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De uma forma ou de outra, todo brasileiro (não alienado) já testemunhou o fenômeno da inflação, ou seja, sentir no bolso a corrosão do poder de compra
Existe uma razão pela qual conseguimos comprar cada vez menos com a mesma quantia de dinheiro a cada ano que passa. Essa razão está intimamente ligada aos estouros de teto de gastos de um país e ao nível de endividamento médio de sua população. Ela também tem tudo a ver com a imagem a seguir.
Você, jovem, se sente assim também? E você, senhor ou senhora, como era fazer compras no Brasil antes do Plano Real?
De uma forma ou de outra, todo brasileiro (não alienado) já testemunhou o fenômeno da inflação. Em outras palavras, sentiu no bolso a corrosão do poder de compra. Ainda assim, uma parte inadequada da população desconhece a natureza do dinheiro.
Enquanto estudava criptoativos, eventualmente notei que a escola não me ensinou a respeito da coisa mais necessária no meu dia a dia.
Eu ainda estava preso na Matrix, calculando as raízes de uma função de segundo grau pela fórmula de Bháskara, sem saber que o tapete estava sendo puxado debaixo dos meus pés, lentamente.
Saiba que o dinheiro não é lastreado em ouro (pelo menos não mais). Também é importante desmanchar o mito de que os bancos mantêm grandes caixas fortes com todo o seu dinheiro em papel-moeda.
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Comece a pensar no dinheiro como uma tecnologia que armazena o valor do trabalho e do capital e facilita trocas. Portanto, quem manda no dinheiro tem o controle de basicamente tudo que depende daquele dinheiro.
O governo possui o que Max Weber denominou de "monopólio da violência" e Hobbes de "Leviatã" – basicamente a capacidade de fazer com que os cidadãos cumpram leis, inclusive, claro, pagar impostos. Dessa forma, o cidadão trabalha, é pago em dinheiro e reverte parte desses ganhos para o governo.
Além dos impostos, o governo também consegue dinheiro ao emitir dívida. A sua dívida tem valor pois o governo tem o monopólio da violência e sempre poderá cobrar impostos para pagar suas dívidas.
Você sabe quem é, na maioria dos casos, o maior comprador de dívida de um governo? O seu próprio banco central. O banco central cria moeda do nada para comprar esses títulos de dívida, em um processo chamado de monetização da dívida.
Fonte: Elaboração do autor
Paremos para pensar: o governo tem um bolso sem fundo, e sua gestão muda a cada quatro anos. Quitar dívidas (a responsabilidade fiscal) significa fechar torneiras e ser impopular, correndo risco de não reeleição... parece que a longo prazo, esse sistema foi feito para dar errado.
O incentivo para que o governo empurre a dívida com a barriga é maior do que o incentivo para quitá-la.
Quem nunca deixou algo para depois, não é mesmo? Eu queria estar inventando isso, mas não estou. Veja.
O Bitcoin é fruto dessa fragilidade das moedas fiduciárias, que podem a qualquer momento ser criadas e utilizadas para sanar crises e financiar projetos de desenvolvimento... mas perdem seu valor ao longo do tempo.
Através de uma rede de participantes que possuem o mesmo registro de transações, o BTC além de ser um ativo escasso por definição de código, ele também tem mobilidade, podendo ser transferido a um baixo custo, instantaneamente, para qualquer lugar do mundo (diferentemente do ouro). E o mundo está comprando essa ideia cada vez mais.
Dados per capita
Já deu para entender, não é? Menos de 15% da população global utiliza Bitcoin e cripto no geral. Estamos (tão) no começo... e eu acredito que nos próximos meses, veremos uma das maiores oportunidades para fazer fortuna dessa década. Vou te mostrar isso também, mas antes...
Variações semanais (04/03/24 a 11/03/24)
? Bitcoin (BTC)
Preço: US$ 69.000 | Var. +9,33%
? Ethereum (ETH)
Preço: US$ 3.880 | Var. +11,24%
? Dominância Bitcoin: 53,62% (Var. -0,36%)
* dados referentes ao fechamento em 11/03/24
Como eu havia prometido demonstrar, estamos diante de uma das maiores oportunidades para geração de riqueza desta década.
Em 2021, o BTC alcançou a máxima de US$ 69.045, enquanto os juros americanos (bem como os juros ao redor do mundo) estavam em 0%. Lembra do banco central, que comentei naquele esquema de monetização da dívida? A taxa de juros é a sua principal ferramenta de controle da economia; com os juros baixos, os países puderam estimular a economia durante a COVID-19.
Um efeito colateral dos juros baixos é o que pode ser visto abaixo: uma fome do mercado pelo risco.
Perceba que, neste exato momento, voltamos aos patamares de 2021, depois de um dos mais terríveis bear markets da história do mercado... e os juros ainda estão em alta. Em junho, quando está previsto para acontecer o primeiro corte da taxa, o que você acha que deve acontecer?
Me pergunto se estou sendo sensacionalista, mas vejo que estou apenas observando os dados e tomando decisões com base neles. O BTC indo para acima dos US$ 100 mil neste ciclo significa uma oportunidade de mudar de vida para muitos, especialmente quando sabem em quais ativos investir, para potencializar os retornos nessa breve janela de oportunidade.
Desde o começo da série Exponential Coins, já auxiliamos mais de 200 mil assinantes ao redor do Brasil a se exporem a oportunidades únicas. Gerimos uma carteira que tem entregue mais do que o triplo do retorno do bitcoin desde outubro de 2017. Nela, existem ativos que podem se multiplicar por muitas vezes nos próximos meses.
Farei um evento online e gratuito para apresentar uma nova moeda de US$ 0,50, com um potencial de multiplicação de até 100 vezes. Para se registrar, clique aqui.
Um grande abraço,
Valter Rebelo - Head de Ativos Digitais na Empiricus
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