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Segundo o Los Angeles Times, o cineasta pretende tirar férias temporariamente de Avatar após o lançamento do terceiro filme para retratar os desastres em Hiroshima e Nagasaki
À luz do fúnebre aniversário de um ano da guerra na Ucrânia e de um “relógio do fim do mundo” cada vez mais próximo da última badalada, James Cameron quer interromper a produção das sequências de Avatar para dar vida a um novo projeto voltado ao mundo real — desta vez, levando os holofotes para um dos maiores desastres já vividos no Japão.
Uma das máximas adotadas por Cameron em sua carreira profissional remonta ao século XVIII: “Aqueles que não conhecem a história estão fadados a repeti-la”, disse um dia o filósofo irlandês Edmund Burke.
Segundo um relatório do jornal Los Angeles Times, o diretor pretende tirar férias temporariamente da saga ambientada em Pandora após o lançamento de Avatar 3, marcado para o final do próximo ano, para retratar os desastres em Hiroshima e Nagasaki.
Depois de recriar nos cinemas a história do naufrágio do Titanic, o diretor de Avatar quer dirigir uma adaptação cinematográfica do livro “O Último Trem de Hiroshima”.
Escrito por Charles R. Pelegrino, o livro conta com depoimentos dos sobreviventes dos bombardeios em Hiroshima e Nagasaki — inclusive o falecido Tsutomu Yamaguchi, que sobreviveu às duas bombas atômicas durante a Segunda Guerra Mundial.
Com a guerra na Ucrânia prestes a completar um ano desde o início dos ataques russos, ainda ontem, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a suspensão da participação de Moscou no New Start, o último grande tratado de controle de armas nucleares entre norte-americanos e russos.
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Em conversa com o LA Times, o diretor James Cameron ressaltou que o ultranacionalismo — aquele sentimento de “nós versus eles”... conhece? — aumentou à medida que os conflitos entre Ucrânia e Rússia se agravaram.
“Vivemos em um mundo mais precário do que pensávamos. Acho que o filme de Hiroshima seria mais oportuno do que nunca, se não mais. Isso lembra às pessoas o que essas armas realmente fazem quando são usadas contra alvos humanos.”
A ideia de transformar em filme o livro sobre as bombas em Hiroshima e Nagasaki não surgiu agora. Em 2010, James Cameron já havia manifestado interesse em adaptar a história para as telonas.
Segundo o Mainichi, um dos importantes jornais diários mais importantes do Japão, na época, o diretor chegou a visitar no hospital e entrevistar Tsutomu Yamaguchi, o único sobrevivente conhecido dos dois atentados em Hiroshima e Nagasaki.
Pouco tempo depois, Yamaguchi faleceu, o que fez qualquer plano de Cameron para a adaptação voltar para as gavetas.
O diretor retomou o projeto após garantir o sucesso de “Avatar: O Caminho da Água” e de “Titanic” nos cinemas, que hoje ocupam a terceira e quarta posições na lista de maiores bilheterias da história, respectivamente.
Como o possível “hiato” de James Cameron deve acontecer somente após o terceiro filme de Avatar, a adaptação do livro sobre Hiroshima ainda não conta com data de lançamento definida.
Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos usaram de armas nucleares para forçar uma “rendição incondicional” do Japão.
Em 26 de julho de 1945, o presidente dos EUA, Harry Truman, fez um ultimato: ou os japoneses se rendiam ou enfrentariam "uma destruição rápida e absoluta".
Com a negativa asiática em se render, os americanos decidiram usar pela primeira vez na história uma bomba atômica em 6 de agosto daquele ano.
O primeiro alvo foi Hiroshima, uma cidade localizada na ilha de Honshu, que já havia sido bombardeada outra vez e servia de base militar para o Japão.
A bomba atômica, apelidada de “Little Boy”, teve uma força equivalente a 15 mil toneladas de dinamite e resultou na morte de 50 mil a 100 mil pessoas no dia da explosão, com uma área de cerca de 10 quilômetros quadrados devastada.
Apesar da destruição, o Japão não deu sinais de rendição. Três dias depois, os Estados Unidos decidiram realizar outro ataque nuclear.
Desta vez, a cidade de Nagasaki, localizada mais ao sul do país, foi quem sofreu com a explosão: com uma bomba 50% mais poderosa que a de Hiroshima, o ataque matou mais de 40 mil pessoas.
Os dois ataques nucleares, que entraram para a lista de momentos mais sombrios da história, resultaram na rendição dos japoneses em 14 de agosto de 1945.
Em entrevista ao DigitalSpy, Cameron disse projetar que o terceiro filme da saga estreie nos cinemas em 20 de dezembro de 2024 — desde que não haja atrasos na pós-produção.
Como Avatar 3 dará sequência à história retratada em “O Caminho da Água”, as filmagens foram feitas simultaneamente. Desse modo, falta apenas realizar o processo de pós-produção das filmagens do longa-metragem — que ainda deve tomar muito trabalho.
Os novos planos do filme de Hiroshima e a “folga” de Avatar devem atrasar os dois últimos filmes da franquia ambientada em Pandora.
Enquanto algumas filmagens de Avatar 4 já foram feitas, o último filme da saga ainda não começou a ser gravado, mas já conta com o roteiro escrito.
Até então, a expectativa era de que a franquia contasse com cinco filmes até 2028. As produções deveriam ser lançadas a cada dois anos, com Avatar 5 chegando às salas de cinema em 22 de dezembro de 2028.
*Com informações de LA Times
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