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Temas como a privatização da Eletrobras, a venda de ativos da Petrobras e o arcabouço fiscal não escaparam da língua feroz do presidente — e sobrou, de novo, para o chefe do BC, Roberto Campos Neto

A primeira entrevista ao vivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou com uma memória e uma confissão: o êxito econômico conquistado durante suas gestões passadas e o reconhecimento de que o cenário para fazer com que a economia volte a crescer não está fácil.
"Eu sei que agora não tá fácil (fazer economia crescer). Não está fácil no mundo, não está fácil no Brasil, na América do Sul, na América Latina, nos Estados Unidos… Mas eu acho que precisamos fazer as coisas que têm que ser feitas para a economia voltar a crescer", disse durante entrevista ao vivo à TV 247.
Em seguida, Lula passou para terrenos mais espinhosos e, no primeiro dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), voltou a atacar o patamar dos juros no País e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
O petista afirmou que é "irresponsabilidade" da autoridade monetária manter os juros em 13,75% e disse achar que Campos Neto não tem compromisso com a lei que determinou a autonomia do BC. Para Lula, só o sistema financeiro concorda com esse nível de juros.
O presidente também tratou do novo arcabouço fiscal, afirmando que o projeto já está maduro, mas é preciso cuidado para não faltar recursos para investimentos, saúde e educação. "É preciso discutir mais, não temos que ter pressa que setor financeiro quer".
O plano inicial era que a nova regra fiscal fosse apresentada antes da viagem de Lula à China, que começa neste fim de semana e terá o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na comitiva.
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"Por que não pode ser antes? Nós embarcamos sábado, Haddad não pode comunicar isso aí. Seria estranho, eu anuncio e vou embora. Haddad tem que anunciar e ficar aqui para responder, debater, dar entrevista, falar com sistema financeiro, com a Câmara dos Deputados, Senado, outros ministros", disse.
Não escapou a Lula falar de duas gigantes: a Eletrobras e a Petrobras.
O presidente voltou a criticar a privatização da Eletrobras e disse esperar que, um dia, o País volte a ser o dono da “maior” empresa de energia brasileira. “Foi um crime”, disse, ao definir a desestatização.
O petista aprovou também para criticar a trava para a reestatização da empresa que exige o pagamento do triplo da maior cotação do papel alcançada em dois anos para fazer uma oferta pelas ações ordinárias.
Também atacou a norma que determinou que a União tem limitação do poder de voto, de no máximo 10% dos votos em assembleias de acionistas, embora possua mais de 40% dos papéis com direito a voto.
“Não vai ficar por isso mesmo”, afirmou.
Sobre a Petrobras, o presidente disse já ter avisado ao presidente da estatal, Jean Paul Prates, para suspender todas as vendas de ativos da estatal.
"Não tem condição continuar vendendo", afirmou. "Vamos voltar a fazer que a Petrobras seja uma grande empresa de investimento. A Petrobras não foi feita para exportar óleo cru, a Petrobras não é apenas empresa de petróleo, é empresa de energia, tem que estar preocupada com gás, diesel, biodiesel", acrescentou.
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