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Segundo especialistas, os últimos acontecimentos em Israel não têm precedentes nos mais de 15 anos desde que o Hamas ganhou controle sob a faixa de Gaza
Mais de 5 mil bombas lançadas, quase 300 mortos e cerca de mil palestinos feridos. Esse é o saldo das primeiras horas da resposta de Israel ao ataque surpresa do Hamas neste sábado (7) — que colocou os dois lados em uma guerra declarada.
“Cidadãos de Israel, estamos em guerra — não numa operação, não em rondas — em guerra”, disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ao lançar a operação Espadas de Ferro e a convocar reservistas. "O inimigo pagará um preço sem precedentes por esse ataque", continuou.
O derramamento de sangue é resultado de um ataque inesperado do Hamas, no qual dezenas de palestinos se infiltraram no sul de Israel a partir da Faixa de Gaza.
Os primeiros relatos indicam que os membros do Hamas teriam usado parapentes para entrar no território israelense, mas o ataque também teria ocorrido por terra e mar.
Segundo especialistas, os últimos acontecimentos em Israel não têm precedentes nos mais de 15 anos desde que o Hamas ganhou controle da Faixa de Gaza. Muitos analistas inclusive dizem que o ataque representa "uma colossal falha de inteligência" israelense.
Representantes do governo de Israel já disseram que uma investigação está em andamento para descobrir como o sistema de inteligência do país não foi capaz de antecipar o ataque coordenado do Hamas.
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Para entender o que acontece agora, é preciso voltar no tempo. Na história moderna, o conflito entre Israel e a Palestina remonta a 1947, quando as Nações Unidas propuseram a criação de dois Estados — um judeu e um árabe — na Palestina, sob mandato britânica.
No ano seguinte, Israel foi reconhecido como país. De lá para cá, vários acordos tentaram estabelecer a paz na região sem sucesso.
O que aconteceu neste sábado foi um ataque surpresa do movimento islâmico armado Hamas em Israel, que fez o país declarar guerra. A data da ofensiva, no entanto, não é aleatória: em 6 de outubro de 1973, países árabes atacaram Israel no que ficou conhecido como a Guerra do Yom Kippur.
Segundo um alto comandante militar do Hamas, 5 mil foguetes foram lançados contra Israel neste ataque. Sirenes de avisos de bombardeios foram acionadas em várias regiões do país, incluindo Jerusalém. Há registros de edifícios danificados em Tel Aviv e em outras cidades.
A mídia palestina relata que dezenas de israelenses, especialmente soldados, foram feitos prisioneiros por combatentes. O Hamas ainda divulgou imagens mostrando o que seria um tanque israelense destruído.
Médicos em Gaza afirmaram que pelo menos 198 palestinos foram mortos em ataques aéreos israelenses lançados após a ofensiva surpresa do Hamas, que matou pelo menos 100 israelenses. Há mais de mil palestinos feridos, segundo a autoridade de saúde local. Já Israel contabiliza no mínimo 750.
O grupo Jihad Islâmica Palestina disse que seus combatentes se juntariam ao Hamas no ataque contra Israel.
O presidente norte-americano, Joe Biden, ligou para Netanyahu e enfatizou que os EUA — antigo aliado de Israel — apoiam totalmente o direito de o país se defender. Netanyahu disse a Biden que haverá uma campanha militar prolongada e intensa, mas “Israel vencerá”.
Os líderes europeus condenaram o ataque do Hamas e também expressaram solidariedade a Israel.
Enquanto isso, o vice-chefe do Hamas, Saleh al-Arouri, disse à rede Al Jazeera que o Hamas está preparado para o pior. "Todos os cenários agora são possíveis e estamos prontos para uma invasão terrestre [israelense]".
O Brasil, na qualidade de presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, se prepara para convocar uma reunião de emergência do órgão, segundo o Ministério das Relações Exteriores.
No início da tarde em Brasília, começo da noite em Israel, os ataques se intensificaram na região e o governo de Benjamin Netanyahu anunciou o corte do fornecimento de energia à Faixa de Gaza.
Companhias áreas nos EUA começaram a cancelar voos para Israel. Na Europa, a alemã Lufthansa reduziu drasticamente o número de voos para o país nos próximos dias.
*Com informações da CNN, do The Guardian e da Reuters
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