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A contraofensiva da Ucrânia, lançada em junho, não foi tão bem sucedida como esperado e, agora, Kiev terá mais um desafio importante pela frente

Enquanto o mundo está ocupado com a turbulência geopolítica no Oriente Médio, a Ucrânia continua a combater as forças russas no sul e no leste — só que, além dos homens de Vladimir Putin, Kiev vai encarar um novo inimigo.
A contraofensiva da Ucrânia, lançada em junho, não foi tão bem sucedida como Kiev e seus aliados ocidentais esperavam, o progresso tem sido difícil e apenas uma dúzia ou mais de cidades foram recapturadas.
A Rússia ainda controla cerca de um quinto da Ucrânia, incluindo a maior parte das regiões de Luhansk e Donetsk, no leste; a península da Crimeia e Zaporizhzhia, no sul, além de um pedaço da região vizinha de Kherson.
E a Ucrânia tem uma janela de oportunidade estreita para manter sua contraofensiva de pé.
Isso porque o tempo deve mudar e o país deve ser tomado pelo inverno, uma estação que deixa o solo lamacento na Ucrânia e, depois, coberto de neve.
Estradas e campos lamacentos causaram estragos nas condições dos campos de batalha e nas operações ofensivas no outono e na primavera.
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Se isso se repetir, interromperia as operações ofensivas durante semanas antes de o terreno congelar.
As forças russas tiveram meses para preparar camadas de defesa, incluindo extensas redes de trincheiras; obstáculos antitanque como valas e campos minados.
Os homens de Putin também estão recebendo apoio de artilharia, helicópteros de ataque e outras aeronaves, bloqueando novamente as forças da Ucrânia.
Os campos minados, em particular, perturbaram o ímpeto ofensivo e a taxa de avanço da Ucrânia, de acordo com analistas do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS).
As forças ucranianas obtiveram ganhos no entorno da cidade de Bakhmut, no leste, e na margem esquerda do rio Dnieper, em Kherson.
Também conseguiram algo significativo há semanas, rompendo uma importante primeira linha de defesa russa perto da aldeia de Robotyne, na região de Zaporizhzhia, e pretendem avançar para sul, em direção a Tokmak.
Se conseguirem chegar à cidade fortemente defendida que funciona como centro de transporte e logística para as forças russas, terão uma chance de romper as linhas de abastecimento para Melitopol e para a Crimeia, ocupadas pela Rússia, mais a sul.
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