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A maior moeda digital do planeta é um ativo sensível às variações macroeconômicas e as tensões internacionais não facilitam
O bitcoin (BTC) começou a terça-feira (16) em queda, chegando a tocar o patamar de US$ 62 mil nas primeiras horas da manhã no Brasil. Esse é o menor nível de preços desde meados de março deste ano, quando houve um ajuste após o BTC atingir as máximas históricas.
As criptomoedas enfrentam mais um dia difícil da semana pré-halving — quando a recompensa pela mineração da criptomoeda cai pela metade.
Vale lembrar que o bitcoin é um ativo sensível às questões macroeconômicas — e tensões internacionais não faltam. Só a perspectiva de que os juros nos Estados Unidos não devem cair são suficientes para afetar os preços, mas as guerras contribuem para um cenário mais caótico.
A recente investida do Irã contra Israel, que já estava em conflito com o grupo palestino Hamas, além da esquecida guerra da Rússia contra Ucrânia elevam os temores de uma escalada global dos conflitos.
Como efeito, os investidores passaram a liquidar ativos mais arriscados — como ações e criptomoedas — e migraram para segmentos mais seguros, como o dólar e o ouro, por exemplo.
Veja como se comportam as dez maiores criptomoedas do mundo hoje:
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| # | Nome (Símbolo) | Preço | Variação 24h | Variação 7d | Variação YTD |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 63.180,63 | -4,59% | -10,77% | 49,43% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 3.082,11 | -4,97% | -15,18% | 35,07% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | -0,06% | 0,03% | 0,04% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 543,96 | -6,35% | -6,78% | 74,13% |
| 5 | Solana (SOL) | US$ 134,83 | -10,87% | -23,36% | 32,82% |
| 6 | USDC (USDC) | US$ 1,00 | 0,02% | 0,01% | 0,00% |
| 7 | XRP (XRP) | US$ 0,4894 | -4,62% | -22,64% | -20,41% |
| 8 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,155 | -4,76% | -20,86% | 73,24% |
| 9 | Toncoin (TON) | US$ 6,25 | -11,89% | -7,92% | 170,52% |
| 10 | Cardano (ADA) | US$ 0,462 | -5,15% | -24,95% | 22,25% |
A desvalorização do dia contrasta com uma boa notícia para o mercado.
Na última segunda-feira (15), a CVM de Hong Kong aprovou os primeiros ETFs de bitcoin e ethereum à vista (spot) da região.
Em janeiro deste ano, os EUA aprovaram seus primeiros produtos do tipo, o que impulsionou os preços do BTC. A expectativa é de que o ETF de ETH norte-americano seja aprovado no segundo semestre.
Antes dessa aprovação, a Matrixport, empresa do ramo de criptomoedas sediada em Cingapura, havia especulado que os ETFs poderiam atrair cerca de US$ 25 bilhões e aumentar a demanda por BTC.
De acordo com dados do The Block Data, das 21 milhões de unidades existentes de bitcoin no mundo, cerca de 4% — ou 840 mil BTCs — estão nas mãos de gestoras que cuidam dos ETFs de bitcoin dos EUA. Ao enxugar a oferta de criptomoedas no mercado, os preços à vista do BTC tendem a subir.
Contudo, Eric Balchunas, analista sênior de ETF da Bloomberg e nome conhecido nas redes sociais, enfatizou que os fundos de Hong Kong teriam "sorte" em obter cerca de US$ 500 milhões em fluxos totais.
Em primeiro lugar, Balchunas disse que o mercado geral de ETFs de Hong Kong é relativamente pequeno, avaliado em apenas US$ 50 bilhões, e os residentes chineses geralmente não têm permissão para investir nesses ETFs oficialmente
O analista ainda destaca que o mercado estava otimista demais, esperando uma reação parecida como quando os fundos foram aprovados nos EUA, mas para um país muito menor.
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