O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações era uma das condições necessárias para a Vivo reduzir o capital
A Telefônica Brasil, dona da operadora de telefonia Vivo (VIVT3), conseguiu a anuência prévia da Anatel para reduzir o capital em até R$ 5 bilhões.
Agora, cabe à companhia a decisão de distribuir ou não esse valor aos acionistas, por exemplo na forma de dividendos. Os R$ 5 bilhões representam um retorno com dividendos (dividend yield) potencial da ordem de 7%.
A aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações era uma das condições necessárias para a Vivo reduzir o capital. A empresa informou que ainda espera a íntegra da decisão.
A operadora entrou em fevereiro com o pedido de aval para realizar a operação, que deve ocorrer em duas ou mais parcelas nos próximos anos.
A Vivo já é tradicionalmente conhecida como uma boa pagadora de dividendos. Mas nos últimos anos o retorno (yield) para o acionista vinha em queda, o que pressionou as ações da operadora na B3.
Isso porque a operadora precisou fazer uma série de investimentos, incluindo a da rede 5G e a aquisição de uma parte do negócio de telefonia móvel da Oi.
Leia Também
Assim, a notícia sobre a possível redução de capital em fevereiro animou os investidores.
No ano, as ações da Vivo (VIVT3) acumulam valorização de quase 13%. No pregão de sexta-feira, os papéis fecharam a R$ 43,29. A empresa é avaliada em aproximadamente R$ 72 bilhões na bolsa.
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou