O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mais de 1,1 milhão de carros produzidos entre janeiro de 2019 e abril deste ano em Xangai, na China, bem como alguns modelos importados no país, estão na lista de recall
A empresa de carros elétricos de Elon Musk enfrenta problemas na China. A Tesla anunciou o recall de praticamente todos os veículos vendidos no país devido a problemas no sistema de freios e no pedal de aceleração, o que aumenta as chances de colisão e reduz a segurança dos passageiros.
Mais de 1,1 milhão de carros produzidos entre janeiro de 2019 e abril deste ano em Xangai, na China, bem como alguns modelos importados no país, estão na lista de recall.
A Tesla vendeu 1,13 milhão de veículos na China desde 2014, o que representa 97,3% da frota total, segundo o Centro de Tecnologia e Pesquisas Automotivas do país.
A China tem investigado uma série de acidentes envolvendo “usos indevidos de pedal” nas últimas duas décadas. Tanto a Toyota quanto a Tesla são as principais empresas por trás da alta de acidentes.
Isso porque motores de veículos elétricos não possuem um barulho tão intenso quanto o do motor a combustão — o que pode enganar o motorista sobre a intensidade com a qual aperta os pedais e pode causar acidentes.
No caso específico da Toyota, a investigação vai no sentido de avaliar possíveis acionamentos não intencionais do pedal. Já com a Tesla, os problemas são no sistema de freios.
Leia Também
Mas as ações não sentiram o mesmo impacto. Os papéis TSLA subiam 2,13% nas primeiras horas do pregão desta sexta-feira (12) em Nova York, cotadas a US$ 174,21.
Em termos técnicos, o sistema de freios regenerativos converte a energia criada na brecagem do carro em eletricidade para alimentar a bateria.
Os carros da Tesla contavam com um mecanismo de manejo dos freios regenerativos. Isso permitia que o motorista controlasse a taxa de conversão desse sistema que influencia diretamente na capacidade de parar o veículo.
Esse sistema também está atrelado com o pedal de aceleração. Dependendo da regulagem, o veículo pode ter uma desaceleração diferente conforme o motorista retira o pé do acelerador — e aí mora o problema.
Esses veículos defeituosos não permitiam que o motorista regulasse o sistema de freios regenerativos. Em outras palavras, o piloto não tinha controle sobre a frenagem dos carros.
Assim sendo, a Tesla disponibilizou um software que autoriza os motoristas a controlar o sistema de freios regenerativos.
Também haverá uma notificação no painel quando o acelerador for pressionado por um longo período de tempo.
A Tesla já havia emitido um pedido de desculpas em dois acidentes que ocorreram em 2021 e 2022, sendo que um deles teve vítima fatal. Até a conclusão desta reportagem, a montadora não se pronunciou.
*Com informações da Bloomberg
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose