O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O resultado da Magazine Luiza (MGLU3) foi muito pior do que o mercado esperava e CEO fala em economia ruim
O resultado trimestral da Magazine Luiza (MGLU3) foi um balde de água fria para quem imaginava que a varejista já entraria o ano com algum respiro e beneficiada pela crise da Americanas (AMER3). Nada disso: a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 391 milhões entre janeiro e março, um dado bem pior do que o mercado esperava.
Por volta das 13h28, MGLU3 recuava 15,30% no pregão da B3, cotada a R$ 3,71 e refletindo a frustração dos investidores com o que viram.
Em teleconferência com analistas na manhã desta terça-feira (16), o CEO da empresa, Frederico Trajano, citou as dificuldades econômicas ao comentar os números recentes. Segundo ele, a operação da Magazine Luiza melhorou, mas a economia em si ainda patina.
O balanço da varejista foi penalizado, principalmente, pela alta das taxas de juros — que impactam o consumo e a inadimplência — e pelo repasse do do Difal, que é a diferença nas alíquotas de ICMS em vendas interestaduais.
Especificamente sobre isso, a Magazine Luiza informou que pretende repassar tais valores com mais intensidade a partir do segundo semestre, em busca de maior equilíbrio e boa participação de mercado.
Em relatório, a XP aponta que, além dos juros altos, a antecipação acelerada de recebíveis de cartão de crédito também foi responsável por fazer as despesas financeiras da empresa crescerem demais.
Leia Também
Segundo os analistas, outro ponto negativo foi o aumento da inadimplência do LuizaCred, que piorou tanto em relação ao trimestre anterior quanto em relação ao ano anterior, com a inadimplência acima de 90 dias aumentando 4 p.p em relação a 2022 e 0,4 p.p em relação ao trimestre passado.
A XP manteve sua recomendação neutra para o ativo, com preço-alvo de R$ 5,00 — um potencial de alta de 14,1% se considerado o fechamento anterior.
Também em relatório, a equipe do BTG Pactual comenta que os números mais fracos se devem ao momento difícil pelo qual o comércio eletrônico passa, pressionado pelas questões macroeconômicas e demanda mais fraca.
Descubra a resposta para este e outros problemas envolvendo dinheiro no novo episódio de A Dinheirista, que resolve suas aflições financeiras com bom humor:
A equipe também destaca que o Ebitda da Magazine Luiza sofreu um impacto não-recorrente de R$ 124 milhões no primeiro trimestre, com impactos de uma reestruturação de despesas e provisões legais.
Olhando para LuizaCred, o BTG aponta o prejuízo líquido de R$ 35 milhões e os aumentos com despesas de intermediação (26%), impulsionadas por maior provisão (15%) e aumento de custos de financiamento (84%).
"Ainda que MGLU deva se beneficiar da gradual migração do GVM de Americanas dada a sobreposição de categorias, considerando uma abordagem mais racional e o atual modelo de negócios multicanal, além dos possíveis cortes de juros no Brasil, continuamos a ver ventos operacionais contrários após o resultado mais fraco que o esperado", escrevem os analistas.
Para eles, o fluxo de caixa livre e a evolução da rentabilidade serão pontos essenciais para a performence de MGLU3 nos próximos meses.
Ainda assim, a recomendação do banco é de compra para MGLU3, com preço-alvo de R$ 7,00 para os próximos 12 meses — potencial de valorização de 59,8%.
De maneira semelhante, o Itaú BBA comenta que os investidores estarão de olho na lucratividade da varejista no curto prazo, além dos impactos do repasse da Difal, que ainda pode demorar um pouco.
A equipe aponta que essa novidade impactou negativamente a margem bruta do trimestre, enquanto a diluição de despesas e melhores margens no canal 3P não foram suficientes para compensar a contração da margem Ebitda em 10 p.b.
Por fim, a equipe do banco ainda alerta que, ainda que a Magalu tenha ganhado algum espaço no mercado, ela ainda possui um crescimento "consistentemente inferior" ao líder de mercado (Mercado Livre) apesar de um ambiente competitivo favorável.
O Itaú BBA tem recomendação neutra para os papéis e um valor justo de R$ 3,20 para o fim deste ano — potencial de queda de 26,9%.
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos