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Gestora de private equity propôs uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) por até 100% dos papéis da administradora de propriedades imobiliárias, que está em processo de redução de capital
Em processo de redução de capital após vender boa parte do seu portfólio para a Brookfield, a BR Properties (BRPR3) pode estar prestes a ser adquirida por uma quantia cerca de 140% maior do que seu valor de mercado atual.
A GP Investments (GPIV33), empresa de private equity fundada pelo empresário Jorge Paulo Lemann, acaba de anunciar uma proposta de Oferta Pública de Aquisição (OPA) por até 100% das ações BRPR3, a um valor de R$ 1,60 por ação, pago em dinheiro.
A oferta está condicionada à aprovação da redução de capital a ser deliberada em assembleia geral convocada para o dia 24 de janeiro deste ano.
Na última sexta-feira (13), a ação da BR Properties - que vem se valorizando em razão da redução de capital, pela qual restituirá parte do investimento dos seus acionistas - fechou cotada em R$ 6,07.
Mas, após a referida redução no capital, o estimado é que seu preço seja ajustado para R$ 0,66, o que faz com que o preço da oferta da GP represente um prêmio de 142,42%. Em entrevista ao Brazil Journal, o CEO da gestora, Antonio Bonchristiano, disse que os ativos da BR Properties estão subavaliados, o que justifica o valor ofertado.
Os fatos relevantes divulgados pela BR Properties e pela GP para anunciar a OPA confirmam que o preço da oferta, de R$ 1,60, já leva em consideração o impacto da redução de capital e é anterior ao grupamento de ações, na proporção de 40 para 1, que será deliberado na mesma assembleia do dia 24.
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Os documentos explicam que a OPA foi acordada entre a GP Investments, por meio da sua subsidiária GPIC, e a THB, sociedade controlada indiretamente por um fundo soberano dos Emirados Árabes, o Abu Dhabi Investment Authority (ADIA).
A THB é hoje a controladora indireta da BR Properties, pois se trata da principal cotista do fundo GP Capital Partners VI, gerido pela própria GP, que hoje controla a companhia imobiliária, com quase 62% das ações.
No acordo, a GP se compromete a lançar a OPA pelas ações da BR Properties, enquanto a THB se compromete a fazer com que o fundo GP Capital Partners VI venda os seus papéis BRPR3 no contexto da oferta.
Após a aprovação da redução de capital da BR Properties na assembleia do dia 24, a segunda condição para a realização da OPA, estabelecida no acordo entre a GP e a THB, é a convocação de uma nova assembleia para deliberar sobre a exclusão da cláusula de poison pill do estatuto da companhia (que coíbe a aquisição de participação relevante) e a saída da empresa do Novo Mercado, segmento mais alto de governança corporativa da B3.
O controlador não votará nesta segunda assembleia. A deliberação ficará toda por conta dos minoritários e do segundo acionista mais relevante da empresa, a gestora Vista Capital, que hoje tem cerca de 10% das ações BRPR3.
Caso a BR Properties permaneça no Novo Mercado, a OPA atingirá apenas 74,5% dos papéis, de modo a cumprir o free float mínimo de 25%, obrigatório para este segmento de governança. Caso todos os acionistas queiram vender suas ações, haverá rateio.
Já se a saída do Novo Mercado for aprovada, a oferta pode se estender a 100% das ações BRPR3. Nesse caso, o valor total da oferta será de R$ 742 milhões. Em qualquer uma das hipóteses o valor e as condições de pagamento são os mesmos, e os recursos sairão do caixa da GP.
Após vender cerca de 80% do seu portfólio imobiliário para a Brookfield em maio de 2022 por quase R$ 6 bilhões, a BR Properties decidiu reduzir o capital em aproximadamente R$ 2,5 bilhões.
A companhia considera que, diante do cenário macroeconômico difícil para o mercado imobiliário, faltam boas oportunidades de alocação de capital, o que torna o valor excessivo neste momento.
Hoje, a carteira da BR Properties ainda conta com galpões logísticos, além de um fundo imobiliário de escritórios recém-criado, o BRPR Corporate Offices Fundo de Investimento Imobiliário (BROF11).
O processo de redução de capital será feito por meio da distribuição de caixa aos acionistas no valor de R$ 1,27 bilhão, além de cotas do BROF11.
Concluída essa operação, a companhia diminuirá bastante de tamanho, o que faz com que a OPA seja uma alternativa de saída do investimento para os atuais acionistas. Após a oferta, é possível que a BR Properties eventualmente feche o capital e saia da bolsa.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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