O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os diretores da companhia mostraram planos de crescimento durante o Cosan Day e se disseram satisfeitos com o portfólio atual de empresas; saiba mais
Muito já se falou sobre a possibilidade de a Cosan (CSAN3) abrir o capital na bolsa de valores (IPO) de mais empresas sob o seu guarda-chuva, como já fez com a Raízen (RAIZ4), por exemplo, ou mesmo de fazer novos investimentos, como a compra da participação na Vale (VALE3) .
No entanto, a holding deixou bem claro que no momento entende que o melhor investimento é nela mesma. Ou seja, o foco da Cosan agora é na recompra das próprias ações na B3.
Isso porque a companhia acredita que os papéis não estão sendo bem avaliados pelo mercado financeiro e estão, como se diz no jargão, “descontados”.
“Fizemos entregas muito relevantes, mas o mercado não nos dá o benefício da dúvida. Eu gostaria de aumentar substancialmente a recompra de ações, prefiro inclusive deixar de fazer qualquer outro investimento e fazer a recompra, mas, claro, damos um passo por vez”, disse Marcelo Martins, vice-presidente de estratégia, a analistas durante o Cosan Day.
Recentemente, a companhia já anunciou um programa de recompra de ações e, embora veja o momento como positivo para comprar mais, alega que é preciso ter cautela e seguir acompanhando a possível necessidade de recursos de cada empresa do grupo.
Entre o que chamou de “entregas”, que acredita que justificariam uma ação mais valorizada, Martins citou a melhora financeira significativa já vista em empresas como a Rumo (RAIL3) e a Moove.
Leia Também
O executivo lembra que quando a Cosan comprou a Esso, em 2008, - o que deu origem a boa parte do portfólio que tem hoje - o segmento de lubrificantes veio junto praticamente “de graça”, mas hoje se transformou na Moove, que quadruplicou o seu valor desde então.
“Em 2008, a aquisição da Esso saiu por cerca de US$ 500 milhões e o negócio de lubrificantes tinha Ebitda negativo. Se fizermos o IPO da Moove, que acho que acontecerá em algum momento, ele valerá no mínimo quatro vezes a aquisição em dólares”, afirmou.
“Esse é um dos maiores cases de construção de valor dentro do nosso portfólio”, reiterou.
Ele destacou ainda que a Moove tem, por exemplo, uma parceria importante com a Exxon Mobil, o que dá acesso a 3% do mercado norte-americano de lubrificantes e abertura para ampliar essa fatia.
Apesar de afirmar que o IPO da Moove acontecerá em algum momento, Martins deixou claro que, assim como um possível IPO da Compass, não acontecerá esse ano e não é uma necessidade no momento. Porém, não descarta aproveitar janelas do mercado no futuro.
“Vamos fazer o IPO da Moove em momento adequado, temos sócio que tem desejo de ter mais liquidez também [o fundo CVC Parners] Já na Compass acreditamos que não é o timing de fazer o IPO, não há necessidade de acessar o mercado de equity esse ano. No ano que vem é outra história”, reiterou.
De acordo com o executivo da Cosan, a companhia sempre olha as oportunidades e pode aproveitar janelas para IPOs, que têm sido escassas, mas as empresas estão com boa situação financeira e nível de endividamento baixo, ou seja, não precisam levantar dinheiro na bolsa agora.
No caso da Compass, que atua no setor de gás, já houve a tentativa de abrir o capital no passado, mas a Cosan desistiu por acreditar que o valor da ação não seria precificado em um nível adequado.
O CEO da Compass, Nelson Gomes, também destacou durante o evento que a empresa tem muito a crescer e aproveitar o crescimento da demanda de gás com os ativos que já possui.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar