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FIM DA LINHA

Fim de pendências: Oi (OIBR3) fecha acordo com Vivo (VIVT4), TIM (TIMS3) e Claro sobre valor final da venda da rede móvel; entenda

A Vivo, TIM e Claro pagaram o restante devido à Oi com metade do valor que já estava depositado em juízo devido ao processo arbitral

Montagem com logo da Oi (OIBR3)
Logo da Oi, que vendeu sua área móvel para Vivo, TIM e Claro em 2020 Imagem: Adobe Stock/Montagem: Giovanna Figueredo

Já faz quase três anos que a Oi (OIBR3), que fez uma das maiores recuperações judiciais do Brasil, vendeu a sua área de telefonia móvel para as outras três maiores operadoras do país: a Telefônica Brasil, dona da marca Vivo (VIVT4), a TIM (TIMS3) e a Claro.

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Porém, o valor final da rede móvel ainda não tinha sido definido em função de um processo aberto pelas compradoras contra a Oi na Câmara de Arbitragem do Mercado, que contestava o montante.

Nesta quarta-feira (4), no entanto, foi homologado um acordo entre as companhias, que definiu o valor final de R$ 15,2 bilhões, um pouco abaixo do noticiado na época, de R$ 16,5 bilhões.

A Oi afirmou que deste total já recebeu R$ 14,5 bilhões em abril do ano passado, faltando, portanto, o valor de R$ 821,4 milhões, incluindo correções. 

Esse montante é equivalente à metade do valor que havia sido depositado pelas compradoras no juízo da recuperação judicial da Oi.

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A TIM, que ficou com a maior fatia dos ativos móveis da Oi, ficou responsável por pagar R$ 6,68 bilhões.

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Assim como as demais operadoras, informou que pagou o restante devido à Oi com metade do valor que já estava depositado em juízo devido ao processo. A outra metade, equivalente a aproximadamente R$ 317 milhões, foi resgatada pela TIM.

A Vivo, por sua vez, é responsável pelo pagamento de R$ 5,1 bilhões pelos ativos, sendo que já pagou R$ 4,8 bilhões em abril do ano passado. 

No caso da Vivo, sobrou o valor de R$ 244,2 milhões para ser resgatado após o pagamento à Oi.

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Já a parte da Claro ficou em R$ 3,4 bilhões e a empresa também vai resgatar o correspondente a 50% do valor retido em juízo, que é de R$ 324,7 milhões mais acréscimos.

Com o acordo, o processo acabou e estão “encerradas todas as pendências e litígios existentes” entre a Oi e as compradoras

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