O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ainda que o mercado veja com desconfiança o nível de endividamento da Via (VIIA3), os executivos apontaram que os bancos estão dispostos a rolar os vencimentos próximos
Os dias do varejo nacional já foram melhores, isso é um fato. Desde o escândalo envolvendo a Americanas (AMER3), o mercado passou a olhar com lupa para os resultados das grandes companhias do setor e essa nuvem parece não ser tão passageira. Hoje, foi a vez de os investidores demonstrarem sua insatisfação com a Via (VIIA3), que viu suas ações caírem após a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2022.
A dona do Ponto e da Casas Bahia informou na noite de quinta-feira (9) um prejuízo líquido de R$ 163 milhões no período, revertendo o lucro de R$ 29 milhões visto no mesmo período de 2021 — o dado veio pior do que o mercado previa.
Por volta das 17h38, já na reta final do pregão, VIIA3 caía 6,70%, cotada a R$ 1,81. O papel passou o dia todo entre as principais baixas do Ibovespa e, no pior momento, cedeu mais de 13%.
Para os analistas, além do resultado aquém do esperado, a estrutura de capital e a margem Ebitda da companhia são as linhas mais preocupantes e que justificam a venda do ativo no momento.

Além dos dados do 4T22, a Via anunciou que Helisson Lemos, VP de Inovação Digital, renunciou ao cargo, o que também não colaborou com o humor do mercado.
"Enxergamos o anúncio como negativo, uma vez que Helisson era um executivo chave para o desenvolvimento do marketplace da Via, o que pode ofuscar os resultados", escreveram os analistas da XP Investimentos.
Leia Também
Também em relatório, a equipe do JP Morgan reforçou os fracos resultados operacionais, destacando a estrutura de capital ainda delicada da empresa.
No balanço divulgado ontem, a Via informou um Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), de R$ 542 milhões nos três últimos meses de 2022, uma baixa de 10,6% se comparado ao mesmo período do ano anterior. No ano, esse indicador ajustado caiu 42%, explicitando um nível de endividamento lido como preocupante pelos analistas.
A dívida de curto prazo da varejista já soma R$ 1,6 bilhão, sendo R$ 1 bilhão a serem pagos dentro dos próximos seis meses. Considerando o nível da taxa de juros e a escassez generalizada de crédito, essas números podem se tornar uma dor de cabeça em curtíssimo tempo.
O tema "dívida" seria inevitável durante a teleconferência com analistas realizada na tarde de hoje. Durante o encontro, os executivos da Via (VIIA3) se mostraram confiantes com os próximos passos e com os débitos prestes a vencer.
“Os bancos sinalizaram positivamente para rolar os vencimentos que temos no segundo e no terceiro trimestre. Está tudo bem encaminhado”, disse Orivaldo Padilha, CFO da companhia.
A regra, reforçada pelo CEO Roberto Fulcherberguer, é rolar as dívidas atuais para não aumentar o endividamento. Além disso, outra meta para 2023 é reduzir despesas, numa regra que parece ter se imposto para todo o setor: a rentabilidade virá em primeiro lugar, antes do crescimento.
Um exemplo disso está na estratégia de deixar a inauguração de novas lojas de lado, já que o momento macroeconômico também não é dos melhores. Segundo os executivos da Via, serão abertas somente entre cinco e 10 novas unidades físicas em 2023.
O número pode mudar, conforme outras condições econômicas também melhorem. Inicialmente, o plano era abrir entre 60 e 80 lojas neste ano. Em 2022, foram fechadas 21 delas, enquanto 63 foram abertas, para efeito de comparação.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4