O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com presença em todas as regiões do Brasil, administradora de shoppings possui a maior relevância do segmento imobiliário no Ibovespa, representando 0,47% do índice
Com o maior portfólio de empreendimentos e relevância no setor imobiliário dentre as companhias listadas no Ibovespa, a Allos (ALOS3) conquistou espaço na carteira de ações do BB Investimentos (BB-BI). Em novo relatório divulgado nesta segunda-feira (16), o banco anunciou o início da cobertura da administradora de shoppings em grande estilo.
Com recomendação de compra para ALOS3, o BB-BI estabeleceu um preço-alvo de R$ 29 para o final de 2025. O valor indica um potencial de valorização de 52% em relação ao fechamento anterior da ação, que terminou na sexta-feira (13) cotada a R$ 19,06.
Com uma história que remonta aos anos de 1970, a Allos hoje é resultado de uma sequência de fusões e combinações de negócios entre outras já consolidadas no setor.
Primeiro, entre a Aliansce Shopping Centers e a Sonae Sierra Brasil S.A, em 2019, e na sequência abrangendo também a brMalls Participações, no ano de 2022.
Com presença em todas as regiões do Brasil, a Allos gerencia 47 shoppings próprios e 11 administrados, recebendo mais de 54 milhões de visitas mensais. Com isso, a presença nacional da companhia permite ganhos de escala e parcerias com grandes redes de lojas.
Na visão do BB-BI, a empresa também se beneficia da diversidade geográfica, uma vez que 40% da área bruta locável (ABL) própria está fora do eixo Sudeste, o que dá maior flexibilidade para captar melhorias nas condições econômicas em outras regiões.
Leia Também
Além disso, a Allos atende a diferentes classes sociais, com empreendimentos voltados para públicos de alta, média e baixa renda. Segundo os analistas, isso a coloca em uma posição vantajosa para aproveitar o aumento no consumo em diferentes segmentos.
VEJA MAIS: ação que pagou dividendos de 14% em 2024 pode saltar na bolsa graças a pagamento extraordinário
Os analistas do BB ressaltam que a Allos implementou um plano de desinvestimento para reduzir sua exposição a ativos que não fazem parte de sua estratégia de longo prazo.
Dessa forma, a empresa tem vendido participações minoritárias e ativos de menor relevância para investidores institucionais e Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs), gerando um fluxo relevante de capital e permitindo a redução de sua alavancagem.
Em novembro, a companhia anunciou a venda de mais quatro participações, que somam cerca de R$ 580 milhões. Desde a última combinação de negócios, a Allos já vendeu R$ 2,5 bilhões em participações, recursos direcionados para projetos com maior potencial.
Entre as empresas do setor imobiliário, a Allos também tem se mostrado uma gigante quando o assunto é pagamento aos acionistas. Desde 2023, a companhia já distribuiu mais de R$ 1,05 bilhão em dividendos (equivalente a R$ 1,92 por ação) em três oportunidades.
A companhia também realizou dois programas de recompra de ações, adquirindo mais de 41 milhões de papéis. Já o terceiro programa aprovado este ano tem como objetivo recomprar até 4,1% das ações da Allos em circulação até setembro de 2025.
Para os analistas do BB Investimentos, essas ações em espacial refletem a estratégia da empresa de aumentar o valor para os acionistas desde a reestruturação de sua marca.
Outra iniciativa que reforça a recomendação de compra das ações da Allos pelos analistas do BB-BI é o investimento em mídia. No terceiro trimestre, esse segmento gerou R$ 46 milhões, o equivalente a 6,7% da receita bruta da companhia.
A Allos também tem implementado programas de fidelidade em seus shoppings, com a expectativa de expansão para todos os empreendimentos até 2025. Esses programas, atualmente individuais para cada shopping center, permitem que os consumidores acumulem pontos e troquem por produtos e serviços das lojas do empreendimento.
Além de fidelizar os clientes, os programas geram receita adicional por meio de publicidade para os lojistas, além de fornecer dados valiosos sobre os padrões de consumo, diz o BB.
Entre os riscos que podem afetar os negócios da gigante do setor imobiliário, segundo o BB-BI, estão a reciclagem de portfólio. Isso porque as dificuldades do mercado atual de FIIs pode limitar as vendas de participações e desacelerar os investimentos futuros.
Além disso, os aluguéis dos shoppings são indexados a índices de preços, como o IGP-DI. Se esses índices não acompanharem o mercado, as receitas podem crescer mais lentamente, especialmente no caso de contratos de 60 meses, por exemplo.
E embora a Allos venha trabalhando com níveis de alavancagem cada vez mais baixos desde sua última combinação de negócios, o setor de imóveis tem ampla propensão à tomada de crédito no mercado. “As elevadas taxas de juros operadas no Brasil, combinadas com endividamento significativo tendem a comprometer substancialmente as margens líquidas da companhia, o que pode levar a um cenário de pressão em seus resultados”.
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras