O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Um deles foi instaurado a pedido da própria companhia e busca responsabilizar a gestora por supostos prejuízos materiais e à imagem da construtora
Apesar da vitória da Gafisa (GFSA3) em sua última assembleia, a briga com a Esh Capital está longe de acabar. A construtora divulgou um comunicado nesta terça-feira (20) para informar os acionistas a respeito de dois processos que correm na Câmara de Arbitragem do Mercado.
Um deles foi instaurado a pedido da própria companhia e busca confirmar que a Gafisa agiu corretamente no início do ano, quando suspendeu uma assembleia convocada pela Esh para discutir um aumento de capital da companhia.
A empresa também busca responsabilizar a gestora, que é sua acionista por meio do fundo Esh Theta, por "atos de exercício abusivo de posição acionária" que, de acordo com o documento, geraram prejuízos materiais e de imagem à construtora. O valor do processo ainda não foi definido, mas é estimado em R$ 500 mil.
Já o pedido para segundo procedimento arbitral partiu da Esh e pede a responsabilização de acionistas e administradores da Gafisa, incluindo o empresário Nelson Tanure, por supostas irregularidades em três operações:
A gestora pede que sejam declarados inexistentes ou inválidos contratos, atos societários, e aprovações de
contas ligados às operações questionadas. Os valores da ação foram estimados em R$ 500 milhões no requerimento de instauração.
Procurada pelo Seu Dinheiro, a Gafisa ainda não enviou um posicionamento oficial. Já a Esh destacou que não pode comentar sobre o mérito das arbitragens em curso, por estarem protegidas por sigilo.
Leia Também
"No entanto, ao analisar as informações comunicadas pela Gafisa, verifica-se claramente que elas são tendenciosas e distorcidas em defesa do grupo que exerce o controle", diz a gestora em nota enviada ao Seu Dinheiro.
É importante relembrar que os controladores da Gafisa travam há meses uma disputa pública com a Esh Capital. A Esh convocou uma assembleia geral na tentativa de barrar um aumento de capital da incorporadora em janeiro, mas acabou perdendo a votação.
Em outra frente da batalha, a gestora propôs a suspensão dos direitos políticos do empresário Nelson Tanure e outros investidores supostamente ligados a ele na incorporadora. Segundo a Esh, Tanure deveria lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) pelas ações da Gafisa na B3 após alcançar uma participação direta e indireta acima de 30% na companhia.
No entendimento da gestora, o empresário possui hoje uma participação de mais de 40% na incorporadora, que estaria oculta em veículos sob gestão da Planner Corretora, Trustee DTVM e do Banco Master. As instituições negam ligações com Tanure.
A proposta da Esh, porém, também foi rejeitada pelos acionistas. Mas, por outro lado, a gestora obteve uma vitória na forma de uma liminar que impede a conversão de uma emissão de debêntures em ações da companhia.
A Gafisa tentou contra-atacar com uma proposta para suspender os direitos da Esh Capital na companhia. Mas foi impedida pela CVM: a xerife do mercado de capitais determinou que a incorporadora retirasse o item da pauta da última assembleia da empresa.
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?