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O Bank of America (BofA) elevou a recomendação das ações da petroleira de neutra para compra e aumentou o preço-alvo de R$ 42 para R$ 47; ADRS também passam por atualização
A Petrobras (PETR4) andou tropeçando em várias pedras no caminho — a exemplo da distribuição de dividendos extraordinários — que acabaram levando muita casa de análise a deixar de recomendar a compra das ações da estatal. Mas parece que agora o jogo virou e a hora de colocar os papéis da companhia na carteira chegou.
Pelo menos é isso que diz o Bank of America (BofA), que elevou nesta quinta-feira (27) a recomendação das ações de Petrobras de neutra para compra.
O BofA também aumentou o preço-alvo da petroleira de R$ 42 para R$ 47 — o que representa um potencial de valorização de 27% em relação ao fechamento anterior.
O banco elevou ainda o preço do ADR da Petrobras de US$ 16,80 para US$ 17,90 — o que representa um potencial de valorização de 25% sobre o último fechamento.
Por volta de 13h10, as ações PETR4 subiam 1,24%, a R$ 37,55, enquanto PETR3 avançava 1,69%, a R$ 39,76. Em Nova York, PBRA avançava 0,59%, a US$ 13,57.
A resolução de disputas fiscais bilionárias envolvendo o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) e a continuidade da política de precificação de combustíveis foram fatores chave para a melhora na recomendação do Bank of America para as ações da Petrobras.
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Mas não foi esse o único motivo: o banco também espera que a estatal continue a oferecer retornos em dinheiro atrativos para os acionistas, com a possibilidade de dividendos extraordinários ainda este ano.
Projeções indicam um Fluxo de Caixa Livre para o Acionista (FCFE) de US$ 20,9 bilhões em 2024 e US$ 13,3 bilhões em 2025, com rendimentos de 23% e 15%, respectivamente.
O BofA destaca ainda que a petroleira e o governo têm demonstrado apoio contínuo à exploração na Margem Equatorial, sinalizando um ambiente favorável para a Petrobras.
O governo tem pressionado para que a Petrobras faça mais investimentos e a nomeação de Magda Chambriard como CEO trouxe especulações sobre um possível aumento nos aportes da estatal.
O BofA, no entanto, diz que a estrutura de avaliação de projetos da empresa sugere que aumentos significativos no capex são improváveis no curto prazo.
Segundo o banco, o foco deve continuar na rentabilidade e na aprovação de investimentos pelo Comitê Técnico Estatutário para Investimentos e Desinvestimentos.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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