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O JP Morgan responde se Yduqs é a primeira aluna da classe ou se tem mais algum papel que vale a pena investir no setor de educação; confira
As férias escolares estão vindo aí, mas, diferente dos alunos e professores, as ações do setor de educação não darão uma pausa neste fim de ano — muito pelo contrário. Nesta segunda-feira (27), um dos papéis do segmento é o primeiro da classe: Yduqs (YUDQ3) chegou a subir mais de 8% na máxima do dia e lidera os ganhos do Ibovespa.
Isso porque o JP Morgan elevou a recomendação para os papéis da Yduqs de neutro para compra e o preço-alvo de R$ 25 para R$ 28, 50 — o que representa um potencial de valorização de 48,5% em relação ao último fechamento.
A mudança foi feita com base na melhoria da geração de fluxo de caixa e na boa orientação para o quarto trimestre, o que deve reduzir as preocupações do mercado com o aumento dos empréstimos para os primeiros meses de mensalidades.
Em termos de valuation, a Yduqs é negociada a 5,1 vezes o valor da firma/Ebitda (EV/Ebitda) em 2024 — abaixo dos 5,4x da Cogna (COGN3) e dos 9,1x da Afya (AFYA).
Por volta de 13h45, as ações da Yduqs subiam 7,56%, a R$ 20,62, liderando a ponta positiva do Ibovespa. No mês, YDUQ3 acumula alta de 16,6% e no ano, de 106%. Acompanhe nossa cobertura ao vivo de mercados.
Não é à toa que Yduqs é a preferida do JP Morgan no setor de educação agora. Segundo o banco, a companhia é o primeiro player de massa a retomar a geração de fluxo de caixa.
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Nos últimos 12 meses, a Yduqs gerou R$ 135 milhões — 2% de seu valor de mercado — atrás apenas da Afya, focada em Medicina, que gerou 5% de seu valor de mercado.
O JP Morgan destaca ainda que a Yduqs é a empresa menos alavancada da cobertura no segmento de educação, empatada com a Afya.
Mas se a Yduqs é hoje a melhor aluna do Ibovespa, as ações YDUQ3 não tiram nota dez sozinhas: os papéis da Ser (SEER3) também têm recomendação de compra pelo JP Morgan, com preço-alvo de R$ 9 — o que representa um potencial de valorização de 42,4% em relação ao último fechamento.
Em relação às outras alunas da classe, o banco norte-americano manteve, por exemplo, a recomendação neutra para Cogna (COGN3).
Embora o JP Morgan tenha destacado alguns pontos positivos da Afya, a recomendação das ações AFYA, negociada na bolsa americana Nasdaq, foi rebaixada para neutro.
Embora a empresa continue executando bem, o que levou o banco a aumentar o preço-alvo para dezembro de 2024 de US$ 22 para US$ 23, o papel teve um desempenho muito forte nos últimos três meses.
Por volta de 13h45, AFYA opera em queda de 1,87%, a US$ 19,95. No ano, acumulam ganho de 24% e, no ano, de 28%.
Essa não é a primeira crise da varejista do setor de casa e decoração, que já enfrentou pedido de falência, recuperação extrajudicial, renegociações de dívidas e diversas brigas entre os sócios.
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