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O banco de investimentos também recomendou a compra de uma outra empresa do setor de utilities; confira os detalhes
O processo de privatização da Sabesp passou e agora os investidores se perguntam o que fazer com as ações SBSP3. Segundo o Itaú BBA, a hora é de comprar os papéis — que seguem como uma das principais escolhas (top picks) do banco no setor de utilities.
O BBA elevou o preço-alvo das ações da Sabesp de R$ 120,30 para R$ 143,40 após o encerramento do processo de privatização da companhia — o que representa um potencial valorização de 62,3% em relação ao fechamento desta segunda-feira (5).
"Nossa visão positiva sobre a Sabesp é apoiada pelo valuation atrativo, perspectivas promissoras de crescimento e significativo potencial proveniente de ganhos de eficiência", dizem os analistas do BBA em relatório.
A equipe do Itaú BBA destaca que apesar de o valuation continuar atrativo, já não é mais uma pechincha. Os analistas calculam que a Sabesp venha sendo negociada a uma taxa interna de retorno (TIR) implícita de 12,4%, em linha com outras empresas de serviços públicos de alta qualidade.
Quanto aos múltiplos, a estimativa é que a Sabesp venha sendo negociada a um múltiplo valor da empresa/base de ativos regulatória (EV/RAB) próximo de 0,9 vez para 2025, ainda sem avaliar os potenciais ganhos de eficiência.
O BBA também está otimista sobre o que a Equatorial (EQTL3), como investidor estratégico, pode trazer para a Sabesp, acelerando o processo de turnaround e ajudando a companhia a alcançar a universalização dos serviços de saneamento até 2029.
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O banco, que manteve a classificação de compra para os papéis EQTL3, atualizou o modelo para a Equatorial e aumentou o preço-alvo da companhia, que atua no setor elétrico e em saneamento, para R$ 50,10 ao fim de 2024. Antes, o preço esperado era de R$ 42,00 por ação.
Em relatório, o Itaú BBA afirma ter incorporado a aquisição, pela Equatorial, de uma participação minoritária na Sabesp, além dos últimos resultados trimestrais, dos recentes ajustes tarifários e da venda da subsidiária de transmissão SPE7 à Infraestrutura e Energia, anunciada em julho.
“A Equatorial continua entre nossas principais escolhas no universo de cobertura das utilities elétricas, baseada na avaliação atrativa, qualidade de rendimento, forte crescimento de Ebitda esperado e perspectiva de crescimento promissora”, diz o banco.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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