencializar o uso de dados na ampliação dos negócios com clientes e parceiros e reformular o programa de fidelidade da Americanas.
Além disso, a área que Abate vai liderar também será responsável por todas as iniciativas de ofertas de produtos e serviços complementares para clientes e parceiros, incluindo iniciativas financeiras e da AME Digital.
“A Americanas acredita que essas iniciativas representam uma significativa alavanca de crescimento futuro de receita, margem e Ebitda”, escreveu a companhia, em comunicado ao mercado.
Leia Também
As ações da Americanas (AMER3) dispararam na manhã desta quinta-feira após leilão por oscilação máxima permitida devido a uma operação entre o Citi e a Genial.
Por volta das 11h38, os papéis subiam 22,22% fora do Ibovespa, a R$ 0,44. Mas AMER3 perdeu força ao longo do pregão e encerrou as negociações com alta de 8,33%, a R$ 0,39. No ano, a desvalorização é de cerca de 57%.
O antigo diretor da Casas Bahia não é o único contratado pela Americanas (AMER3). No início de julho, a equipe da varejista passará a contar com outros dois executivos em cargos de chefia.
Eduardo Noronha assumirá a posição de vice-presidente de gente e gestão da Americanas.
Noronha já atuou em empresas como Qualicorp, Sadia, Ambev e recentemente trabalhou na divisão norte-americana da JBS (JBSS3) como presidente de unidade de negócios “value added business unit”.
O executivo ficará encarregado da transformação organizacional da varejista para aprimorar o modelo de gestão a fim de atingir os “objetivos operacionais e construção da Nova Americanas”, segundo a empresa.
Outro contratado é Paulo Drago, que entrará como CEO da unidade de negócios Hortifruti Natural da Terra (HNT).
Drago possui mais de 20 anos de experiência no varejo alimentar e chegou a trabalhar no Carrefour (CRFB3), Grupo Big e Pão de Açúcar (PCAR3). Mais recentemente, o executivo atuou como presidente do Lopes Supermercados.
Segundo a Americanas, Drago deverá “otimizar a operação e acelerar os resultados do HNT” em meio à recuperação judicial da companhia.
Além do foco em resultados, o executivo também deve conduzir o processo competitivo para uma potencial venda do hortifruti.
Vale destacar que a operação faz parte dos compromissos anunciados pela Americanas (AMER3) em seu plano de reestruturação financeira.
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026
Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento
Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento
Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço
O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander
Segundo o CEO global da empresa, Gilberto Tomazoni, o projeto marca a expansão da presença da companhia na região
Grupo tenta coordenar reação dos investidores após pedido de recuperação judicial e decisão do TJ-SP que bloqueou R$ 150 milhões da empresa