🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

ABRINDO O PORTFOLIO

Bolsa ou renda fixa? Itaú (ITUB4) revela as indicações de investimentos para os clientes endinheirados em 2024 — e que você pode “copiar”

O diretor de estratégia de investimentos Nicholas McCarthy abriu as recomendações da área de Wealth Management para os clientes mais endinheirados do bancão

Camille Lima
Camille Lima
15 de dezembro de 2023
16:33 - atualizado às 15:48
Fachada de unidade do Itaú Unibanco (ITUB4)
Imagem: Shutterstock

Com as festividades de ano novo cada vez mais próximas, o chefe de estratégias de investimentos do Itaú Unibanco (ITUB4) revelou nesta sexta-feira (15) as principais apostas para o mercado financeiro em 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em evento realizado na sede do Itaú BBA, o CIO Nicholas McCarthy abriu as recomendações da área de Wealth Management (gestão de fortunas, em tradução literal) para os clientes mais endinheirados da instituição.

Segundo o executivo, qualquer investidor é capaz de replicar a carteira, mas é preciso se atentar ao risco que deseja tomar ao aplicar seu dinheiro.

Durante conversa com jornalistas, McCarthy apresentou as carteiras recomendadas para quatro perfis de investidores. Veja a alocação sugerida para o portfólio doméstico:

Fonte: Itaú Unibanco/Divulgação

Para um perfil intermediário de risco, o gigante financeiro recomenda manter a maior parte dos investimentos (61%) em renda fixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os destaques dessa classe de ativos ficaram com o juro real (aplicações que garantam um retorno equivalente à inflação mais juros), com 20% da carteira, e com os pós-fixados (investimentos onde a rentabilidade é indexada a algum índice), cuja alocação sugerida é de 26%.

Leia Também

Você pode investir em ambos no Tesouro Direto, comprando títulos como por exemplo o Tesouro IPCA+ para o juro real e o Tesouro Selic para o pós-fixado.

De acordo com McCarthy, a ideia da alocação estratégica é melhorar a rentabilidade do cliente e proteger o dinheiro contra a inflação. Em resumo, isso significa que o foco do Itaú é descobrir como fazer o cliente ganhar dinheiro acima da inflação no longo prazo.

“É preciso ter paciência, porque a carteira pode performar ruim devido às instabilidades do mercado, mas a estratégia funciona no longo prazo”, disse, em conversa com jornalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As apostas do Itaú (ITUB4) para a bolsa brasileira

Seguindo a carteira do bancão, os fundos multimercados são a segunda maior participação, com uma fatia de 25% no portfólio.

A bolsa brasileira chama a atenção do Itaú Unibanco (ITUB4) desde dezembro de 2020, mas  o banco atualmente está “neutro” em apetite por renda variável.

Na prática, isso significa que quanto maior o otimismo dos estrategistas com a classe de ativos, maior a exposição do portfólio. Já quanto pior for a visão do banco, menor será a fatia na carteira.

Apesar de o otimismo não estar nas alturas, a renda variável forma 14% da carteira dos clientes de perfil moderado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão do diretor de estratégia do Itaú, o “Brasil fez o dever de casa e está melhor posicionado que outros países do mundo para receber recursos estrangeiros.”

“O Brasil está muito melhor posicionado do que boa parte do mundo. Já entre os emergentes, ele é o top de investimentos. O país tem tudo para crescer com menos inflação”, afirma o executivo.

Isso porque o país encontra-se com uma inflação relativamente controlada e bem ancorada às expectativas, enquanto o Banco Central se mostra preparado para diminuir ainda mais os juros, inicialmente com quedas de 0,50 ponto percentual por reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). 

O ambiente externo também ajudou a perspectiva positiva para a bolsa brasileira. Recentemente, a sinalização do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) sobre uma mudança de orientação de política monetária nos EUA em 2024 ajudou a pavimentar a projeção de que o Copom acelere o ritmo de cortes na Selic por aqui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Continuo sendo otimista. Muita coisa já aconteceu, mas, olhando para frente, ainda tem bastante espaço para a bolsa subir e ainda assim negociar com desconto em relação à média histórica.”

Vale lembrar que o fiscal continua levantando preocupações no mercado doméstico. “Tem que tomar cuidado com o fiscal, não pode ser um gasto desenfreado.”

As recomendações do Itaú (ITUB4)

Há alguns meses, a área de estratégia de investimentos do Itaú (ITUB4) unificou as recomendações para todos os clientes pessoa física do banco. 

Isso inclui os clientes com contas Private (que tenham investido ao menos R$ 5 milhões), Íon e Uniclass (com renda mínima de R$ 5 mil). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Todas as carteiras são iguais. A diferença entre o perfil mais conservador ou de mais risco é o tamanho da posição em cada ativo”, destaca McCarthy.

Ou seja, tanto os clientes mais endinheirados quanto quem recebe alguns milhares de reais ao mês recebem as mesmas indicações de investimentos.

A carteira de longo prazo do Itaú é definida de acordo com o perfil de risco de cada cliente. 

“A tese é ficar sempre investido, mas fazemos reuniões de comitê estratégico para reduzir posições quando é necessário”, disse aos jornalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ATENÇÃO, ACIONISTA!

Dividendos e JCP: Petrobras (PETR4) atualiza a segunda parcela de proventos; confira a correção

16 de março de 2026 - 12:01

O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025

DE NOVO

Vem mais uma recuperação aí? Lupatech (LUPA3), fabricante para o setor de óleo e gás, busca medida cautelar de urgência, e ações caem na bolsa

16 de março de 2026 - 10:52

A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás

VEJA QUAL É O POTENCIAL

Petrobras (PETR4) no topo? Ainda não: BTG acha que ação pode mais e eleva recomendação para compra

16 de março de 2026 - 10:30

O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento

OUTRA BOIA SALVA-VIDAS?

Em meio à crise, Oncoclínicas (ONCO3) aposta em aliança de até R$ 1 bilhão com a Porto (PSSA3); CFO renuncia

16 de março de 2026 - 9:59

Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Nem roxinho, nem laranjinha: Revolut quer tirar o sono do Nubank e dos bancões para se tornar a ‘conta óbvia’ do brasileiro, afirma CEO

16 de março de 2026 - 6:07

Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil

PLANO DE SOBREVIVÊNCIA

Depois de prejuízo bilionário, Correios apertam o cinto e renegociam quase toda a dívida com fornecedores

15 de março de 2026 - 14:01

Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história

PRESSÃO FINANCEIRA

Resgate à vista? Porto (PSSA3) pode investir R$ 1 bilhão na Oncoclínicas (ONCO3) em meio à crise de liquidez, diz site

15 de março de 2026 - 11:16

Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores

VAI PINGAR NA CONTA

Além dos dividendos: Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 200 milhões em JCP

13 de março de 2026 - 19:13

Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento

COMPRAR OU VENDER

Pior dia em quatro anos: Embraer (EMBJ3) sucumbe aos riscos no Oriente Médio. Foi exagero ou não? JP Morgan responde

13 de março de 2026 - 19:03

O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora

EFEITO BRENT

Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e Brava (BRAV3): quem perde e quem ganha com a medida de Lula para compensar petróleo caro

13 de março de 2026 - 18:00

Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras

DE VOLTA AO BÁSICO

Em reestruturação, a Azzas, dona da Arezzo e da Hering, ainda não alçou voos; veja por que BTG e Santander acreditam que ainda vale investir

13 de março de 2026 - 17:03

A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco

NOVA FASE DA EMPRESA

Magalu (MGLU3) resolve problema que nem o ChatGPT conseguiu ainda: por que Fred Trajano está ‘all in’ em Inteligência Artificial

13 de março de 2026 - 12:54

Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu

DEPOIS DA OPA

Sabesp (SBSP3) reforça aposta na Emae e desembolsa R$ 171,6 milhões por nova fatia

13 de março de 2026 - 10:32

Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação

SINAL DE ALERTA

Oncoclínicas (ONCO3) à beira de um calote? Por que a Fitch rebaixou o rating da empresa pela 2ª vez no mês

13 de março de 2026 - 9:54

Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida

JÁ NÃO ESTÁ BARATO

Voar vai ficar (ainda) mais caro: alta do petróleo afeta passagens aéreas, diz presidente da Gol (GOLL54)

13 de março de 2026 - 9:34

O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens

MAIS PROVENTOS

Privatização no horizonte e dinheiro no bolso: Copasa (CSMG3) aprova novo JCP aos acionistas; veja quem tem direito ao pagamento

13 de março de 2026 - 8:30

Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta

NOVA FASE

Magazine Luiza (MGLU3) inicia novo ciclo e quer acelerar o e-commerce — mas ainda se recusa a entrar na guerra de Shopee e Mercado Livre

12 de março de 2026 - 19:05

Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços

BALANÇO

Selic ainda aperta o Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai 55% no 4T25 com pressão das despesas financeiras; lojas físicas seguram vendas

12 de março de 2026 - 19:01

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados

REESTRUTURAÇÕES EM ALTA

Quando a conta chega: por que gigantes como Raízen, Oi, GPA e Americanas recorreram à recuperação para reorganizar bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 18:01

As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras

MINERAÇÃO

CSN (CSNA3) despenca após resultado, com queima de caixa e dívida ainda maior: China e até guerra afetam a companhia

12 de março de 2026 - 15:40

A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar