Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

RECORDES DA BOLSA

O Ibovespa bateu recorde, mas ainda precisa subir mais de 40% para alcançar uma marca que não atinge desde 2008 — e isso pode abrir uma oportunidade para a bolsa

Apesar dos recordes nominais recentes, Ibovespa em dólar ainda está mais de 40% abaixo de seu pico histórico na moeda norte-americana, registrado meses antes da quebra do Lehman Brothers

Ricardo Gozzi
28 de agosto de 2024
6:19 - atualizado às 9:32
ibovespa dólar investimento estrangeiro bolsa de valores

O Ibovespa voltou a bater recordes recentemente. Entre máximas intradiárias históricas e novos picos de fechamento, o principal índice de ações da bolsa brasileira chegou a renovar ontem mesmo seu nível mais alto durante o pregão, atingindo 137.212,64 pontos, mas cedeu na reta final e perdeu a chance de estabelecer um novo recorde de encerramento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a maior parte dos investidores festeja o reencontro do Ibovespa com o topo da montanha, alguns analistas chamam a atenção para algo que, a princípio, soa como uma curiosidade.

Quando convertido em dólar, o Ibovespa ainda está longe de seu pico histórico. E não é por pouco.

Levantamento da Quantum Finance realizado a pedido do Seu Dinheiro mostra que o Ibovespa na moeda norte-americana encontra-se mais de 40% abaixo das máximas. E trata-se de uma marca antiga, de mais de 15 anos.

Tomando como referência o fechamento de 21 de agosto, quando o principal índice de ações da B3 encerrou o pregão em 136.463,65 pontos, o Ibovespa dolarizado encontrava-se em 24.944,46 pontos.

Em 19 de maio de 2008, apenas alguns meses antes da quebra do Lehman Brothers, o Ibovespa em dólar marcava 44.616,04 pontos. É o nível mais alto já registrado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Naquele mesmo dia, a bolsa brasileira marcava 73.438 pontos.

Leia Também

Se compararmos o fechamento de 21 de agosto último com o de 19 de maio de 2008, a bolsa subiu 85,8% em termos nominais no período. Em dólar, porém, houve uma depreciação de 44,1%.

Fonte: Quantum Finance

Não há muito segredo para tamanha discrepância.

A maior parte dela se deve à depreciação cambial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O real acumula queda de quase 12% em relação ao dólar em 2024.

Esse movimento, que se acentuou a partir do fim de junho, acabou ampliando o impacto negativo sobre o Ibovespa em dólar.

Outra evidência dessa situação pode ser observada no desempenho do MSCI Brazil, também conhecido pelo código EWZ. Trata-se do maior ETF de ações brasileiras no exterior.

Embora tenha acompanhado a recuperação recente do Ibovespa, o EWZ acumula queda de mais de 12% no que vai de 2024 — contra uma alta de 1,9% da bolsa brasileira no acumulado do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A disparada que levou o Ibovespa a novos recordes nominais começou no fim do primeiro semestre. De junho para cá, a bolsa já subiu 12%. A maior parte dessa alta (7,3%) ocorreu agora em agosto.

A questão é se a defasagem do Ibovespa em dólar abre espaço para que a bolsa suba ainda mais. E, de acordo com especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, a resposta é sim.

ASSISTA TAMBÉM: OS RECORDES DO IBOVESPA: O QUE FARIA SUBIR MAIS E O QUE ACABARIA COM A FESTA? I TOUROS E URSOS #186

Por que o Ibovespa tem espaço para subir mais

O que abre esse espaço é uma equação simples. Se há meses analistas repetem por todos os cantos que a bolsa brasileira está uma pechincha, para quem tem dólar na mão ela está mais barata ainda.

Isabel Lemos, gestora de renda variável da Fator Gestão, compara a situação a uma viagem para o exterior. “Se o real estiver valorizado, sua viagem para fora fica mais barata”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mesma lógica se aplica ao investidor gringo em relação ao Brasil. O dólar forte em relação ao real diminui o risco cambial para quem vem de fora. “É melhor para o estrangeiro estar agora na bolsa do que no começo do ano”, diz Lemos.

Não à toa, os dados da B3 sobre o fluxo de aportes feitos por investidores estrangeiros mostram a retirada de R$ 27,5 bilhões desde o início de 2024. Em agosto, porém, o saldo é positivo em R$ 9 bilhões, de acordo com os últimos dados disponíveis, de 26 de agosto.

Múltiplos baixos

Isabel Lemos vê algumas variáveis potencialmente favoráveis ao retorno dos gringos para o Ibovespa no momento.

“Em primeiro lugar, o investidor estrangeiro busca uma visão de como está a bolsa em uma moeda constante. Então ele pesa se essa bolsa está atrativa ou não”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como já observado anteriormente, o Ibovespa está barato. Mas não é só isso. “Quando a gente olha para as empresas, os múltiplos estão aparentemente muito baratos”, pontua ela.

“Em uma ou outra empresa houve vetores que provocaram esse deslocamento nos múltiplos. Os juros mais altos também são desfavoráveis”, diz.

De um modo geral, no entanto, muitas empresas estão muito abaixo do múltiplo médio histórico sem uma razão mais clara.

O que falta para virar de vez a chavinha do Ibovespa

O flerte do Ibovespa com novos recordes não é exatamente uma novidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No fim do ano passado, uma recuperação da bolsa na reta final do ano levou muitos analistas a vislumbrarem o índice em uma situação bem melhor que a atual nesta altura de 2024.

A projeção estava condicionada à perspectiva de queda dos juros nos Estados Unidos. No entanto, o Fed segurou os juros no nível mais alto em duas décadas.

No fim do primeiro semestre, o ano do Ibovespa parecia perdido. A bolsa brasileira foi uma das mais impactadas no período.

No entanto, a manutenção dos juros em níveis tão altos para a economia norte-americana passou a alimentar temores de que os EUA estariam na iminência de uma recessão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O alívio monetário ainda não veio, mas a sinalização de que o Fed começará a cortar os juros em setembro é um dos fatores por trás da recente alta da bolsa brasileira.

A iminência da queda dos juros

A percepção de que o Federal Reserve vai finalmente deflagrar o início de um ciclo de alívio monetário foi reforçada na semana passada pelo presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell, durante o simpósio de Jackson Hole.

Essa queda nos juros lá fora tende a dar ao investidor estrangeiro mais liquidez para aplicar em outros ativos em busca de mais retorno, segundo analistas.

Além disso, com a Selic alta por aqui, um corte do Fed tornaria mais atrativas as operações de carrego. No caso, com estrangeiros tentando tirar proveito do diferencial de juros entre Estados Unidos e Brasil para lucrar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma questão de confiança

A recente melhora da bolsa brasileira já começou a atrair os estrangeiros, mas ainda não empolgou os investidores locais.

De fato, após uma disparada de CPFs na bolsa nos últimos anos, os investidores pessoa física da bolsa ficaram escaldados com a queda da bolsa e a alta dos juros na esteira da pandemia.

Para que eles voltem à renda variável, é preciso que tenham confiança. E a recente alta da bolsa pode abrir caminho para isso.

“Muitas vezes é uma questão de sentimento, especialmente da pessoa física. Ela não quer perder a alta. Então o investidor está lá na renda fixa e só vai sair quando tiver confiança nessa melhora da renda variável”, afirma a gestora da Fator.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse sentido, ela começa a enxergar motivos para uma recuperação dessa confiança. Isso deve se consolidar, segundo ela, quando houver uma percepção mais clara de pacificação das incertezas fiscais e uma sinalização de que os juros vão começar a cair — não nos EUA, mas aqui.

“A pessoa começa a se sentir mais confortável quando percebe, por exemplo, o governo mais alinhado, a melhora das perspectivas econômicas. Então ela tem a percepção de que a bolsa está barata, parece atrativa, alguns ativos parecem largados. Vamos assumir que isso seja verdade. Eu começo a perceber pelas notícias que as coisas podem, na margem, estar melhores.”

Isabel Lemos, gestora de renda variável do Banco Fator, sentada à esquerda da imagem, com os braços cruzados.
Isabel Lemos, gestora de renda variável da Fator Gestão.

O Ibovespa na iminência de um salto

Embora o Ibovespa tenha renovado recordes e máximas intradiárias em agosto, ele ainda está relativamente distante dos níveis projetados no início do ano — que apontavam para a casa dos 145 mil pontos.

Como o principal índice de ações da B3 começou 2024 já próximo dos recordes de então, o movimento observado até agora é de uma recuperação das perdas sofridas no início do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Matheus Spiess, analista da Empiricus Investimentos e colunista do Seu Dinheiro, acredita que o Ibovespa pode estar na iminência de um salto.

“Em termos de ponto de inflexão, o momento atual deveria potencialmente beneficiar os mercados emergentes.”

Spiess faz um resgate histórico. Ele lembra que, lá em 2008, quando o Ibovespa bateu seu recorde em dólar, a bolsa vinha de um período “construtor de valor”.

Exceto pelo bull market observado entre 2016 e 2019, o Ibovespa passou longe da construção de valor durante a última década.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os períodos imediatamente anteriores a 2016 e posterior a 2019 são considerados por Spiess como “destruidores de valor”.

O fato é que os propulsores dos mercados financeiros estrangeiros nos últimos anos privilegiaram os países desenvolvidos, especialmente diante dos juros extremamente baixos lá fora.

Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro é muito associado às commodities. “E elas só voltaram a ter um respiro depois da pandemia”, diz Spiess.

“Os descontos mostram que podemos caminhar para patamares muito mais altos. Isso não será imediato e não será linear. Acredito em correções no meio do caminho. Isso é saudável para dar longevidade ao processo. Ainda assim, acredito que muito facilmente, em um ciclo de queda dos juros lá fora, não agora em que debatemos alta dos juros no Brasil, mas em um segundo momento, quando voltarmos a debater queda por aqui também, é possível criar um ambiente até melhor do que o que vimos entre 2016 e 2019.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Materialização do prêmio de risco

Projeções otimistas para a bolsa brasileira não são um artigo exatamente raro. O que não é tão comum é a materialização dos prêmios de risco existentes no mercado local.

“Por isso eu acho importantíssimo ter um pedaço da carteira em bolsa brasileira. Esse prêmio de risco, muito difícil de se materializar no Brasil, pode ter aqui uma janela muito factível de materialização”, afirma o analista da Empiricus.

“Claro que não pode ter qualquer coisa na carteira. Uma carteira de qualidade é muito melhor do que um índice básico, mas gosto do vetor bolsa”, diz ele.

Para Spiess, o Ibovespa está descontado em termos de valuation, em termos de índice corrigido por indicadores, como é o caso do índice dolarizado, ou do índice em termos reais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A gente ainda tem muito o que caminhar.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CLIMA BAIXO ASTRAL

A Selic não caiu como Fred Trajano esperava: CEO do Magazine Luiza (MGLU3) comenta balanço fraco e aposta em virada no 2T26

8 de maio de 2026 - 11:51

Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online

FIM DA SECA DE IPOS

Compass precifica IPO em R$ 28 e pode levantar cerca de R$ 3,2 bilhões; quem é a gigante do gás, que pode estar presente na sua casa

8 de maio de 2026 - 9:22

A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano

VAI VOLTAR A BRILHAR

Por que este ex-economista do Fed aposta no ouro mesmo após o tombo com a guerra

8 de maio de 2026 - 7:30

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada

BALANÇO 1T26

“Não poderíamos estar mais preparados” — presidente da Azul (AZUL3) comenta impacto da guerra; aérea quase zera o prejuízo

7 de maio de 2026 - 12:58

Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio

FIM DO JEJUM

O que esperar da estreia da Compass (PASS3), o primeiro IPO da B3 em quase 5 anos e que pode movimentar até R$ 2,9 bilhões

7 de maio de 2026 - 9:31

A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia

FII DO MÊS

Fundo imobiliário de shopping rouba a cena com dividend yield de 11% e lidera recomendações para investir em maio; confira o ranking completo

7 de maio de 2026 - 6:02

Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa

VENTOS DE FORA

O que está por trás da subida de 4% da Vale (VALE3) hoje? BTG eleva preço-alvo

6 de maio de 2026 - 16:54

Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026

MERCADOS HOJE

Entre a paz e a pólvora: Ibovespa sobe no meio de um cabo de guerra que derruba o petróleo e a Petrobras (PETR4); dólar segue sob pressão

6 de maio de 2026 - 13:33

O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

Petróleo cai até 11% com possível acordo no Oriente Médio e puxa tombo de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3)

6 de maio de 2026 - 12:48

Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira

BEM-VINDA AO CLUBE

Samsung atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão e não é (só) pelos celulares; veja motivos

6 de maio de 2026 - 10:43

Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance

AÇÃO DO MÊS

Três gigantes são as apostas dos analistas para navegar as águas turbulentas de maio; confira o ranking completo

6 de maio de 2026 - 6:00

Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente

A FONTE SECOU?

FII CACR11 fecha torneira de dividendos e derrete 42% na bolsa; entenda o que aconteceu e quando os proventos devem voltar a pingar

5 de maio de 2026 - 10:24

A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos

COMPRAR OU VENDER?

O gringo saiu e a Vale (VALE3) sentiu: ações caem 3% com debandada estrangeira e pressionam Ibovespa

4 de maio de 2026 - 18:40

Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos

EQUILIBRANDO A EXPOSIÇÃO

RBVA11 em expansão: FII adiciona Estácio, PBKids e Pátio Maria Antônia no portfólio por mais de R$ 100 milhões

4 de maio de 2026 - 17:32

Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre

TOP PICKS DE ENERGIA

Nem Cemig (CMIG4) nem Axia Energia (AXIA3): Safra dá veredito de compra para uma ação elétrica e diz quais são as favoritas do setor

4 de maio de 2026 - 16:55

O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras

SEM AQUISIÇÃO POR COTAS

Quer lucrar com a corrida do e-commerce? BTLG11 lança emissão aberta ao investidor — e você deveria entrar, segundo a Empiricus

4 de maio de 2026 - 15:05

Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo

SEM PROPOSTA

CVC (CVCB3) em alta na bolsa: companhia de viagens nega ter recebido proposta de aquisição para OPA

4 de maio de 2026 - 10:42

O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo

RECICLANDO O PORTFÓLIO

LOG (LOGG3) fecha maior venda da história com acordo de R$ 1,02 bilhão com FII do Itaú; veja os detalhes da operação

4 de maio de 2026 - 10:05

A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia

SADIA HALAL

IPO de US$ 2 bilhões a caminho: MBRF (MBRF3) dá passo final para colocar uma gigante na bolsa; veja detalhes

4 de maio de 2026 - 9:11

A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões

NOVAS MÁXIMAS

Bolsas de NY renovam recordes com esperança em relação à guerra no Irã; Nasdaq fecha acima dos 25 mil pontos pela primeira vez

1 de maio de 2026 - 18:26

Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia