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Enquanto o encontro não chega, o petista tentou acalmar os ânimos dos investidores — que seguem desconfiados em relação à responsabilidade fiscal do novo governo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está realmente empenhado em recolocar o Brasil em um lugar de protagonismo no cenário mundial. Depois de fazer uma viagem pela América do Sul, ele começa o segundo mês de sua gestão com voos mais altos — e mais distantes.
O petista vai se encontrar com o presidente dos EUA, Joe Biden, no dia 10 de fevereiro, segundo confirmação da Casa Branca.
A ideia é fortalecer ainda mais a relação entre os dois países e discutir o apoio “inabalável” à democracia brasileira.
"Durante o encontro na Casa Branca, os presidentes discutirão como os dois países podem continuar trabalhando juntos para promover a inclusão e os valores democráticos na região e no mundo", diz o comunicado da Casa Branca.
A nota ainda acrescenta que os dois também discutirão como os EUA e o Brasil podem continuar a enfrentar juntos desafios comuns, como o combate à mudança climática.
Enquanto o encontro com Biden não chega, Lula tentou nesta terça-feira (31) acalmar os ânimos dos investidores — que seguem desconfiados em relação à responsabilidade fiscal do novo governo.
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Lula afirmou ser uma pessoa que defende muito a estabilidade econômica.
"Eu sou uma pessoa que defende muito a estabilidade econômica. Eu quero seriedade fiscal, mas eu quero seriedade política, quero seriedade social. Porque é verdade que temos muitas dívidas para pagar, mas a dívida impagável há cinco séculos é a dívida social com o povo brasileiro", declarou o presidente da República no Palácio do Planalto.
O petista voltou a prometer acabar com a fome do País e fazer o reajuste real do salário mínimo, ou seja, acima da inflação, embora tenha reconhecido que neste ano "será difícil".
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