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Empresa vendeu as duas áreas restantes que detinha da Fazenda Araucária, um terreno rural localizado na cidade de Mineiros
A BrasilAgro (AGRO3) vai deixar de vez a área da Fazenda Araucária, um terreno rural localizado na cidade de Mineiros, em Goiás. A companhia vendeu os dois terrenos restantes que detinha na propriedade pelo total de R$ 417,8 milhões, equivalente a 3.063.875 sacas de soja.
A operação foi dividida em dois contratos, uma vez que os terrenos possuíam características diferentes de topografia e solo, o que afetava a rentabilidade do negócio.
O negócio principal incluiu a venda de 5.185 hectares de Área Mista, considerando Baixada e Chapada, sendo 3.796 hectares úteis.
A transação foi anunciada por R$ 409,3 milhões, correspondente a R$ 107,8 mil por hectare útil ou a 790 sacas de soja por hectare útil.
Desse total, o comprador já realizou pagamento inicial de R$ 78,7 milhões. O valor restante deve engordar o caixa da BrasilAgro em aproximadamente dois anos.
Do ponto de vista contábil, o valor da área da fazenda é de R$ 59 milhões, analisando a aquisição e os investimentos líquidos de depreciação. Já a TIR (Taxa Interna de Retorno) esperada, em reais, nessa transação é de 14,5% ao ano, ainda de acordo com a BrasilAgro.
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Enquanto isso, a segunda parte da propriedade rural conta com uma área de 332 hectares de Área de Baixada, dos quais 215 hectares são úteis.
O negócio foi fechado por R$ 8,5 milhões, equivalente a R$ 39,5 mil por hectare útil ou 297 sacas de soja por hectare útil.
De acordo com a BrasilAgro, do ponto de vista contábil, esta área da Fazenda é avaliada em R$ 1,9 milhão, considerando a aquisição e os investimentos líquidos de depreciação.
Enquanto isso, a TIR (Taxa Interna de Retorno) esperada, em reais, nessa transação é de 13,6% ao ano.
A Fazenda Araucária foi comprada pela BrasilAgro (AGRO3) em abril de 2007 por R$ 76 milhões e possuía uma área total de 9.665 hectares, dos quais 7.012 hectares eram considerados úteis.
O terreno possui características distintas de topografia e solo, com áreas de baixada e chapada, utilizadas para os cultivos de grãos (safra e safrinha) e cana-de-açúcar.
Na época da aquisição, a propriedade já estava praticamente toda em operação, o que fez com que a BrasilAgro não precisasse investir tanto na transformação das áreas.
De 2013 para cá, a companhia fechou sete contratos diferentes para a venda das áreas da propriedade rural. O valor total de venda da propriedade foi de R$ 602 milhões, com uma TIR consolidada esperada para a fazenda de 16,2% ao ano, em reais, de acordo com a empresa.
“Estas vendas são mais um grande marco para a companhia, pois encerram o ciclo desta propriedade dentro do nosso portfólio, e confirmam a nossa capacidade de geração e captura de valor no desenvolvimento de propriedades agrícolas, otimizando os retornos operacionais e imobiliários”, afirma a empresa.
Na B3, as ações da BrasilAgro reagem de forma tímida ao negócio e operavam perto da estabilidade na manhã desta quinta-feira, cotadas a R$ 24,85. Nos últimos 12 meses, os papéis da empresa de propriedades rurais acumulam uma queda da ordem de 10% na bolsa.
Na visão dos analistas da Genial, a venda dos terrenos da Fazenda Araucária pela BrasilAgro é positiva, especialmente pelo valor de venda, de e R$ 104 mil por hectare útil, ter sido fechado “em um bom patamar”
Isso porque a casa de análise considera que as commodities agrícolas “estão em tendência de queda e que, consequentemente, vão levar à queda dos valores das terras”.
Outro aspecto positivo apontado pela Genial é o tempo médio de recebimento dos valores, que “mostra a capacidade de execução da empresa”.
Além disso, segundo os economistas, como a operação deve melhorar a posição de caixa da BrasilAgro, a distribuição de dividendos aos acionistas de AGRO3 também deve ser reforçada.
Essa não é a primeira crise da varejista do setor de casa e decoração, que já enfrentou pedido de falência, recuperação extrajudicial, renegociações de dívidas e diversas brigas entre os sócios.
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