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O presidente brasileiro fez um balanço ao final do evento nesta quinta-feira (24) e não poupou nem mesmo os hermanos argentinos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disparou a sua metralhadora de palavras nesta quinta-feira (24), no encerramento da cúpula do Brics (grupo — por enquanto — formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). O petista mirou nos EUA, na Europa, na Rússia, mas vestiu um colete à prova de balas em Pequim.
Lula disse que o Brics não deve ser visto como antiocidente e defendeu a participação de países como o Irã no bloco. Horas antes, os líderes do bloco convidaram oficialmente Arábia Saudita, Argentina, Egito, Emirados Árabes, Etiópia e Irã para serem membros plenos.
Questionado se, com a participação de Irã, Rússia e China, o Brics poderia ser visto como um G-7 antiocidente, Lula disse que não se pode negar a importância geopolítica desses países. O G-7 é formando por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e EUA.
Segundo Lula, o Irã é um país extremamente importante, com 120 anos de relações com o Brasil. “Fico muito feliz quando vejo o Irã conversando com o mundo árabe, tentando colocar acordo com a Arábia Saudita. Isso é uma mudança do comportamento da humanidade”, afirmou.
A alfinetada nos norte-americanos e europeus continuou. “[Irã, Rússia e China] são três países que não podem estar fora de qualquer agrupamento político que você queira fazer. Seja para discutir economia, ciência e tecnologia ou cultura”, acrescentou.
O petista aproveitou a ocasião para defender a China. “Ninguém pode negar a importância mundial da China”, a quem se referiu como quem “soube tirar proveito da ganância do capitalismo”.
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Essa defesa, no entanto, não é à toa. O Brasil conta com o apoio de Pequim para conseguir o tão almejado assento no Conselho de Segurança das Nações (ONU). Vale lembrar que há quase 20 anos, o Brasil ajudou a China a obter a condição de economia de mercado em troca da mesma vaga no Conselho de Segurança, que não veio.
“O mundo mudou, os países mudaram, ganharam importância. Então é importante que a ONU tenha uma representatividade que possa deliberar coisas que as pessoas obedeçam”, afirmou Lula.
Depois do discurso do dia anterior, no qual Lula levou a guerra da Ucrânia para o centro das discussões do Brics, desagradando o presidente russo, Vladimir Putin, hoje, o petista voltou a provocar o chefe do Kremlin.
“Vamos acabar com essa história de Guerra Fria. É preciso que a gente sente em uma mesa e negocie. Aqui ninguém é mais criança e sei que é preciso dar uma cutucada no Putin e no Zelensky [presidente da Ucrânia] para que as coisas melhorem”, afirmou.
O petista voltou a colocar o Brasil à disposição das negociações de paz. “Em qualquer fórum que eu estiver, eu vou falar em paz. Quando os dois países resolveram pedir ajuda para parar a guerra e encontar a paz, o Brasil será um dos primeiros a tentar ajudar”, disse.
Lula, no entanto, lembrou que tem uma guerra própria para combater por aqui. “Eu tenho uma guerra no meu país, que é acabar com a fome e trazer a democracia de volta, que foi jogada no lixo por quase seis anos”.
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Lula não poupou nem mesmo a Argentina. Ao ser questionado sobre o ingresso do país vizinho, que está prestes a ter eleições presidenciais, no Brics, o petista admitiu a amizade com o atual mandatário, Alberto Fernández.
“Do ponto de vista de quem ganha a eleição, não importa. Todo mundo sabe que sou amigo do Alberto Fernández, mas vamos negociar com quem ganhar”.
Segundo Lula, a importância da Argentina justifica a integração no Brics. “A Argentina é um país importante na relação com o Brasil e na América do Sul e o que vale no Brics é a importância de cada estado”, disse.
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