🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

NEGÓCIOS

Por que os controladores da Mitre (MTRE3) venderam quase 10% das ações da incorporadora na B3

Família Mitre segue como principal acionista da incorporadora, mas agora com uma participação de pouco mais de 40%

Fabrício Mitre, presidente da Mitre Realty
Fabrício Mitre, presidente da Mitre Realty. - Imagem: Divulgação

O mercado costuma reagir mal quando o dono de uma empresa vende ações da própria companhia — afinal de contas, ninguém conhece melhor a operação. Por isso a Mitre (MTRE3) decidiu explicar logo por que os controladores decidiram se desfazer de quase 10% do capital da incorporadora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A venda das ações tem não relação com o desempenho da companhia, mas com outros negócios da família, de acordo com Fabricio Mitre, CEO da incorporadora com foco em imóveis de alto padrão em São Paulo.

No caso, os controladores haviam dado ações da Mitre em garantia de empréstimos para a Elisa Agro, empresa de agropecuária do grupo. Uma decisão que o próprio Fabricio reconhece que não foi acertada.

Agora, eles chegaram a um acordo com os bancos credores para desvincular as ações da Mitre. Mas para isso tiveram de vender uma parte dos papéis para fazer caixa e reduzir a dívida da outra empresa do grupo.

"Nunca quis vender as ações da Mitre, mas foi o arranjo necessário", afirmou o CEO e acionista, em conferência com investidores. Esse era um fator de risco que penalizava os papéis da companhia, na visão do executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De fato, a recepção inicial dos investidores na B3 é positiva. Por volta das 10h30, as ações da Mitre (MTRE3) subiam 0,85%, a R$ 4,74. A incorporadora vale aproximadamente R$ 500 milhões na bolsa.

Leia Também

GRINGO COMPRA, BRASILEIRO FOGE

Ibovespa voltou com tudo? Bolsa brasileira atrai R$ 3,2 bilhões na semana e desbanca S&P 500, México e Coreia do Sul

TOUROS E URSOS #285

Lula ainda não ganhou e eleição segue em 50/50, diz CIO do ASA; veja como investir sem apostar em um candidato

PODCAST TOUROS E URSOS - O ano das guerras, Trump rumo à Casa Branca e China mais fraca: o impacto nos mercados

Mitre (MTRE3): controladores não venderão mais ações, diz CEO

A venda das ações não foi suficiente para quitar a dívida da Elisa Agro, mas o CEO da Mitre disse que agora os negócios estão totalmente segregados.

Além disso, a negociação garantiu 12 meses de carência e 48 meses de prazo para o pagamento do saldo remanescente.

A família Mitre segue como principal acionista da incorporadora após a venda, mas agora com uma participação de pouco mais de 40%. "O controlador não venderá mais ações", disse o CEO, que manifestou inclusive a intenção de recomprar a participação novamente quando a situação permitir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar, contudo, que as relações dos negócios dos controladores com as operações da Mitre já eram uma fonte de preocupação dos investidores.

Em outubro do ano passado, por exemplo, as ações da incorporadora caíram forte na B3 após a companhia fechar a compra de quatro imóveis de Fabricio Mitre. O conselho da companhia aprovou o negócio por dois votos a favor, um voto contra e três abstenções.

Na época, a empresa informou que pretende usar os terrenos para lançar um empreendimento em Trancoso, na Bahia, com o nome Daslu Properties.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 27 de agosto de 2026 - 15:31
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Copo de cerveja dourada e gelada centralizado em primeiro plano, com gotas de condensação visíveis no vidro. Ao fundo, desfocado, aparece um gráfico financeiro com velas e linhas de mercado em tons de laranja e vermelho, simbolizando o impacto de fatores econômicos e tributários sobre a Ambev e o setor de bebidas. 25 de agosto de 2026 - 19:41
25 de agosto de 2026 - 16:01
25 de agosto de 2026 - 13:06
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro 24 de agosto de 2026 - 17:03
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
fundo incentivado de investimento em infraestrutura fi infra 21 de agosto de 2026 - 16:00

Conteúdo BTG Pactual

FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora

21 de agosto de 2026 - 16:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar