O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo comunicado enviado ao mercado hoje, a companhia celebrou um memorando de entendimentos para a venda de participações em seis imóveis por R$ 442,8 milhões
Com o final de ano se aproximando, muita gente opta por desacelerar o ritmo e deixar as decisões importantes e mudanças mais drásticas para depois do réveillon. Mas esse não é o caso da diretoria da Allos (ALOS3), que fechou um acordo milionário com o fundo imobiliário Vinci Shopping Centers (VISC11) nesta terça-feira (26).
Segundo comunicado enviado ao mercado hoje, a companhia celebrou um memorando de entendimentos para a venda de participações em seis imóveis por R$ 442,8 milhões e taxa de capitalização (cap rate) médio de 8,5%.
Confira a lista de ativos e fatias negociadas:
A conclusão das operações está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
Mas a companhia destaca que os desinvestimentos reforçam sua capacidade de "realizar transações que gerem valor para o acionista, com a busca constante por oportunidades de otimizar a alocação de capital".
Vale destacar que a Allos intensificou a reciclagem do portfólio e já levantou mais de R$ 1 bilhão com desinvestimentos desde a conclusão da fusão com a brMalls neste ano.
Leia Também
Em entrevista ao Seu Dinheiro, o CEO da empresa, Rafael Sales, explicou por que a empresa decidiu desfazer-se de participações em diversos shoppings centers do portfólio.
“Nossa estratégia de desinvestimentos é focada em shoppings que estão em regiões já muito maduras ou cuja propriedade em si, seja pelo tamanho do empreendimento ou pela relevância daquele mercado, não permita que o ativo seja um grande atrator de fluxo”, afirmou Salles.
Além de otimizar o portfólio, o CEO conta que as vendas também fazem parte da postura da empresa quanto à alocação de capital. “Acabamos de fazer um grande investimento na fusão com a brMalls e o balanço da empresa se alavancou.”
A empresa encerrou o segundo trimestre deste ano com uma dívida líquida de R$ 4,5 bilhões. A relação entre o indicador e o Ebitda (medida usada pelo mercado da capacidade de geração de caixa de uma empresa) foi de 2,4x.
“Já fizemos uma redução importante de 200 pontos-base, o que é mais do que tínhamos nos proposto a reduzir até o final do ano. Com a venda desses shoppings, poderemos eventualmente pagar dívidas um pouco mais caras e diminuir ainda mais o custo de endividamento.”
Enquanto a Allos desfaz-se de ativos, o comprador dos shoppings só aumenta seu portfólio. De acordo com comunicado do Vinci Shopping Centers, o fundo imobiliário passará a ser dono de 30 empreendimentos quando as aquisições forem concluídas.
Vale destacar que, além do negócio com a Allos, o fundo também concluiu a aquisição de 20% do Madureira Shopping, localizado no Rio de Janeiro, por R$ 70 milhões.
Com os movimentos, o VISC11 permanecerá com o posto de FII detentor do maior número de participações diretas em shoppings.
"As potenciais aquisições adicionarão ainda dois novos estados ao portfólio, que passará a ter presença em 16 estados do país e em todas as regiões, fortalecendo ainda mais a sua tese de diversificação", afirma a gestão.
O acordo adiciona ainda a Allos, que é a principal administradora de shopping centers da América Latina, à lista de parceiras do FII. "A pluralidade de administradores de shoppings é parte da estratégia de diversificação, proporcionando o acesso a diferentes modelos de gestão e possibilitando o intercâmbio de melhores práticas entre os ativos", complementa o comunicado.
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática