O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O acordo envolve plantas de abate bovino da Marfrig no Brasil, Argentina e Chile; além disso, uma subsidiária da Minerva irá comprar participações societárias em controladas uruguaias da companhia
Dois dos maiores frigoríficos do Brasil acabam de fechar uma transação bilionária: segundo comunicado enviado ao mercado nesta segunda-feira (28), a Minerva (BEEF3) assinou um contrato para a compra de ativos da Marfrig (MRFG3) na América do Sul por R$ 7,5 bilhões.
De acordo com o documento, o acordo envolve plantas de abate bovino de propriedade da Marfrig no Brasil, Argentina e Chile. Além disso, uma subsidiária da Minerva, a Athn Foods, irá comprar participações societárias em controladas uruguaias da companhia.
Para assegurar o negócio a compradora já desembolsou um sinal de R$ 1,5 bilhão hoje. As parcelas remanescentes dos contratos deverão ser pagas na data de fechamento e contam com o compromisso de financiamento firme por parte do JP Morgan.
"Ressalta-se que ambas as operações estão sujeitas a determinadas condições precedentes, incluindo aprovação das respectivas autoridades concorrenciais", destaca o comunicado.
Outro requisito para o fechamento do negócio é a criação, por parte da Minerva, de uma nova companhia brasileira chamada NewCo. O único propósito da empresa será receber e deter os negócios sulamericanos.
Vale destacar que as ações da Minerva dominaram a ponta positiva do Ibovespa no pregão de hoje — os papéis BEEF3 subiram 3,82%, a R$ 10,86. O desempenhou puxou as cotações de outros frigoríficos, incluindo a BRF (BRFS3), rival na qual a Marfrig ampliou a participação recentemente.
Leia Também
A Marfrig participou de uma oferta subsequente de ações na BRF que movimentou R$ 5,4 bilhões. Com a operação, o grupo passa a ter uma influência ainda maior na dona da Sadia e Perdigão.
O follow-on também culminou em dois acionistas com uma participação combinada de mais de 50% do capital atuando em conjunto na companhia: o frigorífico rival e o fundo saudita Salic. Mas vale lembrar que não há um acordo de acionistas entre os dois grupos.
Mas vale destacar que, com Marcos Molina na presidência do conselho e Miguel Gularte como CEO, a Marfrig já comandava a BRF mesmo sem ter o controle de fato.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa