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Para além do lucro em si, os analistas de mercado mostraram-se impressionados com a forma como o Mercado Livre chegou ao resultado
A ação do Mercado Livre (MELI) sobe mais de 10% na Nasdaq na tarde desta quarta-feira. O papel da gigante do comércio eletrônico, que também pode ser negociado na B3 por meio do BDR MELI34, reage ao impactante resultado da empresa no segundo trimestre de 2023.
O Mercado Livre superou as estimativas em praticamente todas as métricas monitoradas pelos analistas de mercado.
De quebra, o bom desempenho da empresa no Brasil aumenta a expectativa e “eleva a barra” para os balanços da Via (VIIA3) e da Magalu (MGLU3), que saem a partir da próxima semana.
O lucro líquido do Mercado Livre alcançou US$ 261,9 milhões entre abril e junho. O resultado veio bem acima do consenso de US$ 227,6 milhões apurado pela consultoria Refinitiv.
Mais do que isso: o número representa um salto de 113% do lucro líquido na comparação com o segundo trimestre de 2022.
Por sua vez, o Ebitda, uma medida que o mercado gosta de usar para avaliar a capacidade de geração de caixa das empresas, cresceu 123% no período, para US$ 558 milhões.
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Já a margem Ebitda do Mercado Livre cresceu de 9,6% no segundo trimestre do ano passado para 16,3% no mesmo período de 2023. Ou seja, a companhia conseguiu aumentar os volumes com melhor rentabilidade.
Para além do lucro em si, os analistas de mercado mostraram-se impressionados com a forma como o Mercado Livre chegou ao resultado.
A base de clientes cresceu 17%, a quantidade de itens vendidos aumentou 18% e o número de usuários ativos alcançou 108,6 milhões (+29%).
Isso levou a um salto de 57,3% da receita líquida total na comparação anual. Ela alcançou 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2023.
Desse total, US$ 1,9 bilhão veio do segmento de e-commerce, o que representa uma alta de 64,8%, sempre na comparação com o período de abril a junho de 2022.
Os analistas do banco norte-americano JP Morgan destacam ainda que a exposição do Mercado Livre à depreciação do peso argentino era menor do que se imaginava no fechamento do segundo trimestre.
Enquanto isso, pela primeira vez na história, o volume bruto de mercadorias vendidas (GMV) superou a marca dos US$ 10 bilhões.
Um dos principais indicadores do comércio eletrônico, o GMV do Mercado Livre no segundo trimestre ficou em US$ 10,5 bilhões — um aumento de 23% na comparação anual (ou 47% se excluído o efeito da taxa de câmbio).
O número foi impulsionado pelas operações da companhia no Brasil e no México.
De acordo com Fernando Ferrer, analista da Empiricus, o GMV foi beneficiado pela crise da Americanas (AMER3). Isso significa que o Mercado Livre ocupou uma parte importante do território da varejista que sucumbiu após a revelação da fraude contábil bilionária.
Analistas também chamaram a atenção também para os números do Mercado Pago.
A fintech do Mercado Livre reportou números saudáveis para toda a sua linha de produtos, com destaque para as emissões de cartão de crédito no Brasil.
O volume total de pagamentos (TPV) via Mercado Pago cresceu 97% na comparação anual, atingindo o equivalente a US$ 42 bilhões.
Considerando somente as contas digitais,o TPV da divisão saltou 182% no período.
Todos os relatórios recebidos pelo Seu Dinheiro sobre o resultado do Mercado Livre são acompanhados de recomendação de compra da ação.
Na avaliação do banco BTG Pactual, o Mercado Livre tem entregado crescimento com lucratividade e está conseguindo fortalecer sua vantagem competitiva na América Latina.
O Itaú BBA considera que a dinâmica de lucro do Mercado Livre corrobora sua visão de que a estratégia assertiva da empresa está conduzindo à consolidação do mercado latino-americano de comércio eletrônico.
E o que já está bom ainda pode melhorar, avalia a equipe do banco Santander.
“Esperamos que o resultado do segundo trimestre leve a uma reação positiva do mercado e que pode ser de longa duração, uma vez que o lucro acima do esperado pode desencadear revisões para cima”, afirmam os analistas.
Ainda assim, as recomendações de compra de Itaú BBA, BTG Pactual, Santander e JP Morgan apontam um potencial considerável de valorização.
Por volta das 15h, o papel subia mais de 11%, flertando com a marca de US$ 1,3 mil por MELI.
| Banco | Preço-alvo para MELI |
| Itaú BBA | US$ 1.497 |
| BTG Pactual | US$ 1.630 |
| Santander | US$ 1.500 |
| JP Morgan | US$ 1.700 |
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