O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Grupo Casas Bahia teve a maior queda do mês, o tombo foi de 50%. E agora, o que fazer com as ações? Veja aqui
O mês de setembro foi um verdadeiro massacre para as ações das Casas Bahia (BHIA3). Em um período marcado por um follow-on com captação bem menor do que a esperada e a troca de nome de Via Varejo para Grupo Casas Bahia, os papéis fecharam em queda de 50%.
O tombo é impressionante e pode deixar os investidores desesperados. É o caso deste leitor, que enviou uma pergunta para A Dinheirista sobre o que fazer com as ações após tomar um prejuízo de R$ 7 mil reais.
Diante do cenário, as perguntas que ficam são: o que está por trás da queda? Ainda há esperanças para o papel ou é hora de fugir?
Não é de hoje que as coisas não andam muito bem para o Grupo Casas Bahia, a disparada da Selic nos últimos anos dificultou as coisas para grande parte das varejistas brasileiras. Mas o principal responsável pela queda em setembro foi a oferta de ações encerrada em 13 de setembro.
O que aconteceu foi o seguinte: a oferta saiu com um desconto muito maior que o previsto e levantou menos capital do que o esperado pela empresa.
Com um preço de R$ 0,80 por ação — cerca de 28% abaixo da cotação no fechamento anterior à definição do preço — e a emissão de 78.649.283 novos papéis, a oferta movimentou R$ 623 milhões. Inicialmente, a Casas Bahia pretendia levantar quase R$ 1 bilhão com a operação.
Leia Também
Nos últimos 12 meses, a ação já caiu mais de 77% e nada indica que as coisas podem melhorar. Para o analista da Empiricus Fernando Ferrer, o fundo do poço pode ter um porão quando o assunto são os papéis de Casas Bahia.
Mesmo a confirmação da queda da Selic, na última quarta-feira (20) não ajuda na situação das Casas Bahia ou de outras varejistas. As ações do Magazine Luiza (MGLU3) também ficaram entre as maiores perdas do Ibovespa no mês, com queda de 22,83%.
Para Ferrer, não é só porque as coisas estão muito ruins que elas não podem piorar. O analista recomenda a venda das ações. Segundo ele, o cenário para a companhia não é muito favorável, por alguns motivos.
O primeiro deles é justamente a oferta de ações fracassada. Tem também o risco de antecipação de dívidas que paira sobre a campanhia.
A empresa teve recentemente a nota de crédito de títulos de dívida fortemente rebaixados pela agência de classificação de risco S&P, um evento que pode levar ao vencimento antecipado de dívidas num efeito cascata, comprometendo parte dos recursos levantados com a oferta de ações e, por consequência, a estratégia da empresa como um todo.
Ou seja, o Grupo Casas Bahia pode ter que usar o dinheiro que captou na oferta para pagar os débitos.
No mais recente episódio do podcast Touros e Ursos, nossa equipe de repórteres conversou com o fundador e estrategista-chefe da Empiricus, Felipe Miranda, como parte dos conteúdos especiais que estamos publicando em comemoração ao aniversário de 5 anos do Seu Dinheiro.
Na entrevista, Miranda comenta a situação do Grupo Casas Bahia e elege a empresa como urso da semana. Para ele, a empresa é tão problemática que nem mesmo Jeff Bezos conseguiria resolver a situação.
Veja a o momento e o papo na íntegra logo abaixo e aproveite para se inscrever no nosso canal do YouTube. Basta clicar aqui para receber alertas sempre que publicarmos um conteúdo especial para o seu bolso por lá.
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios