🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

DESTAQUES DA BOLSA

Gestora que desvendou fraude no IRB (IRBR3) zera posição vendida em Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3); ações disparam

Ontem, os papéis BHIA3 encerraram o dia com alta de quase 16%. Já MGLU3 fechou a sessão com valorização de 10%.

Micaela Santos
Micaela Santos
19 de agosto de 2024
13:54 - atualizado às 7:33
Loja das Casas Bahia, empresa da Via (VIIA3)
Loja das Casas Bahia - Imagem: Divulgação

As ações das varejistas Casas Bahia (BHIA3) e da Magazine Luiza (MGLU3) despontaram entre as maiores altas do mercado brasileiro nesta segunda-feira (19).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por volta das 13h42 os papéis BHIA3 disparavam quase 12%, a R$ 5,65, entrando em leilão hoje por oscilação máxima permitida. As ações fecharam em alta de 15,61%, a R$ 5,85.

Já MGLU3 liderava as altas da B3, atrás apenas da Petz (PETZ3). No caso da varejista, as ações operavam em alta de 9,38%, a R$ 13,76. No fechamento, Magalu encerrou o pregão com alta de 10,57%, a R$ 13,91.

O desempenho forte dos papéis ocorre após a divulgação da carta semestral da Squadra Investimentos, no último domingo (18). No relatório, a gestora informou que encerrou a posição “short” (vendida) em alguns ativos de varejo, incluindo Casas Bahia e Magazine Luiza. 

“Com as quedas verificadas nas ações, no encerramento do semestre, o fundo Long Biased possuía apenas uma alocação short residual de varejo, que foi encerrada desde então", escreveu a gestora, que possui aproximadamente R$ 19 bilhões em ativos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao encerrar a posição short em Magalu e Casas Bahia, a Squadra sinaliza que vê pouco espaço para novas quedas das ações, o que contribui para a alta dos papéis na B3.

Leia Também

LEIA TAMBÉM: Receba em primeira mão as análises dos balanços das maiores empresas do varejo, segundo os analistas da Empiricus Research. 

Squadra ganha com queda das ações de Casas Bahia e Magazine Luiza

Responsável por revelar os problemas contábeis no IRB (IRBR3), a Squadra Investimentos é conhecida no mercado pelo acerto nas posições short. Nessa operação, o investidor espera lucrar com a queda no preço do ativo. Na prática, ele faz a venda de uma ação na bolsa e depois a compra de volta por um preço menor. Se o preço cair, ele lucra com a operação, mas perde dinheiro no caso de uma valorização.

No caso de Casas Bahia e Magazine Luiza, a gestora ressaltou que as empresas representavam as maiores contribuições "short" para os fundos da gestora. Nesse período,  as ações se desvalorizaram 64% e 90%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o fundo que aposta nesse tipo de estratégia também teve ganhos com investimentos short nos varejistas especializados Petz e Carrefour. 

Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o fundo Long Biased da gestora acumulou um ganho de 12,7% em relação ao Long Only, que possui apenas “posições compradas”. No caso desta carteira, a alta foi de 6,6%, contra um ganho de 4,9% no Ibovespa. 

A aposta contra as varejistas

Em relação a Casas Bahia e Magalu, alguns episódios marcantes aconteceram na direção do cenário de queda nas ações vislumbrado pela gestora, segundo a carta.

Entre eles, a oferta primária da Casas Bahia, em setembro de 2023, “para promover a melhora da estrutura de capital da companhia” com a emissão de 49% de novas ações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso do Magalu, a companhia divulgou em novembro de 2023, em fato relevante, que tinham sido “identificadas incorreções em lançamentos contábeis relacionados ao período de competência do reconhecimento contábil de bonificações em determinadas transações comerciais”, refletindo ajustes de R$ 1,257 bilhão (bruto de impostos).

Para a Squadra, ao longo do último anos, as companhias do varejo que estavam apresentando rentabilidade inferior ao custo de capital e sucessivas queimas de caixa mostraram desaceleração de crescimento, ou até queda de receitas.

Em entrevistas e comunicações recentes, os executivos dessas varejistas têm enfatizado a necessidade de priorizar a recuperação de rentabilidade, que segue deteriorada, ou mesmo buscar uma maior especialização dos modelos de negócio, ainda de acordo com a Squadra.

Curiosamente, a maior contribuição positiva para os fundos da gestora também veio de uma varejista — o Mercado Livre (MELI34). “Com um modelo de marketplace horizontal e contínua expansão de categorias de varejo, o Mercado Livre (MELI34) tem comprimido os preços e a rentabilidade de muitas companhias de varejo.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Enquanto o consumidor se beneficia tremendamente, o crescimento acelerado de um competidor tão qualificado tem sido penoso para os acionistas de diversos varejistas.”

Squadra revelou problemas contábeis no IRB (IRBR3)

Conhecida pelas posições vendidas (short), a Squadra ganhou ainda mais notoriedade no mercado quando revelou uma aposta na queda das ações da resseguradora IRB (IRBR3), em fevereiro de 2020

À época, a gestora publicou uma carta com uma análise sobre os resultados da empresa. No balanço entre janeiro e setembro de 2019, o IRB Brasil havia registrado um lucro líquido antes de impostos de R$ 1,390 bilhão. 

Entretanto, a Squadra calculou que, sem a ajuda de itens considerados extraordinários — que não devem se repetir nos resultados seguintes — a companhia na verdade teria um prejuízo de R$ 112 milhões no período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Meses após a divulgação da carta, o IRB confirmou a existência de inconsistências contábeis e precisou passar por duas capitalizações. Como resultado, as ações da resseguradora desabaram e ainda acumulam perdas de mais de 90% desde então na B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar