🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

FORA DE MODA NA BOLSA?

Ação da dona da Louis Vuitton cai mais de 4% após resultados desanimadores do 2T24 — e a China é uma das culpadas

A empresa de luxo LVMH, dona de marcas como Louis Vuitton e Dior, apresentou queda de 14% no lucro líquido da empresa no primeiro semestre de 2024

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
24 de julho de 2024
13:13 - atualizado às 9:52
Loja da Louis Vuitton em Hong Kong; mercado asiático é o maior consumidor da marca
Loja da Louis Vuitton em Hong Kong; mercado asiático é o maior consumidor da marca - Imagem: Shutterstock

O setor de marcas de luxo é visto como “à prova de crises”, mas os investidores estão mostrando que a história não é bem assim.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A temporada de balanços do segundo trimestre de 2024 ganha tração nos Estados Unidos e na Europa, e os resultados das grandes empresas de luxo vêm desanimando o mercado.

Nesta quarta-feira (24), foi a vez dos participantes do mercado reagirem à divulgação do balanço da gigante da moda LVMH.

Maior empresa europeia no mercado de luxo e dona de marcas como Louis Vuitton e Dior, a LVMH apresentou lucro líquido de 7,26 bilhões de euros (US$ 7,87 bilhões) no primeiro semestre de 2024.

O valor representa uma queda de 14% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A LVMH também reportou receita de 41,7 bilhões de euros (US$ 45,2 bilhões) no primeiro semestre de 2024.

Leia Também

O montante indica uma redução em 1% em relação ao mesmo período anterior. Além disso, o resultado ficou abaixo das expectativas de analistas, que projetavam receita de 42,3 bilhões de euros (US$ 45,9 bilhões) para a primeira metade do ano.

Após a publicação de números abaixo do esperado, os papéis da empresa passaram a cair em torno de 4% em Paris. Às 12h45, as ações operavam em queda de 4,45%.

O peso da China sobre a dona da Louis Vuitton

Apesar de resistirem por mais tempo, os consumidores de artigos de luxo também são afetados pelas crises econômicas, e esse efeito já está aparecendo na China.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A segunda maior economia do mundo lida com as repercussões da pandemia do coronavírus, o que vem impactando a demanda no setor de bens de luxo há alguns trimestres.

Para a LVMH, a China representa um dos principais mercados da companhia e, de acordo com o relatório do 2T24, o comércio chinês tem sido “desfavorável”.

Apenas no segundo trimestre de 2024, a empresa apresentou queda de 14% nas vendas na Ásia, excluindo o Japão.

Porém, a dona da Louis Vuitton já vinha apresentando declínio do consumo chinês. No primeiro trimestre deste ano, as vendas reduziram em 6% no continente, com exceção do Japão. Já no acumulado do semestre, houve uma queda de 10% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na contramão da Ásia, mercado de luxo no Japão está aquecido

Se o mercado na Ásia dificultou o desempenho da LVMH, o Japão foi na direção oposta. As vendas da gigante do setor de luxo na região aumentaram em 57% no segundo trimestre de 2024, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Já no acumulado do semestre, a dona da Louis Vuitton apresentou alta de 44% nas vendas no mercado japonês.

De acordo com a empresa, o “crescimento excepcional” no Japão durante o primeiro semestre do ano foi impulsionado “em particular pelas compras feitas por viajantes chineses”.

O aumento de turistas no país é impulsionado pela desvalorização do iene japonês. Os viajantes aproveitam os preços mais baixos na região e optam por comprar os artigos de luxo no Japão em vez de fazer as aquisições em seus países de origem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante teleconferência de resultados, Jean-Jacques Guiony, o CFO da LVMH afirmou que “no Japão, o tráfego está nas alturas”.

A empresa ainda acrescentou em relatório que o país estava entre as regiões mais fortes para as divisões de moda e artigos de couro, perfumes e cosméticos e relógios e joias durante o período.

Dona da Louis Vuitton não está sozinha

Não é apenas a LVMH que lida com resultados desanimadores no primeiro semestre de 2024. Empresas como Burberry, Hugo Boss, Swatch Group e Richemont também apresentaram resultados abaixo do esperado nesta temporada de balanços.

Na semana passada, a Burberry, gigante britânica do luxo, informou que se a recente desaceleração comercial continuar, espera reportar um prejuízo operacional no primeiro semestre deste ano e um lucro operacional para o ano inteiro abaixo do consenso atual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo resultados preliminares, a empresa britânica apresentou queda de 23% nas vendas na Ásia e nas Américas. Já o balanço preliminar da marca alemã Hugo Boss registrou um declínio de 3% no consumo nas regiões.

Apesar de um cenário delicado, a dona da Louis Vuitton apresentou aumento de 1% na receita orgânica no segundo trimestre, enquanto o faturamento orgânico apresentou alta de 2%.

“Os resultados do primeiro semestre do ano refletem a notável resiliência da LVMH, apoiada pela força de suas marcas e pela capacidade de resposta de suas equipes em um clima de incerteza econômica e geopolítica”, afirmou o CEO da LVMH, Bernard Arnault, em relatório.

*Com informações da CNBC, Bloomberg, Business Insider e Forbes

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TENTATIVA DE RESPIRO

Após rombo bilionário do Master, Banco de Brasília (BRB) tenta captar R$ 8,9 bilhões para reforçar o caixa

10 de março de 2026 - 11:24

Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações

DÍVIDAS BATENDO À PORTA

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fecha acordo de recuperação extrajudicial com credores para negociar dívidas de R$ 4,5 bilhões; o que deu errado?

10 de março de 2026 - 9:08

A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas

BALANÇO DO 4T25

Conta da crise na Raízen (RAIZ4) chega à Cosan (CSAN3): prejuízo da holding de Ometto vai a R$ 5,8 bilhões no 4T25

10 de março de 2026 - 7:58

Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço

BALANÇO

Direcional (DIRR3) tem recorde de rentabilidade no 4T25: “é o nosso maior mérito no resultado”, diz CEO; lucro sobe a R$ 211 milhões

9 de março de 2026 - 20:07

Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida

CÂMBIO

Dólar mergulha no fechamento: como uma única declaração de Trump desarmou a tensão no mercado

9 de março de 2026 - 19:17

A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro

EFEITO DA GUERRA

Até quando a Petrobras (PETR4) vai aguentar? Petróleo acima de US$ 100 aumenta a pressão sobre o reajuste da gasolina

9 de março de 2026 - 19:00

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas

QUERIDINHO DOS ANALISTAS

Ação deste banco “novato” na bolsa pode dobrar de valor — e quatro casas de análise já recomendam a compra

9 de março de 2026 - 17:15

Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação

SOB PRESSÃO

Em busca de fôlego: por que a Oncoclínicas (ONCO3) está pedindo mais tempo para pagar suas dívidas

9 de março de 2026 - 13:19

Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda

NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

BOLSO CHEIO

Disparada no preço do petróleo pode aumentar os dividendos da Petrobras (PETR4); saiba o que esperar e o que já está no radar

8 de março de 2026 - 11:55

Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio

SINAL VERDE

Cade aprova transferência do controle da Braskem (BRKM5) para IG4; gestora se torna sócia da Petrobras (PETR4)

6 de março de 2026 - 19:41

Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia

VENCEDORES X PERDEDORES

Petrobras (PETR4) rouba a cena e chega a R$ 580 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez; Vale (VALE3) perde US$ 43 bilhões em uma semana

6 de março de 2026 - 19:21

Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana

PARA ALÉM DO ROE

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno

6 de março de 2026 - 19:10

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra

CHORIPÁN NO PIX

Banco do Brasil (BBAS3) passa a oferecer Pix para brasileiros em viagem à Argentina — e nem precisa ser cliente do banco

6 de março de 2026 - 17:01

Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo

DEPOIS DO BALANÇO

Dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4)? Estatal responde se caixa com petróleo mais caro vai parar no bolso do acionista

6 de março de 2026 - 16:14

Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência

QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

TROCA DE LIDERANÇA

Fundador da Oncoclínicas (ONCO3) deixa o comando após crise financeira e pressão do mercado. Quem assume como CEO agora?

6 de março de 2026 - 12:02

Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar