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Apesar do pregão do dia anterior (11) ter sido de anormal euforia, o Ibovespa parecia disposto a ter mais um dia de alta expressiva — só não contava com a possibilidade de que Nova York pudesse azedar os planos locais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ainda que no início do dia a […]

Apesar do pregão do dia anterior (11) ter sido de anormal euforia, o Ibovespa parecia disposto a ter mais um dia de alta expressiva — só não contava com a possibilidade de que Nova York pudesse azedar os planos locais.
Ainda que no início do dia a melhora do indicador de inflação americano tenha dado fôlego extra, Wall Street foi tomada por uma nuvem de cautela que tirou o índice brasileiro das máximas.
Isso porque, apesar da desaceleração da inflação, os núcleos do indicador dão sinais de que a queda necessária para que o Federal Reserve tenha espaço para cortar juros ainda está longe.
A própria ata da última reunião do Federal Reserve acabou confirmando os temores algumas horas mais tarde. O documento não trouxe grandes novidades, mas reforçou a mensagem de que o caminho até a meta desejada de inflação ainda será longo, com novas altas de juros sendo quase inevitáveis.
Apesar disso, o Ibovespa emplacou mais um dia de ganhos, encerrando a sessão com um avanço de 0,84%, aos 107.102 pontos. O dólar à vista foi mais uma vez o grande destaque. Com um recuo de 1,31%, a R$ 4,9417, a moeda americana fechou abaixo do patamar dos R$ 5 pela primeira vez desde outubro de 2022.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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