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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo
Uma das poucas certezas das finanças é que, enquanto a dependência mundial do dólar ainda é alta e os Estados Unidos permanecem como a principal potência do planeta, não há como escapar dos efeitos dos rumos da economia norte-americana nos mercados locais.
O Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, com frequência pega carona no desempenho das bolsas de lá, mesmo que a direção seja negativa.
Para a alegria dos investidores daqui, porém, nesta sexta-feira (2) o carro de Wall Street seguiu pela estrada do otimismo: Wall Street fechou em alta de até 2%.
O trajeto para a retomada do apetite ao risco foi desbloqueado após o Congresso dos EUA aprovar o projeto de lei que suspende o teto da dívida até 1º de janeiro de 2025. Agora falta apenas a sanção do presidente Joe Biden para eliminar completamente o risco de calote.
As bolsas de Nova York também celebraram a divulgação de um payroll — o relatório de empregos dos EUA — mais forte que o esperado. O país criou 339 mil empregos em maio, superando a projeção de 200 mil.
A notícia é boa pois ajuda a diminuir as chances de manutenção dos juros americanos no elevado patamar atual, de 5,00% a 5,25% ao ano. Vale relembrar que a próxima decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) está prevista para 14 de junho.
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Por aqui, o tom positivo do pregão também foi garantido pela alta de quase 3% do minério de ferro em Dalian, na China, que levou a uma subida em bloco das companhias ligadas às commodities metálicas.
Com isso, o Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,80%, aos 112.558 pontos — na semana, o avanço foi um pouco menor, de 1,52%. Já o dólar à vista recuou 1,07% hoje, a R$ 4,9528, e acumulou queda de 0,72% nos últimos cinco dias.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
PARA O ALTO E AVANTE
A Cosan (CSAN3) ficou esquecida no meio do rali da bolsa, mas o BTG vê potencial de alta de 96%; ação lidera Ibovespa. O banco diz que os papéis sensíveis aos juros começaram a ter um bom desempenho ultimamente, na esperança de um ciclo de corte da taxa Selic.
EVITE
Juros mais baixos podem até ajudar, mas o JP Morgan acha melhor você não apostar nas ações da Magazine Luiza (MGLU3) agora. Em relatório, analistas do banco rebaixaram as recomendações para os papéis de Magalu e Via, enxergando ambiente ainda desafiador.
PRIMEIROS DETALHES
IRB (IRBR3): dinheiro de acordo com autoridades nos EUA por fake news com Buffett será usado para compensar investidores. Quem vendeu ações da resseguradora em 4 de março de 2020 será indenizado; entenda por que a data é importante.
O PAPEL QUE PODE DISPARAR AINDA MAIS
No novo episódio do Giro de Mercado, o analista Fernando Ferrer revela qual é a ação que, apesar de ter passado por uma forte alta em maio, ainda pode subir 40% daqui para a frente. Ele deixa claro: é hora de comprar.Clique aqui e descubra qual é.
DE OLHO NA FORTUNA
É o fim da era dos bilionários? Mundo tem menos ricaços em 2022 — e Brasil cai no ranking. O patrimônio líquido total desse grupo seleto caiu 5,5% em 2022, para US$ 11,1 trilhões, segundo o Censo Bilionário da Altrata.
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