O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os balanços corporativos e o corte na taxa Selic deram o tom dos negócios brasileiros na última semana
Dois fatores distintos deram o tom dos negócios brasileiros na última semana. O primeiro foi o ciclo de corte da taxa Selic, iniciado pelo Banco Central na última quarta-feira (2). Já o segundo é a temporada de balanços corporativos, com a divulgação dos resultados de dezenas de empresas brasileiras.
A Via (VIIA3), que registrou a maior queda do período, foi afetada pelos dois elementos. O mercado aguarda com tensão os números da varejista na próxima semana e a barra para o balanço foi elevada após os números do Mercado Livre virem a público.
A companhia também sofreu com a expectativa pré-Copom, quando a magnitude da redução na Selic ainda era dúvida no mercado. Após o corte, as ações VIIA3 foram penalizadas pelo ajuste nos vencimentos mais longos da curva de juros brasileira.
Além da Via, Bradesco (BBDC4) e Cielo (CIEL3) registraram fortes quedas após divulgarem balanços que não foram bem-recebidos pelos investidores. Confira as maiores quedas do Ibovespa na semana:
| Ação | Variação |
| Via (VIIA3) | -12,21% |
| Cielo (CIEL3) | -9,54% |
| Bradesco (BBDC4) | -6,31% |
| Sabesp (SBSP3) | -6,05% |
| Carrefour Brasil (CRFB3) | -5,29% |
Conforme indicado no início do texto, a divulgação do balanço do Mercado Livre na última quinta-feira (3) aumentou as tensões para quem aguarda os resultados das varejistas brasileiras.
A companhia argentina superou as estimativas em praticamente todas as métricas monitoradas pelos analistas de mercado. O lucro líquido, por exemplo, alcançou US$ 261,9 milhões entre abril e junho. A cifra representa um salto de 113% na comparação com o segundo trimestre de 2022.
Leia Também
Outro fator que pesou para as ações da Via foi o início do afrouxamento monetário. A curva de juros brasileira passou por um forte ajusta na sessão seguinte ao corte e, acompanhando os Treasuries nos Estados Unidos, os vencimentos longos subiram.
O movimento refletiu uma preocupação acerca dos efeitos da queda da Selic no quadro inflacionário brasileiro. A alta indica que o mercado teme um aumento dos preços no futuro, o que pode prejudicar os papéis ligados ao consumo.
A ponta positiva do Ibovespa também foi definida pelos balanços: a Dexco (DXCO3), que reportou um recuo de 7% no lucro líquido e reduziu a projeção de investimentos neste ano, saltou mais de 19% e ficou com a primeira posição.
As medalhas de prata e bronze foram para uma dupla de frigoríficos. A Marfrig (MRFG3) pegou carona na forte alta da BRF (BRFSA3), que subiu após o JP Morgan elevar a recomendação para as ações na última sexta-feira (4).
De olho nos efeitos positivos do recente aumento de capital e de possíveis desinvestimentos, o banco agora recomenda compra para os papéis. O preço-alvo também dobrou de R$ 6 para R$ 12 por ação, o que representa um potencial de valorização de 17% em relação ao fechamento de ontem.
Veja as maiores altas da semana:
| Ação | Variação |
| Dexco (DXCO3) | +19,26% |
| Marfrig (MRFG3) | +13,26% |
| BRF (BRFS3) | +11,75% |
| EZTec (EZTC3) | + 9,49% |
| Minerva (BEEF3) | +9,41 |
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora