O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a nova fatia, a operadora de shoppings eleva sua participação no empreendimento mineiro para 75,05%
A Multiplan (MULT3) anunciou na noite de quinta-feira (5) que fechou um acordo com o Atlético-MG para adquirir 24,95% do shopping DiamondMall, localizado em Belo Horizonte. Com a nova fatia, a operadora de shoppings eleva sua participação no empreendimento a 75,05%.
A companhia pagará R$ 170 milhões pela aquisição, metade do valor inicialmente proposto pela empresa em agosto para comprar o dobro da fatia.
Do montante, o contrato estipula que R$ 68 milhões serão desembolsados à vista no fechamento do negócio. Já os R$ 102 milhões restantes deverão ser pagos em 12 parcelas mensais indexadas ao IPCA.
As ações MULT3 operam em leve alta de 1,24% por volta das 12h15 desta sexta-feira, negociadas a R$ 21,19 na bolsa de valores brasileira.
É importante destacar que o negócio ainda está sujeito ao cumprimento de condições estipuladas em contrato, incluindo a aprovação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
A participação da Multiplan no empreendimento não é atual. Afinal, a companhia já detinha a maior fatia no shopping mineiro desde 2017, quando o Atlético-MG vendeu 50,1% do DiamondMall por R$ 296,8 milhões, com correção monetária.
Leia Também
Aos investidores que acompanham a saga da Multiplan com o Clube Atlético Mineiro, a operação fechada nesta quinta-feira mostra uma certa busca da administradora de shoppings pelo meio-termo.
Isso porque, em maio do ano passado, o conselho deliberativo do Galo aprovou a venda da fatia remanescente de 49,9% no DiamondMall, com a intenção de embolsar pelo menos R$ 320 milhões.
Já no início de agosto de 2022, a Multiplan exerceu o direito de preferência pela compra e anunciou a aquisição da fatia restante do empreendimento por R$ 340 milhões.
Entretanto, logo no começo deste ano, a empresa decidiu jogar um balde de água fria no clube e voltou atrás no acordo. No dia do anúncio da desistência, as ações MULT3 chegaram a desabar mais de 5% na B3.
Demorou quatro dias desde que revogou o negócio até a companhia decidir refazer a oferta para o Atlético, anunciada na noite de ontem.
Agora, a transação proposta pela companhia é de adquirir a metade da participação inicialmente negociada pela metade do valor. Isto é, uma fatia de 24,95% por R$ 170 milhões.
Vale lembrar que o Atlético-MG acumula uma dívida total de mais de R$ 1 bilhão em empréstimos e financiamentos — e a venda do shopping localizado em BH auxiliaria a levantar dinheiro para arcar com os débitos.
Na visão do BTG Pactual, a operação pode ser positiva para a Multiplan (MULT3) apesar de o negócio não representar uma mudança tão significativa para a empresa, uma vez que corresponde a menos de 2% do valor de mercado da companhia.
Segundo os analistas do banco, o DiamondMall é um shopping premium dominante e está entre os melhores ativos da Multiplan, já que reforça o posicionamento da empresa em Belo Horizonte.
Apesar de envolver um montante relativamente baixo, a compra de uma participação maior no empreendimento “permitirá expandir o shopping com retornos ainda mais atrativos”.
O banco segue otimista com o futuro da administradora de shoppings, com recomendação de compra para as ações MULT3.
Os analistas estipularam um preço-alvo de R$ 31 por papel para os próximos 12 meses. O valor representa um potencial de alta da ordem de 41% em relação ao último fechamento, de R$ 20,93.
Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26
O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast
A varejista de jogos fez proposta de compra sobre a empresa de e-commerce com valor de mercado quatro vezes maior; qual é o plano da GameStop?
A operação “reforça o compromisso da Axia Energia com a otimização de participações minoritárias”, disse a ex-Eletrobras em fato relevante
Resultado dos três primeiros meses do ano marca estreia da BradSaúde, enquanto mercado tenta entender quanto vale a nova plataforma de saúde do Bradesco; descubra o que esperar
Queda de demanda, piora na hidrologia e avanço dos preços de energia marcaram o período, favorecendo empresas mais expostas ao mercado de curto prazo
Cenário mistura desafios para instituições financeiras e oportunidades para empresas expostas a petróleo e mercado externo
Durante homenagem, o megainvestidor destacou a trajetória da Apple e elogiou a liderança de Tim Cook após a morte de Steve Jobs
A expectativa da companhia aérea era sair da proteção contra falência no meio de 2026, mas ainda apresentava muitos problemas
Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo
Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto
Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado
Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado
A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%
Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo
Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente
A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor
Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes
Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu
Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor