O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A aprovação permite a operação de outras três instalações em Sant’Ana, empreendimento adquirido pela companhia em um leilão em 2018
A Taesa (TAEE11) conseguiu aprovação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para a utilização de um novo trecho em linha de transmissão em Sant’Ana, no Rio Grande do Sul.
O aval permite colocar em operação outras três instalações no empreendimento adquirido pela companhia em um leilão de transmissão em 2018.
Com a liberação do ONS, a operação pode adicionar R$ 28 milhões à receita anual permitida (RAP) para a companhia.
A RAP trata-se da remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos clientes.
Desse modo, o empreendimento passa a ter direito a aproximadamente R$ 71 milhões de RAP para o ciclo 2022-2023 — antes mesmo do prazo previsto de conclusão pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), estipulado para julho deste ano.
As instalações liberadas equivalem a 91% da RAP total do empreendimento, de aproximadamente R$ 77,8 milhões.
Leia Também
Vale destacar que esse número considera as receitas referentes às energizações realizadas em abril de 2022, de R$ 18 milhões, e em novembro do ano passado, de R$ 25 milhões.
Na visão dos analistas da Genial Investimentos, a aprovação do ONS é positiva, uma vez que aumenta a RAP da empresa, apesar de não representar uma adição significativa em relação à receita total da Taesa.
A empresa de transmissão de energia é uma das queridinhas dos investidores com foco em dividendos, mas tem o desafio de se manter nessa posição nos próximos anos. A expectativa é que a Taesa precise fazer um grande investimento nos próximos leilões marcados para este ano e 2024.
O problema é que a companhia já possui um nível elevado de endividamento. Ou seja, o temor do mercado é o de que a empresa reduza os dividendos ou precise passar por uma capitalização.
Os analistas do Santander estão mais otimistas com as ações da Taesa (TAEE11), e chegaram a revisar no mês passado a recomendação dos papéis de venda para neutro.
Isso porque o banco acredita que a empresa tende a ter margens melhores neste ano conforme seus novos projetos entrem em operação, além de considerar alíquotas de impostos com efeitos positivos para a companhia.
Segundo o banco, a Taesa é uma das maiores transmissoras do Brasil, com geração de fluxo de caixa estável, previsibilidade de receita e com proteção contra a inflação.
Além disso, são elogiadas a equipe de gerenciamento da empresa, sua eficiência operacional, boa alocação de capital e resultados sólidos, assim como o baixo risco regulatório.
O Santander projeta um Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português) de R$ 2 milhões para este ano.
Na visão dos analistas, a estimativa reflete os ajustes inflacionários sobre as receitas anuais e a completa entrada em operação das linhas de transmissão de Ivaí e Sant'Ana.
O banco também prevê que a Taesa seguirá de olho na aquisição de novas linhas, sendo provável que ela participe de leilões de transmissão ao longo deste ano.
Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio
O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões
Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta
Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman
A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira
A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro
A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA
Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos
Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global
A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa
No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%
Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões
Decisão marca o primeiro processo da Operação Compliance Zero a retornar à base judicial; STF mantém apenas relatoria por prevenção
Com o encerramento de 70 lojas nos EUA, a gigante aposta em formatos híbridos e planeja abrir mais de 100 novas unidades da Whole Foods Market, incluindo o fortalecimento da versão compacta Daily Shop
Produção de minério de ferro no quarto trimestre alcança 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% na comparação anual; confira o que dizem os analistas sobre o relatório
Com a emissão, a companhia irá financiar a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11). Ela não informou o valor da operação.
Demanda supera oferta em seis vezes e pode levar fintech a valer US$ 2,6 bilhões na bolsa norte-americana
Mensagem enviada por engano antecipou a segunda rodada de demissões na gigante de tecnologia em menos de seis meses
Segundo informações do Estadão, o BRB teria recebido os ativos para compensar os R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito podre vendidas pelo Master
A carteira de encomendas da aviação comercial, a mais rentável da companhia, cresceu 42% em um ano, mas reestruturação da Azul ainda atrapalha