O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o banco, muitos investidores estavam com altas expectativas sobre a privatização da Sabesp, o que fez a preocupação sobre o caso de investimento ser exagerada
É comum ver investidores ficarem mais cautelosos com ações de empresas estatais e que podem ser privatizadas. No entanto, isso não é motivo para deixar de comprar as ações da Sabesp (SBSP3), pelo contrário, segundo o Bank of America.
Isso porque, mesmo sem considerar uma eventual privatização, os analistas do banco norte-americano reiteraram a recomendação de compra para os papéis e elevaram o preço-alvo de R$ 64 para R$ 76.
Isso significa um potencial de alta de 28,2% para as ações da Sabesp. Nesta sexta-feira (29), os papéis estavam entre as maiores altas do Ibovespa, encerrando com ganhos de 3,49%, a R$ 61,33.
Na avaliação dos analistas, muitos investidores estavam com altas expectativas sobre a privatização da companhia, que ainda não saiu e o que fez a preocupação sobre o caso de investimento da Sabesp ser exagerada.
O BofA também é contra a visão de que o preço atual, em torno de R$ 60, é tido como um “pico de otimismo”, já que esse é o mesmo nível das máximas da ação nos últimos três anos.
Além disso, há outras expectativas positivas para a companhia, conforme mostraram uma série de estimativas feitas pelo banco.
Leia Também
Na opinião dos analistas, para avaliar o nível de R$ 60 das ações da Sabesp, é preciso considerar que agora há outros fatores, como um custo de capital mundial maior do que nos últimos anos.
Além disso, há a expectativa de riscos menores em relação a termos regulatórios no processo de revisão de tarifas que deve ocorrer em 2025.
Cenários testados pelo BofA também indicaram que as ações da Sabesp têm mais chance de subir, do que cair.
Apenas 12% dos 1.600 cenários testados sugerem que os riscos em relação à Sabesp podem piorar. Já 58% dos cenários apontam grande potencial de melhora e 82% dos cenários sugerem alguma melhora dos riscos.
As simulações de cenários levaram em conta aspectos como o desempenho operacional, retornos regulatórios, investimentos e custo de capital.
Embora não tenha considerado a possível privatização da Sabesp para elevar o preço-alvo das ações, o BofA analisou as chances de ela sair do papel.
“Nós agora esperamos que as aprovações legislativas e as mudanças regulatórias propostas devem ocorrer nos próximos seis meses”, disseram os analistas, em relatório.
A venda da Sabesp voltou à tona na gestão do governador paulista Tarcísio de Freitas, depois da frustração das promessas feitas pela gestão anterior, de João Doria.
O atual governo já começou as negociações com as cidades do estado de São Paulo, contratou assessores financeiros e definiu o formato da privatização.
Os analistas ainda estimam que o processo de privatização da companhia pode ser concluído até o segundo trimestre do ano que vem.
Na visão do banco os próximo passos são:
Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos
Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra
Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar
A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado
Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento
Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas
Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise