O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As ações do banco regional norte-americano fecharam a US$ 16 na segunda-feira (24), antes da divulgação dos resultados do primeiro trimestre. Nos dois dias seguintes, o papel despencou mais de 60%, atingindo uma nova mínima histórica.
Os investidores chegaram a pensar que a crise bancária que se avizinhava no horizonte tinha ficado para trás, mas o First Republic Bank se mostrou uma pedra chata de tirar do sapato de Wall Street e das autoridades norte-americanas.
Não é de hoje que o banco está na berlinda e que o mercado se pergunta: vai quebrar ou vai ser resgatado? E, nesta sexta-feira (28), os temores em relação à situação do First Republic Bank aumentaram.
As ações FRC caíram mais de 50% em Nova York com a notícia de que o Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC — o órgão garantidor de crédito dos EUA) deve assumir o controle dos ativos do banco, assim como ocorreu com o Silicon Valley Bank (SVB) e com o Signature Bank.
Por volta das 12h50 (de Brasília), a ação do First Republic tombava 50,73%, a US$ 3,05, em Nova York. Agora, os papéis reduziram um pouco as perdas, mas ainda recuam impressionantes 38%.
Ainda há esperança de que outra solução seja encontrada que não a tomada de controle por reguladores norte-americanos.
De acordo com fontes ouvidas pela CNBC, outros bancos estão sendo consultados pelo FDIC sobre a possibilidade de ofertas para comprar o First Republic.
Leia Também
Mais cedo, a agência Reuters informou que autoridades norte-americanas — incluindo o FDIC, o Tesouro e o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) — estão coordenando reuniões com outros bancos para intermediar um plano de resgate para o First Republic.
Antes, na quarta-feira (26), a CNBC noticiou que os consultores do First Republic estavam se preparando para apresentar aos bancos maiores um plano que permitiria ao credor regional vender títulos e outros ativos a uma taxa acima do mercado e, em seguida, aumentar o patrimônio.
Essa venda resultaria em prejuízo para os bancos que comprarem os títulos, mas poderia sair mais barato no longo prazo do que deixar o banco falir e ser controlado por reguladores.
As ações do First Republic fecharam a US$ 16 na segunda-feira, antes de o banco divulgar os resultados do primeiro trimestre — que mostraram uma queda nos depósitos de cerca de 40%.
Nos dois dias seguintes, a ação tombou mais de 60%, atingindo uma nova mínima histórica.
O First Republic é um banco regional que se concentrou em clientes com alto patrimônio líquido, oferecendo hipotecas a baixas taxas de juros.
Essas hipotecas, assim como outros ativos de longo prazo no balanço do banco, caíram em valor de mercado desde que o Fed começou a aumentar os juros, em março do ano passado, deixando os investidores preocupados com o fato de o banco ter que registrar uma perda considerável se forçado a vender esses ativos para levantar dinheiro.
As enormes saídas de depósitos do First Republic Bank ocorreram após o colapso do Silicon Valley Bank e do Signature Bank, em março deste ano. Os maiores bancos do país, incluindo o JPMorgan, já ajudaram o First Republic desde então com US$ 30 bilhões em depósitos a prazo.
Embora tenha responsabilizado a gestão do Silicon Valley Bank pelos eventos que culminaram na quebra do banco em março, o banco central dos EUA reconheceu que falhou no papel de forçar a instituição financeira a corrigir as vulnerabilidades.
Em um relatório de cerca de 100 páginas sobre o colapso do SVB, divulgado nesta sexta-feira, o Fed explica que as autoridades de supervisão identificaram os problemas, mas foram lentas em exigir que o SVB cumprisse as exigências de liquidez e capital.
Para a instituição, o processo foi "muito deliberativo" e focado em acumular evidências antes de agir. O Fed, em particular, avalia que não foi capaz de perceber a seriedade das deficiências na governança e gestão de riscos do banco.
*Com informações da CNBC
Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida
Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)
Em evento nesta terça-feira (7), a diretoria da empresa detalhou como vem avançando em expansões, reforçando a aposta em experiência e usando a estratégia como escudo contra o impacto dos juros altos
Banco projeta Ebitda de US$ 4,08 bilhões no 1T26 e destaca avanço dos metais básicos nos resultados da companhia
Na disputa pela conveniência no e-commerce de medicamentos, o Mercado Livre estreia com preços mais baixos e navegação mais fluida, mas ainda perde em rapidez para rivais já consolidados como iFood, Rappi e Raia
“Apesar do bom desempenho operacional e avanços na Resia, a geração de fluxo de caixa fraca no Brasil deve pressionar a reação do mercado”, disse o banco BTG Pactual em relatório.
O JP Morgan elevou o preço-alvo após a empresa garantir contratos estratégicos; saiba por que o banco vê riscos menores e maior geração de caixa no horizonte
A notícia chega em um momento delicado para a companhia: ela tem caixa para apenas mais 15 dias e já vem adiando tratamentos de seus pacientes por falta de recursos
A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril
Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)