O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lá fora, Nova York fechou o dia em baixa, com destaque negativo para a Boeing após os acidentes; Wall Street ainda opera nesta terça-feira (31) em uma sessão mais curta
“Adeus, ano velho, feliz ano novo… Que tudo se realize, no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender”. A bolsa brasileira deu adeus a 2024 nesta segunda-feira (30), com o último pregão do ano. E se teve investidor com muito dinheiro no bolso, também tem aquele que precisa torcer para que tudo se realize em 2025 — ainda mais se olharmos apenas para o Ibovespa e para o dólar.
O principal índice de ações da B3 terminou 2024 nos 120 mil pontos e 10,22% em perdas acumuladas, no pior ano desde 2021. Em dezembro, o papai Noel não trouxe presentes para os investidores e o Ibovespa também terminou o mês em baixa: -4,13%.
A última sessão do ano também não foi das mais fáceis por aqui. Depois de renovar uma série de mínimas, o principal índice da bolsa brasileira terminou o dia quase no zero a zero: +0,01%, aos 120.283,40 pontos.
No mercado de câmbio, saúde para dar e vender. O dólar à vista dá adeus a 2024 com uma valorização de 27,34% — o melhor desempenho anual desde 2020. Em dezembro, o ganho acumulado foi de 2,98%.
Mas o último mês do ano engana quem olha só para esse percentual. Foi em dezembro que o dólar renovou máxima histórica ao alcançar R$ 6,30.
Hoje, no entanto, a moeda norte-americana perdeu força e encerrou a sessão cotada a R$ 6,1802, uma queda de 0,21%.
Leia Também
Embora o ano tenha sido difícil para a renda variável, especialmente por conta dos juros altos e da incerteza fiscal, houve quem ganhasse na bolsa brasileira.
E a líder absoluta do Ibovespa em 2024 é a Embraer (EMBR3), que voou alto e termina 2024 com 150,96% de ganhos acumulados.
Na outra ponta, a Azul (AZUL4) não viu o mesmo céu de brigadeiro da fabricante de aeronaves brasileira e termina o ano com perdas de 77,89%.
Enquanto a Embraer se beneficiou do dólar mais forte junto com outras exportadoras, a Azul acumulou prejuízos trimestrais e enfrenta um processo de reestruturação de dívidas com credores.
Confira as maiores altas do Ibovespa em 2024:
| Empresa | Ticker | Valorização |
| Embraer | EMBR3 | 150,96% |
| Marfrig | MRFG3 | 104,93% |
| BRF | BRFS3 | 87,89% |
| Santos Brasil | STBP3 | 69,42% |
| JBS | JBSS3 | 58,24% |
Na última sessão do ano, no entanto, a Azul liderou a ponta positiva do Ibovespa, com uma alta de 5,36%, cotada a R$ 3,54. Do lado negativo, Automob (AMOB3) foi a ação que mais caiu: -2,86%, a R$ 0,34%.
Confira as maiores baixas do Ibovespa em 2024:
| Empresa | Ticker | Desvalorização |
| Azul | AZUL4 | -77,89% |
| Magazine Luiza | MGLU3 | -69,73% |
| Cogna | COGN3 | -68,77% |
| Yduqs | YDUQ3 | -61,17% |
| CVC | CVCB3 | -60,57% |
Em Nova York, hoje não foi o último pregão do ano. A Nyse opera amanhã, dia 31 de dezembro. Mas, por lá, as negociações caminharam para terminar 2024 em nota mais baixa.
Uma nova rodada de realização de lucros nas ações das empresas de tecnologia dominou o pregão de hoje. Entre os destaques negativos esteve a Boeing na esteira de acidentes no final de semana na Noruega e na Coreia do Sul.
Os papéis da Boeing cederam 2,31%. A ação da Tesla caiu 3,30% antes do relatório de entregas de veículos elétricos. A Apple recuou 1,33% e Alphabet, -0,79%. A Amazon teve queda de 1,09%.
Outros papéis do grupo Sete Magníficas que ficaram pressionados foram: (-1,43%) e Microsoft (-1,32%). A Nvidia se recuperou, fechando o dia em alta de 0,35%.
Entre os principais índices da bolsa de Nova York, o Dow Jones caiu 0,77%, aos 42.992,21 pontos. O Nasdaq perdeu 1,49%, aos 19.722,03 pontos, e o S&P 500 fechou em baixa de 1,11%, aos 5.970,84 pontos.
Os índices chegam ao fim do ano longe de níveis recordes, ainda assim com bons desempenhos.
O S&P 500 e o Dow sobem 24% e 13%, respectivamente, a caminho do melhor ano desde 2021. O Nasdaq avança quase 30% em 2024 e está a caminho da mais longa sequência trimestral de ganhos desde 2021.
No mercado de câmbio, o dólar operou sem sinal único ante rivais, avançando contra os principais pares europeus, mas recuando ante o iene. Entre os emergentes, destaque para o rublo, que voltou a sofrer forte queda.
O índice DXY, que mede a variação da moeda norte-americana ante uma cesta de pares fortes, fechou em alta de 0,12%, a 108,130 pontos.
Na renda fixa, os yields (rendimentos) dos títulos do Tesouro dos EUA operaram em queda na última sessão completa do ano, já que o mercado fechará mais cedo na véspera de Ano Novo.
No fim da tarde em Nova York, o yield da T-note de 2 anos caía a 4,251%, o da T-note de 10 anos tinha queda a 4,541% e o do T-bond de 30 anos recuava a 4,762%.
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores