O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A edição de 2023 premiou 150 companhias como Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil; a seleção levou em conta cinco critérios de avaliação
A mão de obra brasileira está envelhecendo. Pela primeira vez desde 2020, funcionários entre 25 e 34 anos das empresas selecionadas na pesquisa Melhores Lugares para Trabalhar no Brasil apareceram em proporção inferior a 35%.
Mas não é só. Os colaboradores entre 35 e 44 anos passaram dos 30% na edição de 2023 da premiação. O índice também é novidade e não tinha sido alcançado até então.
Se a faixa etária está mudando rapidamente, as taxas de gênero permanecem quase inalteradas. Ainda assim, o número de mulheres no comando cresceu.
Durante o período mais difícil da pandemia, a proporção de mulheres nas empresas selecionadas caiu de 46% para 44%. Em 2022, o índice voltou ao patamar inicial, mas caiu em 2023, ficando em 45%.
Apesar do equilíbrio, os cargos de liderança ainda são ocupados principalmente por homens.
No entanto, a pesquisa revelou que, em 2023, 19% dos CEOs são mulheres. Em 2020, a taxa era de 9% apenas.
Leia Também
Também foi percebido um aumento de trabalhadores que não se identificam com os gêneros masculino ou feminino. Mas o avanço ainda é pequeno: o índice cresceu de 0% para 2%.
Em relação à orientação sexual, 7,4% dos colaboradores não são heterossexuais. De acordo com o IBGE, a população LGBTQIAP+ representa 10% e 15% da população brasileira.
Já na questão racial, os setores indicaram que 11,2% dos funcionários se declararam pretos ou pardos nas companhias premiadas em 2023. Ainda segundo o IBGE, as populações preta e parda representam 9,1% e 47% da população brasileira, respectivamente.
Vale ressaltar que das 150 empresas selecionadas, apenas 99 disponibilizaram relatório sobre colaboradores com deficiência. Entre elas, o número total de trabalhadores que se encaixavam no perfil eram 2.067, representando 2,6% do quadro de funcionários.
VEJA TAMBÉM: PODCAST TOUROS E URSOS - Israel em chamas: o impacto do conflito com Hamas nos investimentos
As regiões Sul e Sudeste dominam o ranking de melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2023. É o que mostra a 27ª edição da premiação das Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil.
A pesquisa contou com a participação de 5.317 empresas e mais de 2 milhões de funcionários. Para fazer parte do processo, foram exigidos um quadro de funcionários mínimo de 100 funcionários e CNPJ registrado no Brasil.
No entanto, somente 150 companhias entraram no ranking. Das instituições selecionadas, 10 possuem mais de 10.000 funcionários, 70 têm de 1.000 a 9.999 colaboradores, 35 são compostas por 100 a 999 trabalhadores e 35 possuem 100 a 999 funcionários.
O levantamento considerou cinco critérios para a avaliação. As instituições brasileiras foram analisadas com base na credibilidade dos líderes, no respeito entre colaboradores, imparcialidade em relação aos membros da equipe, orgulho em pertencer à empresa e camaradagem entre os trabalhadores.
As companhias premiadas tiveram crescimento médio de 9,6%. O tempo médio de existência das empresas avaliadas foi de 44 anos.
Veja os setores das empresas avaliadas:
Apesar de já estarmos um pouco mais distantes da crise do coronavírus, os impactos ainda são sentidos no mercado de trabalho. Um dos principais índices que mostram as alterações causadas pela pandemia é o tempo de casa dos funcionários.
Segundo o levantamento, a partir de 2020, houve um aumento no número de demissões e diminuição das admissões.
Atualmente, os números de contratações estão muito mais altos, enquanto as demissões reduziram. A alteração é causada pela recuperação da economia a partir de 2023.
Como reflexo, as empresas apresentaram um aumento do quadro de funcionários que fazem parte da empresa há até 2 anos. O índice foi de 30% para 44%. Já as taxas de colaboradores entre seis e dez anos de casa diminuíram de 23% para 15% desde 2020.
Outro impacto importante da pandemia foi o aumento da oferta de oportunidades no formato do home office. Em 2021, 94% das companhias premiadas permitiam a realização das atividades em casa. Em 2023, o índice caiu para 90%.
E se a crise sanitária de 2020 ensinou algo foi a apreciar a vida. Ao questionarem os motivos dos colaboradores se manterem nos empregos, a resposta que representou um aumento mais significativo foi a qualidade de vida proporcionada pela instituição.
Em 2020, 22% dos entrevistados levaram o aspecto em consideração. Já em 2023, 26% deram importância para o tópico. A qualidade de vida perde apenas para a oportunidade de crescimento que a companhia proporciona, que foi apresentada por 44% dos participantes.
Confira a classificação das companhias premiadas:
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese