O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Marisa é a maior locatária do FII em questão, o Brasil Varejo, correspondendo a 81,47% de sua receita
E-commerce, imóveis e agora moda: a crise do varejo não parece poupar nenhum de seus segmentos. Depois de Americanas (AMER3) e Tok&Stok, a Marisa (AMAR3) é mais uma empresa do setor a dar calote no pagamento de aluguéis para fundos imobiliários.
A companhia é uma das locatárias do FII Brasil Varejo (BVAR11), que comunicou nesta sexta-feira (17) não ter recebido o pagamento dos valores referentes à competência de janeiro, com vencimento neste mês.
A administradora do BVAR11, Rio Bravo Investimentos, destacou que foi pega de surpresa com a situação, pois, até a publicação do fato relevante de hoje, não havia recebido nenhuma comunicação prévia sobre o não pagamento.
Ainda assim, já havia indícios de que a empresa poderia faltar com suas obrigações financeiras: a Marisa anunciou na semana passada que tenta renegociar cerca de R$ 600 milhões em dívidas com bancos.
Além disso, a varejista de moda realizou uma nova troca de CEO e outras mudanças na diretoria e conselho ontem (16) para enfrentar a crise financeira.
O BVAR11 deve torcer para que essas medidas sejam efetivas, pois a Marisa é sua maior locatária e corresponde a 81,47% da receita.
Leia Também
Não há detalhes disponíveis sobre o portfólio do fundo, mas, se mantida, a inadimplência representará um impacto negativo de R$ 5,95 por cota para seus 69 investidores. Procurada pelo Seu Dinheiro, a administradora do Brasil Varejo informou que não comentará o tema.
Já a Marisa afirmou, em nota enviada ao SD, que está em processo de "aprimoramento do seu modelo de negócios e decidiu priorizar pagamentos ou renegociar contratos". Segundo a empresa, foram afetados principalmente os aluguéis de imóveis pertencentes ao grupo de controle, mas promete que "em breve os pagamentos serão normalizados".
As mudanças no conselho e o calote no fundo imobiliário acenderam o sinal de alerta para as Lojas Marisa. Mas este não é o único motivo de preocupação para os investidores.
Na semana passada, a companhia informou que está em processo de “otimização financeira e aprimoramento de sua estrutura de capital”.
A Marisa contratou a BR Partners para assessorar a renegociação de seu endividamento financeiro e chamou a Galeazzi Associados para apoiá-la no aperfeiçoamento de sua estrutura de custos.
Em um momento de intensa queima de caixa, a Lojas Marisa busca a renegociação de cerca de R$ 600 milhões em dívidas bancárias.
O JP Morgan elevou o preço-alvo após a empresa garantir contratos estratégicos; saiba por que o banco vê riscos menores e maior geração de caixa no horizonte
A notícia chega em um momento delicado para a companhia: ela tem caixa para apenas mais 15 dias e já vem adiando tratamentos de seus pacientes por falta de recursos
A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril
Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida