O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A meta da Americanas (AMER3) é levantar pelo menos R$ 2 bilhões com as vendas de alguns negócios
Quem nunca viu uma pessoa endividada tentando vender tudo aquilo que possui de valor? Carro, casa, apartamento na praia — tudo conta na hora de levantar uma grana extra para pagar as dívidas. E com a Americanas (AMER3) não vai ser diferente.
Afundada num escândalo sem precedentes e uma soma de pelo menos R$ 43 bilhões em dívidas com credores, especialmente os bancos, chegou a hora de fazer o inventário e ver tudo o que pode ser vendido nesse "saldão" — bem diferente daqueles que a varejista está acostumada a anunciar.
Entre as grandes ofertas, o que mais chama atenção é a rede Hortifruti Natural da Terra. Ela foi comprada pela Americanas em 2021 por R$ 2,1 bilhões, mas hoje o valor pode chegar a metade disso, avaliam especialistas.
Também está na mesa a venda da participação da varejista no grupo Uni.Co, que é dono das franquias Mind, Imaginarium, Puket e LoveBrands. Também em 2021, a Americanas abocanhou uma fatia de 70% da companhia, da qual pode abrir mão muito em breve.
Por fim, há um jato executivo da Embraer, modelo EMB-505, tipo E55P e fabricado em 2014. Estima-se que seu valor gire em torno de R$ 47 milhões.
A ideia da Americanas é levantar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões com essas vendas para recompra da dívida. Caso sobre dinheiro, ele deve ser investido na própria companhia.
Leia Também
Vale lembrar que a varejista ainda tem outros ativos que também podem ser colocados na prateleira, como a carteira digital AME e os sites Shoptime e Submarino.
Nas contas da consultoria Apsis, que avaliou os ativos da Americanas (AMER3), a empresa tem R$ 307 milhões em imóveis, que podem valer R$ 206 milhões se vendidos em "liquidação".
Citadas ainda como ativos que podem vir a ser usados para levantar recursos para a empresa, as marcas do grupo sob o nome Americanas valem R$ 390 milhões, mas R$ 262 milhões se vendidas em liquidação.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o novo CEO da companhia, Leonardo Coelho, confirmou que a empresa deve levantar de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões com as vendas descritas acima.
No plano, há a possibilidade de levantar recursos também com "outros bens, móveis ou imóveis, integrantes do seu ativo permanente, sob a forma de UPIs (Unidade Produtiva Isolada) ou não".
Coelho disse que o plano de recuperação judicial existe para garantir a operação da empresa, mas que, sim, pode haver fechamento de lojas e redução de centros de distribuição, ainda que esse não seja o direcionamento inicial. "A operação tem de ser rentável e, hoje, precisa de ajustes para isso. O plano de transformação tem o potencial de recuperar a rentabilidade do nosso digital", afirmou.
* Com informações do Estadão Conteúdo
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança