O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre os três principais candidatos, Patricia Bullrich é aquela que apresentou o patrimônio mais polpudo
As eleições presidenciais na Argentina se aproximam, em uma das disputas mais acirradas da história recente do país. O tema central do pleito, que acontece em 22 de outubro, não poderia ser outro: economia.
Mas, assim como no Brasil, a corrupção também é protagonista da eleição e, na tentativa de tornar as coisas mais transparentes por lá, o governo criou o Escritório Anticorrupção (Oficina Anticorrupción, em espanhol, também chamada de OA).
Uma das atribuições da OA é receber a declaração de bens dos candidatos que oficializaram a sua candidatura nas eleições primárias e obrigatórias, as Paso. São cinco candidatos no total:
Entre eles, os nomes com mais chance de irem para um eventual segundo turno são os do candidato de extrema-direita Milei, da representante da direita mais moderada Bullrich e de Massa, o atual ministro da Economia.
Isso porque durante as Paso, Milei surpreendeu e ganhou força, recebendo 30,04% dos votos. Ele superou a chapa de Patricia Bullrich e Horacio Rodríguez Larreta, que receberam 28,27% dos votos. Candidato governista, Sergio Massa ficou com 27,27%, desempenho aquém do esperado.
Entre os três principais candidatos, Patricia Bullrich é aquela que apresentou o patrimônio mais polpudo.
Leia Também
Conhecida como “dama de hierro” argentina, a ex-ministra de Segurança Pública reportou às autoridades um patrimônio de 24,6 milhões de pesos argentinos, o equivalente a US$ 140,4 mil na cotação oficial e US$ 71,1 mil na cotação paralela, chamada dólar blue — entenda aqui mais sobre os vários câmbios na Argentina.
Salientar a diferença nas cotações é importante para conseguir dimensionar o patrimônio “real” de cada candidato (em dólar blue) e aquela mais próxima da realidade de um argentino médio (dólar oficial, utilizado pelo Banco Central do país e principal cotação utilizada em transações financeiras).
A maior parte do patrimônio de Bullrich está em imóveis. Constam no documento três propriedades na cidade de Buenos Aires que, somadas, representam 511 milhões de pesos (US$ 1,4 milhão e US$ 686 mil nas cotações oficial e paralela).
Em relação à declaração do ano passado, Bullrich aumentou seu patrimônio em 5,1% em pesos; o crescimento foi da mesma proporção na cotação do dólar oficial e 8,9% na cotação paralela.
A DINHEIRISTA - Ajudei minha namorada a abrir um negócio, ela pegou meu dinheiro e ‘me deixou'
O segundo lugar entre os três principais candidatos à presidência na Argentina vai para Javier Milei.
Conhecido como “Bolsonaro argentino”, Milei informou à OA um patrimônio de 21,1 milhões de pesos (US$ 120,4 mil e US$ 60,7 mil, nas cotações oficial e paralela do dólar, respectivamente).
O candidato que surpreendeu nas Paso com 30,04% dos votos, superando a chapa de Bullrich e Massa, declarou uma casa na cidade de Buenos Aires, dois veículos e duas poupanças diferentes, avaliadas em 2,1 milhões de pesos (US$ 5,7 mil e US$ 2,8 mil) e 20 mil pesos (US$ 54,71 e US$ 26,84).
Milei é conhecido por seus posicionamentos duros contra a esquerda, além de ter como plano de governo a dolarização da economia.
Em comparação à declaração anterior, o patrimônio de Milei encolheu 4,7% em pesos; queda percentual igual no dólar oficial e 1,3% no paralelo.
O ministro da Economia foi quem declarou o patrimônio mais enxuto entre os três principais.
Massa declarou bens no valor de 19,3 milhões de pesos argentinos (US$ 52,8 mil e US$ 23,9 mil, nas cotações oficial e paralela do dólar, respectivamente).
O destaque do patrimônio do candidato representante do peronismo argentino é uma casa na província de Tigre, ao norte de Buenos Aires, avaliada em 14,4 milhões de pesos argentinos (US$ 39,3 mil e US$ 19,3 mil).
Além disso, Massa possui economias avaliadas em 462 mil pesos (US$ 1,2 mil e US$ 620,13) e uma poupança de apenas 33 centavos de dólar, segundo declarado.
Massa incrementou seu patrimônio em 4,3% em pesos na comparação com o ano passado; mesmo percentual em relação ao dólar oficial e 8% em relação ao paralelo para o mesmo período.
Apesar de não estarem concorrendo com os “peixes grandes” na disputa, vale uma menção honrosa a Juan Schiaretti, governador de Córdoba, e Myriam Bregman, deputada pelo partido dos trabalhadores socialistas argentinos. Afinal, ambos estão nos extremos entre os candidatos com maior e menor patrimônio.
Schiaretti declarou um patrimônio de pouco mais de 80 milhões de pesos (US$ 457,4 mil e US$ 231,7 mil, nas cotações oficial e paralela, respectivamente), enquanto Bregman anunciou possuir bens no valor de 887 mil pesos (US$ 50 mil e US$ 2,5 mil).
Metade do patrimônio do candidato mais rico é representada por uma propriedade no bairro Chateau Carreras, na cidade de Córdoba, avaliada em 44,2 milhões de pesos (US$ 120,9 mil e US$ 59,3 mil).
Por fim, a candidata com o patrimônio mais enxuto declarou ter 25% da titularidade de uma propriedade em Buenos Aires, no valor total de 30,5 mil pesos (US$ 83,56 e US$ 40,93), além de depósitos bancários de 843 mil pesos (US$ 2,3 mil e US$ 1,1 mil).
*Com informações do La Nación
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%