O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sem inovação, a empresa norte-americana voltou a acusar o golpe da concorrência e vê lucro líquido e vendas desacelerarem nos três meses encerrados em agosto — mas prepara collab que promete gerar fila nas lojas
Que a Nike é uma gigante dos esportes ninguém questiona, mas também não dá para ignorar o fato de a empresa norte-americana estar patinando depois que a Adidas se consolidou como a queridinha nos pés de quem usa tênis.
É difícil hoje em dia não encontrar alguém na rua usando um Gazelle, um Samba ou um Spezial. Já os famosos Air Force 1 ou Jordan, que até pouco tempo eram cobiçados pelos sneakerheads e pelos fashionistas — e que chegam a custar pequenas fortunas — parece que perderam a vez, pelo menos, por enquanto.
Os números da Nike mostram essa tendência. O lucro líquido reportado pela empresa para o período de três meses encerrado em 31 de agosto foi de US$ 1,05 bilhão, ou US$ 0,70 por ação, em comparação com US$ 1,45 bilhão, ou US$ 0,94 por ação, um ano antes.
As vendas somaram para US$ 11,59 bilhões — uma queda de cerca de 10% em relação aos US$ 12,94 bilhões do ano anterior.
Mais do que perder espaço nos armários dos amantes de tênis, especialistas dizem que a Nike acabou ficando para trás em inovação e ao ceder participação para concorrentes — a gigante norte-americana passou a se concentrar na venda direta aos consumidores por meio de seus próprios sites e lojas, em vez de optar pelos varejistas tradicionais.
Os números mistos do trimestre apresentados hoje e a troca de comando anunciada em setembro acabaram fazendo com que a Nike adiasse o dia do investidor. O investor day da Nike estava marcado para novembro e uma nova data ainda não foi divulgada.
Leia Também
O primeiro passo que a Nike deu para superar a concorrência, em especial os modelos mais baixinhos da Adidas, foi trazer os clássicos de volta, como o modelo Cortez, que já começou a ser visto nos pés das celebridades de Hollywood e das influencers gringas.
Mas a norte-americana não vai parar por aí. De olho na estratégia da exclusividade, a Nike anunciou na segunda-feira (30) uma parceria que tem tudo para gerar filas nas lojas e esgotar rápido nos canais digitais.
A gigante norte-americana do esporte vai se juntar, mais uma vez, com a Supreme para o que já estão chamando de lançamentos emocionantes do ano.
A dupla apresentou a colaboração com a Jordan Brand e também há rumores de que retornará ao Nike SB Dunk Low em 2025.
A última vez que a Supreme e a Nike fizeram uma collab no SB Dunk Low e High foi em 2023, cobrindo o tênis com desenhos do artista Rammellzee.
No entanto, a Nike não espera voltar ao estouro de vendas apenas com colaborações ou ressuscitando modelos clássicos.
Em setembro, a empresa anunciou que John Donahoe deixaria o cargo de CEO e seria substituído pelo veterano Elliott Smith, que deve assumir o comando em 14 de outubro.
Sob a liderança de Donahoe, a Nike aumentou as vendas anuais em mais de 31% graças a modelos como Air Force 1, Dunk e Air Jordan 1 — estilos que hoje não são tão inovadores para devolveram a empresa ao patamar de potência isolada quando o assunto é tênis.
Nos últimos trimestres, Donahoe vinha falando sobre a necessidade de melhorar a inovação e o relacionamento da Nike com os varejistas, mas o conselho da companhia decidiu que Smith — que passou 32 anos na Nike antes de se aposentar em 2020 — seria a pessoa certa para liderar a próxima fase da empresa.
O desafio do novo CEO, no entanto, será grande. Ele precisará impulsionar o pipeline de inovação da Nike, redefinir relacionamentos com varejistas, melhorar o moral da equipe após uma série de demissões e reconstruir a cultura da empresa — tudo isso em um mercado estagnado nos EUA.
De acordo com a Euromonitor, as vendas de calçados nos EUA devem crescer apenas 2% em 2024 em comparação com 2023, após quase não se moverem entre 2022 e 2023.
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)
Em evento nesta terça-feira (7), a diretoria da empresa detalhou como vem avançando em expansões, reforçando a aposta em experiência e usando a estratégia como escudo contra o impacto dos juros altos
Banco projeta Ebitda de US$ 4,08 bilhões no 1T26 e destaca avanço dos metais básicos nos resultados da companhia
Na disputa pela conveniência no e-commerce de medicamentos, o Mercado Livre estreia com preços mais baixos e navegação mais fluida, mas ainda perde em rapidez para rivais já consolidados como iFood, Rappi e Raia
“Apesar do bom desempenho operacional e avanços na Resia, a geração de fluxo de caixa fraca no Brasil deve pressionar a reação do mercado”, disse o banco BTG Pactual em relatório.
O JP Morgan elevou o preço-alvo após a empresa garantir contratos estratégicos; saiba por que o banco vê riscos menores e maior geração de caixa no horizonte
A notícia chega em um momento delicado para a companhia: ela tem caixa para apenas mais 15 dias e já vem adiando tratamentos de seus pacientes por falta de recursos
A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril
Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios