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A alta dos preços do petróleo favorece as ações de petroleiras como Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), que sobem mais de 2% na B3
Em dia morno para o principal índice da B3, o Ibovespa tentava se manter no campo positivo com ajuda das ações de petroleiras, mas passou a cair há pouco, com queda de 0,45% por volta das 14h25. Os papéis da Petrobras (PETR3/PETR4), PetroRecôncavo (RECV3), Prio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3), porém, seguem entre as maiores altas do índice.
O principal motivo para a subida é o avanço dos preços do petróleo no exterior, em meio a uma leve melhora da percepção da economia da China, a maior consumidora de commodities do mundo.
Informações de que a China pode anunciar novas rodadas de estímulos à economia e dados positivos do lucro industrial do país são o pano de fundo dessa melhora.
Por volta das 14h25, as ações das quatro companhias avançavam mais de 2%.
No caso da Prio, a alta do petróleo se soma à notícia de que a agência de classificação de riscos Fitch Ratings elevou a nota de crédito da companhia de “BB-” para “BB”, com perspectiva estável.
A avaliação de que a Prio melhorou o seu perfil de reservas e de produção de petróleo, mantendo um baixo nível de endividamento e uma boa estrutura de custos motivaram a melhora do rating.
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Segundo a Fitch, a Prio “melhorou materialmente o seu perfil de reservas 1P” , ou seja, as reservas provadas.
“A vida útil da reserva 1P do Prio é forte, estimada em mais de 17 anos em 2023, e a vida útil da reserva PDP [projeção de reservas provadas em produção] foi estimada em mais de oito anos; ambos os índices são fortes para a categoria de rating 'BB'”, afirmou.
Ao lado das petroleiras, entre as maiores altas do Ibovespa, estão ainda os papéis da CVC (CVCB3) e da Gol (GOLL4). Com altas de cerca de 4% e 2,4%, respectivamente.
A valorização chama atenção, já que o dólar em alta costuma impactar negativamente as ações de companhias aéreas e empresas de turismo.
O dólar tem se mantido em alta frente ao real desde a abertura do pregão nesta quarta-feira (27) e voltou a superar o nível de R$ 5.
No caso da CVC, as ações têm mostrado maior volatilidade nos últimos pregões e ensaiam uma recuperação. Os papéis tentam retomar as altas vistas em meio à recuperação judicial da 123 Milhas recentemente, com perspectivas de que poderia avançar no mercado diante dos problemas enfrentados pela concorrente.
Já as ações da Gol sobem após a conclusão do refinanciamento de R$ 1 bilhão em debêntures. A empresa disse que, com a operação, o valor de cerca de R$ 100 milhões será amortizado em setembro de 2023 e o valor de R$ 900 milhões será amortizado em 30 parcelas entre janeiro de 2024 e junho de 2026.
O refinanciamento faz parte do plano da companhia de melhorar seu balanço e estender seus vencimentos de dívida de curto prazo.
Na ponta negativa da bolsa estão ações de companhias do setor de consumo e varejo, além de elétricas.
Favorece esse movimento a alta dos contratos de juros futuros no Brasil hoje, em meio à cautela com o encaminhamento da questão fiscal por aqui e à alta dos juros norte-americanos,
A maior perda do Ibovespa é da Casas Bahia (BHIA3), com queda de mais de 5%.
As ações da antiga Via seguem sendo penalizadas pelo mercado financeiro por causa da sua situação financeira delicada e amargam perdas acima de 30% desde a realização de uma oferta de ações mal sucedida, que levantou menos dinheiro do que o esperava.
Ainda entre ações ligadas ao consumo domésticos, ao lado da Casas Bahia, estão papéis como os da Rede D’Or (RDOR3) e da Natura (NTCO3).
Analistas e gestores ouvidos em reportagem especial do Seu Dinheiro publicada nesta quarta-feira (27), mostram que a gigante de cosméticos ainda tem muito a fazer para se recuperar, concluindo a venda de ativos como da The Body Shop e fazendo a integração com a Avon.
O dia ainda de perdas superiores a 2% das ações da Eletrobras (ELET3/ELET6) e da Copel (CPLE6).
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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