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O TikTok não foi o único a receber uma carta da Comissão Europeia sobre o assunto: o regulador ainda enviou documentos semelhantes a Elon Musk e a Mark Zuckerberg
O conflito entre Israel e Hamas dominou as redes sociais desde o último fim de semana — e, desde então, o TikTok vem sendo usado para distribuir desinformação e conteúdo ilegal em torno da guerra, segundo a Comissão Europeia.
Em uma carta direcionada ao CEO da plataforma, Shou Zi Chew, o comissário europeu de Thierry Breton deu um ultimato à rede social: a empresa tem 24 horas para remover o conteúdo irregular ou deverá arcar financeiramente com multas.
Segundo Breton, a rede social das dancinhas deve ser “oportuna, diligente e objetiva” na remoção de informações erradas — especialmente em um cenário em que jovens passaram a utilizar a plataforma como fonte de notícias.
“Em primeiro lugar, dado que a sua plataforma é amplamente utilizada por crianças e adolescentes, você tem uma obrigação especial de protegê-los de conteúdo violento que retrata a tomada de reféns e outros vídeos explícitos que supostamente circulam amplamente na sua plataforma, sem as devidas salvaguardas”, escreveu Breton.
Confira a íntegra em inglês da carta enviada pela Comissão Europeia ao CEO do TikTok:
Recentemente, a União Europeia aprovou a Lei de Serviços Digitais (DSA), que determina que as redes sociais devem monitorar constantemente e remover conteúdos ilegais, terroristas ou discursos de ódio.
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Agora, a Comissão Europeia exige que o TikTok detalhe os protocolos de moderação de conteúdo — e deu o prazo de um dia para o CEO da plataforma responder à carta e excluir todo o conteúdo ilegal da rede social.
Caso não cumpra com as ordens europeias, a plataforma pode receber multas no valor de 6% da receita anual da empresa.
Vale ressaltar que o TikTok não foi o único a receber uma carta do regulador com este mesmo contexto. Mais cedo nesta semana, Breton enviou documentos semelhantes ao proprietário do X, Elon Musk e ao dono do Facebook, Mark Zuckerberg.
Na terça-feira, a Comissão Europeia questionou o X, finado Twitter, a detalhar as medidas para lidar com o conteúdo “violento e terrorista” e “imagens falsas e manipuladas” na plataforma.
A CEO do X, Linda Yaccarino, disse que a empresa “montou um grupo de liderança para avaliar a situação” e “identificou e removeu centenas de contas afiliadas ao Hamas” desde o início da guerra, de acordo com um documento postado na rede social.
“Recebemos a resposta do @X à nossa carta sobre preocupações sobre a propagação de conteúdos ilegais e desinformação relacionados com o ataque terrorista do Hamas contra Israel. A equipe de fiscalização #DSA analisará a resposta e decidirá os próximos passos”, escreveu Breton.
Já do lado do Facebook e Instagram, a carta ao CEO da Meta, Mark Zuckerberg, foi enviada na última quarta-feira (11) pelo regulador europeu.
Um porta-voz da Meta disse à CNBC que a empresa está “trabalhando 24 horas por dia” para manter as plataformas seguras.
“Após os ataques terroristas do Hamas contra Israel no sábado, estabelecemos rapidamente um centro de operações especiais com especialistas, incluindo falantes fluentes de hebraico e árabe, para monitorar de perto e responder a esta situação em rápida evolução”, disse.
*Com informações de Reuters.
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