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O ministro da Economia falou sobre o papel do setor público na crise climática e aponta um caminho para superá-la

Ventilador, ar condicionado, muita água, alimentos mais refrescantes e até piscina — essas foram algumas das saídas que muitas pessoas que moram no Sudeste e no Centro-Oeste do Brasil adotaram para amenizar os efeitos da onda de calor que tomou conta dessas regiões nos últimos dias.
"Antes me preocupava com meus netos, depois com meus filhos. Agora, estou com medo com o que vai acontecer também comigo. A coisa está acontecendo", afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao pontuar que não se trata apenas de um problema das novas gerações.
Haddad frisou ainda que cientistas que acompanham o avanço das emissões de carbono estão apavorados com efeitos, já presentes no mundo, que estavam previstos para daqui a dez ou 20 anos.
O ministro disse que o papel do setor público é conscientizar a população de que o mundo passa por uma crise climática muito grave, cuja superação depende da cooperação entre as nações.
"O Brasil não vai se salvar da crise climática, ou nos salvamos todos ou estamos todos perdidos", assinalou.
"Precisamos encarar a realidade dura na qual teremos que mitigar os efeitos que vão acontecer enquanto tentamos construir, em paralelo, um mundo novo", continuou Haddad, em discurso feito ao lado da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
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"O desafio para os próximos anos é tremendo. Não vai acontecer de 2050 para lá, é para cá que vai acontecer."
Haddad aproveitou o momento para chamar atenção para a falsa contradição entre desenvolvimento econômico e meio ambiente.
Ele disse que, dada a grave crise climática, os efeitos do aquecimento global terão que ser enfrentados ao mesmo tempo em que a sociedade tenta construir um novo mundo.
"A Economia e a Ecologia não podem mais estar em contradição. Precisamos pensar em cada detalhe do que estamos produzindo e consumindo para assegurar a vida humana na terra", declarou Haddad.
Em contraposição aos negacionistas do aquecimento global — os mesmos, segundo o ministro, que negaram a pandemia e as vacinas —, Haddad disse que o governo está do lado do conhecimento e da ciência na agenda climática.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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