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Enquanto a Marisa anunciou novas mudanças no conselho, a Alliar fechou contrato com a Unimed FAMA e a Braskem acalmou os temores de investidores
A segunda-feira (13) amanheceu carregada de notícias no ramo das empresas listadas na bolsa de valores. O Morgan Stanley diminuiu a participação na Americanas (AMER3). A dança das cadeiras na Lojas Marisa (AMAR3) continua a todo o vapor.
A Alliar (AALR3) fechou negócio com a Federação das Unimeds da Amazônia (Unimed FAMA). A Braskem (BRKM3) avisou que não prevê qualquer rombo no caixa devido à cobrança de CSLL.
Em termos resumidos: é novidade para o investidor que não acaba mais. Confira a seguir alguns dos destaques do Giro Corporativo do Seu Dinheiro de hoje.
Poucos dias depois de abocanhar nova fatia na Americanas (AMER3), um tubarão de águas internacionais perdeu o apetite pela varejista.
Seja porque a empresa não agradou ao refinado paladar ou porque a ação não caiu bem no estômago financeiro do estrangeiro, o Morgan Stanley decidiu diminuir a exposição à empresa.
Após atingir 5,2% do capital total da empresa no início de fevereiro, o banco norte-americano reduziu a participação para 4,9%.
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No comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) enviado pela Americanas, o Morgan Stanley disse apenas que não tem como objetivo alterar a composição do controle ou estrutura administrativa da companhia.
Menos de uma semana desde as renúncias do diretor-presidente Adalberto Pereira dos Santos e de Marcelo Adriano Casarin, membro do conselho de administração, a Lojas Marisa anunciou no fim da noite de domingo mais algumas trocas em seu conselho.
Segundo o comunicado arquivado na CVM, os pedidos de renúncia do presidente do Conselho de Administração, Marcelo Doll Martinelli, e do conselheiro Dilson Batista dos Santos Filho foram aceitos.
As renúncias acontecem em um momento no qual a Marisa (AMAR3) procura renegociar aproximadamente R$ 600 milhões em dívidas com bancos.
Martinelli será substituído pelo economista João Pinheiro Nogueira Batista, que ocupa o mesmo cargo na Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e integra o Conselho de Administração da Braskem.
Enquanto isso, a posição de Santos Filho no conselho da AMAR3 será ocupada por Luis Paulo Rosenberg, sócio-fundador da Rosenberg Consultoria e antes conselheiro de empresas como Suzano, Nestlé e Banco BBVA.
Na semana passada, o mercado elevou as preocupações com o setor de varejo após o Pão de Açúcar (PCAR3) informar sobre um rombo de R$ 290 milhões que pode afetar o caixa.
O valor resulta de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu voltar atrás sobre o pagamento da CSLL (Constribuição Social sobre Lucro Líquido), mudando a decisão sobre o recolhimento desse tributo — que é de 9% dos lucros.
A questão gerou temores entre os agentes do mercado, uma vez que a decisão inclui a cobrança de pagamentos retroativos desde 2007 e pode afetar muitas empresas além do Pão de Açúcar.
Hoje, a Braskem (BRKM3) decidiu acalmar de antemão as preocupações de investidores ao anunciar que não haverá nenhum rombo no caixa devido ao CSLL.
Isso porque, mesmo antes da nova decisão do STF, a empresa já vinha recolhendo a CSLL desde 2007, quando o órgão havia restabelecido a possibilidade de cobrança dessa contribuição.
Desse modo, a empresa não deve sentir qualquer impacto no caixa futuramente, uma vez que não possui contribuição retroativa ou valores em aberto a recolher.
A Alliar (AALR3) comunicou nesta manhã que fechou negócio com a Federação das Unimeds da Amazônia (Unimed FAMA), operadora de saúde na região Norte.
O contrato tem prazo de 10 anos e prevê a prestação de serviços da Alliar no segmento de medicina diagnóstica, com foco em análises clínicas.
A operação expande a presença da Alliar na região Norte através de outras operadoras e cooperativas de saúde, uma vez que a Unimed FAMA atende a mais de 100 mil beneficiários nos estados Amazonas, Amapá, Pará, Acre, Rondônia e Roraima.
De acordo com o comunicado, a princípio, os serviços devem ficar concentrados em 7 novas unidades, distribuídas em diferentes municípios no Amazonas, Amapá, Pará e Roraima.
O contrato ainda estipula a possibilidade de aumentar a atuação da companhia para outros municípios e estados atendidos pela Unimed FAMA e o direito de preferência da Alliar de prestar serviços caso a área de atendimento da Unimed aumente.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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