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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa fecha no maior nível desde novembro, embalado por commodities e bancos; Oi (OIBR3) dispara mais de 30%

25 de janeiro de 2023
7:15 - atualizado às 19:04

RESUMO DO DIA: O Ibovespa fechou a quarta-feira (25) em alta de 1,10%, aos 114.270 pontos, o maior nível desde novembro. O índice foi impulsionado pelas ações de empresas ligadas a commodities, como Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3). O setor bancário também teve bom desempenho, com os investidores observando a briga dos bancos com a Americanas (AMER3). Veja os novos desdobramentos aqui.

Fora do Ibovespa, a Oi (OIBR3) teve mais um dia cheio de paralisações por leilão devido a uma forte onda compradora, que fez os papéis dispararem. A ação terminou o dia em alta de 34,62%, a R$ 2,10.

Ao contrário do pregão anterior, o petróleo ficou tímido e fechou o dia sem direção única, com o WTI e o Brent praticamente estáveis.

Os juros futuros continuaram na trajetória de ontem, com as taxas em queda. O desempenho foi motivado pelo movimento das moedas emergentes em relação ao dólar. Mas vale citar que a liquidez foi mais baixa que o padrão por conta do feriado municipal em São Paulo. Veja tudo o que movimentou o dia abaixo. 

AS MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

Confira as ações que mais subiram no Ibovespa nesta quarta-feira (25):

CÓDIGONOMEULTVAR
SMTO3São Martinho ONR$ 24,86+4,37%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 37,18+4,15%
WEGE3Weg ONR$ 38,72+4,06%
FLRY3Fleury ONR$ 15,48+3,96%
ALPA4Alpargatas PNR$ 13,50+3,53%
Fonte: B3

E, abaixo, as ações que mais caíram:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via S.A.R$ 2,46-1,99%
QUAL3Qualicorp ONR$ 5,79-1,70%
SUZB3Suzano S.A. ONR$ 46,77-1,56%
NTCO3Natura ONR$ 13,18-1,42%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 40,03-1,40%
Fonte: B3

BOLSA BRASILEIRA FECHA EM ALTA

O Índice Bovespa fechou o pregão desta quarta-feira (25) em alta de 1,10%, aos 114.270,07 pontos, maior nível desde 8 de novembro de 2022.

FECHAMENTO NOS ESTADOS UNIDOS

As bolsas dos Estados Unidos passaram o dia no vermelho, mas mostraram recuperação na reta final do pregão desta quarta-feira (25%).

Confira a performance dos principais índices de Wall Street:

  • Dow Jones: +0,03%
  • S&P 500: -0,02%
  • Nasdaq: -0,18%
DÓLAR FECHA EM QUEDA

O dólar fechou a quarta-feira (25) em queda. A moeda norte-americana recuou 1,22% hoje, cotada a R$ 5,0799.

PETRÓLEO FECHA SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais referências de preço para o petróleo, os barris do tipo WTI e Brent, fecharam sem direção única nesta quarta-feira (25), num pregão marcado por instabilidade.

  • WTI para março (Nymex): +0,02%, a US$ 80,15 o barril
  • Brent para abril (ICE): -0,07%, a US$ 86,19 o barril

Pela manhã, o Departamento de Energia dos Estados Unidos publicou seu relatório semanal sobre os estoques da commodity e derivados. O documento mostrou que os estoques do óleo cru tiveram alta de 533 mil barris, a 448,548 milhões de barris, na semana encerrada em 20 de janeiro.

Os estoques de gasolina subiram 1,763 milhões de barris, a 232,022 milhões, enquanto a projeção era de alta de 1,0 milhão de barris. Já os de destilados caíram 507 mil de barris, a 115,27 milhões.

Os dados deixaram os investidores em dúvida quanto à situação de oferta e demanda da commodity

DÓLAR RENOVA MÍNIMA E TOCA R$ 5,06

O dólar renovou mínima ao tocar brevemente os R$ 5,06 — um movimento que acompanha o enfraquecimento da moeda norte-americana nesta quarta-feira (25) em relação a outras moedas fortes. O fluxo de capital externa também ajuda nesse movimento. Por volta de 16h30, o dólar à vista caía 1,29%, a R$ 5,0764.

A PEDIDO DO ITAÚ (ITUB4): TJ-SP DÁ CINCO DIAS PARA AMERICANAS (AMER3) APRESENTAR DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DESDE 2018

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou prazo de cinco dias para que a Americanas (AMER3) apresente uma série de documentos sobre sua situação financeira nos últimos cinco anos.

A decisão veio em ação protocolada pelo Itaú Unibanco, que havia pedido um prazo menor, de 48 horas, para que a companhia fornecesse os documentos e informações. O pedido de urgência do banco foi negado, e determinou-se que a Americanas tenha direito a defesa.

No entanto, a Justiça paulista acatou o pedido do Itaú para que a varejista forneça demonstrações financeiras das empresas do grupo — Submarino, Shoptime, Americanas express, Americanas Empresas, Ame, Let's, +AQUI —, balanços, balancetes, livros fiscais e relatórios de auditoria dos últimos cinco anos.

A Americanas também terá de enviar à Justiça cópias de todos os e-mails trocados por Miguel Gutierrez, ex-CEO da Americanas, e Fábio Abrate, ex-CFO, nos últimos cinco anos, e que tratem do endividamento da companhia ou de suas demonstrações contábeis.

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OI (OIBR3) DISPARA E VOLTA A ENTRAR EM LEILÃO

As ações da Oi (OIBR3) estão entrando e saindo de leilão devido à alta procura pelos papéis nesta quarta-feira (25). Há pouco, os papéis voltaram a ter a negociação interrompida por atingir alta de 33% e voltaram do leilão com alta de 39%, valendo R$ 2,18.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa sobe 0,58%, aos 113.681 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
WEGE3Weg ONR$ 39,054,95%
SMTO3São Martinho ONR$ 24,683,61%
FLRY3Fleury ONR$ 15,423,49%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 36,833,17%
ENGI11Energisa UNT N2R$ 42,593,15%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
DXCO3Dexco ONR$ 7,19-2,17%
SUZB3Suzano ONR$ 46,58-1,96%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 40,03-1,40%
HYPE3Hypera ONR$ 43,43-1,39%
TIMS3TIM ONR$ 11,31-1,31%
CALOTE DA AMERICANAS PODE CUSTAR ATÉ 30% DO LUCRO DOS BANCOS

De posse da lista de credores divulgada na manhã desta quarta-feira pela Americanas (AMER3), os analistas da XP fizeram as contas do calote para os cinco principais bancos com ações na B3: Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e BTG Pactual.

E não é por acaso que os bancões estão cobrando furiosamente a varejista. Afinal, a recuperação judicial da Americanas poderá custar até R$ 8 bilhões em provisões às instituições financeiras no próximo balanço, de acordo com a XP.

Ainda não está claro se os bancos vão fazer as provisões já nos resultados do quarto trimestre de 2022 ou se vão deixar para o balanço dos primeiros três meses de 2023.

Seja como for, o impacto da Americanas deve ser maior no BTG, Santander e Bradesco e pode representar entre 20% e 30% do lucro líquido, ainda de acordo a XP.

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HYPERA: CITI CORTA PREÇO-ALVO — É HORA DE COMPRAR HYPE3?

O Citi cortou nesta quarta-feira (25) o preço-alvo de Hypera de R$ 55 para R$ 52 em 12 meses. Com o ajuste, o potencial de valorização da ação passou de 24% para 14%, considerando o fechamento de ontem. Isso quer dizer que HYPE3 inspira cuidados?

Segundo o banco, não. A recomendação de compra foi mantida porque o Citi acredita que a combinação de bom momento, avaliação barata e melhoria da governança da Hypera continua a fornecer um bom abrigo. 

“A execução permanece sólida com vendas orgânicas excedendo o crescimento do mercado, o que, combinado com o aumento contínuo das sinergias operacionais, continua a aumentar as margens, o crescimento dos lucros e a geração de fluxo de caixa”, diz o Citi em relatório. 

Hypera: por que cortou, cortou por quê?

A redução do preço-alvo das ações da Hypera pelo Citi se deu, basicamente, pela retirada da perpetuidade de créditos tributários dos cálculos e projeções do banco. 

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AMERICANAS (AMER3) SOBE MAIS DE 20%

As ações da Americanas (AMER3) operam em alta neste início de tarde, em meio a novos capítulos relacionados ao escândalo contábil da companhia revelado há duas semanas.

Os papéis chegaram a entrar em leilão por terem atingido o nível máximo permitido de oscilação. Às 14h14, AMER3 subia 21,25% e era cotada a 97 centavos.

Ontem (24), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) suspendeu o bloqueio de cerca de R$ 1,2 bilhão em conta do BTG Pactual, mas o banco já entrou com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão.

DÓLAR HOJE: COM AGENDA ESVAZIADA, MOEDA CAI A R$ 5,08

Com a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Uruguai, na tentativa de fortalecer o bloco econômico Mercosul, e com a agenda esvaziada de indicadores, o dólar à vista opera nas mínimas nesta quarta-feira (25).

Por volta de 13h25 (horário de Brasília), a moeda americana registrava baixa de mais de 1%, cotada a R$ 5,08. Esse movimento de queda é observado desde o início da semana, com o aumento da entrada de fluxos estrangeiros no país.

A taxa Ptax, referência de câmbio do Banco Central, encerrou o dia com recuo de 1,27%, a R$ 5,1042.

Dólar em queda, alívio nos juros futuros

Com o destaque maior para movimentações no setor corporativo, os juros futuros (DIs) têm operado em viés de baixa, na esteira da desvalorização do dólar ante o real. Confira a cobertura completa de mercados.

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FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam em queda, com menor liquidez no mercado.

  • Frankfurt:-0,06%;
  • Londres: -0,18%;
  • Paris: -0,09%;
  • Madri: -0,14%;
  • Stoxx 600: -0,29%.
EXCHANGE DE CRIPTOMOEDAS LUNO VAI DEMITIR 35% DOS FUNCIONÁRIOS

Apesar da surpreendente recuperação das cotações do bitcoin (BTC) desde o início do ano, as empresas ligadas ao mercado de criptomoedas seguem em pleno inferno astral. Agora foi a vez da exchange (corretora) britânica Luno anunciar a demissão de até 35% do quadro de funcionários.

Para quem não conhece, a Luno faz parte da Digital Currency Group (DCG), grupo que entrou com pedido de recuperação judicial e também é dono da falida plataforma Genesis.

A Luno informou os funcionários sobre os cortes em uma transmissão ao vivo. A exchange possui aproximadamente 960 funcionários, de acordo com informações do perfil da empresa no LinkedIn.

  • Vá além do bitcoin (BTC): conheça os nomes de 9 criptomoedas indicadas por analistas do mercado como as favoritas para quem busca lucros com ativos digitais em 2023. VEJA A LISTA GRATUITAMENTE AQUI

Os cortes na Luno

A Luno não tem escritórios no Brasil, mas possui unidades na África, sudeste da Ásia e Europa. Os maiores cortes devem ocorrer nas equipes de marketing.

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SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa sobe 0,66%, aos 113.813 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 4,584,33%
WEGE3Weg ONR$ 38,784,22%
FLRY3Fleury ONR$ 15,353,09%
ALPA4Alpargatas PNR$ 13,443,07%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 15,902,85%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
DXCO3Dexco ONR$ 7,17-2,58%
TOTS3Totvs ONR$ 29,52-2,32%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 39,76-2,07%
SUZB3Suzano ONR$ 46,56-2,00%
RRRP33R Petroleum ONR$ 45,86-1,48%
JUROS FUTUROS ALIVIAM

Os juros futuros (DIs) operam com viés de queda, na esteira da desvalorização do dólar e com a agenda local esvaziada.

Confira como estão os DIs:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2413,49%13,49%
DI Jan/2512,66%12,69%
DI Jan/2612,58%12,66%
DI Jan/2712,64%12,73%

O Ibovespa mudou a trajetória e sobe 0,26%, aos 113.326 com recuperação do varejo e Petrobras (PETR4).

COMO ANDAM OS MERCADOS

Em dia de liquidez limitada com bolsas na China ainda fechada por feriado de Ano Novo, o Ibovespa opera em queda.

A bolsa brasileira cai 0,45%, aos 112.522 pontos. O mau desempenho reflete a cautela com os bancos após a divulgação da lista de credores da Americanas (AMER3). A varejista, que informou que o documento é apenas uma prévia das dívidas, tem uma despesa de mais de R$ 22 bilhões somente com instituições financeiras.

O varejo também é penalizado por Americanas (AMER3), apesar do alívio nos juros futuros (DIs).

Com a agenda esvaziada, as bolsas americanas operam em tom negativo repercutindo os balanços trimestrais. AT&T e Boeing registram prejuízos acima do esperado no quarto trimestre. As expectativas se voltam ao resultado de Tesla, que deve ser divulgada após o fechamento dos mercados. Confira o desempenho das bolsas em NY:

  • Dow Jones: -0,97%;
  • S&P 500: -1,45%;
  • Nasdaq: -2,14%.

O dólar à vista acumula queda de quase 1%, a R$ 5,0877.

BTG RECORRE AO STJ EM PROCESSO CONTRA A AMERICANAS

A disputa entre o BTG Pactual (BPAC11) e a Americanas (AMER3) em meio ao tumultuado processo de recuperação judicial da varejista chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Isso porque o BTG decidiu recorrer à instância superior após o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro derrubar uma liminar que garantia um bloqueio de R$ 1,2 bilhão em recursos em contas do banco.

Com a decisão, esse valor deve voltar ao caixa da Americanas até o julgamento do mérito da ação do banco.

O BTG está entre os maiores credores da companhia, com uma dívida da ordem de R$ 3,5 bilhões, de acordo com a lista divulgada nesta quarta-feira pela varejista.

Leia mais.

O Ibovespa opera em queda de 0,51%, aos 112.452 pontos, acompanhando o tom negativo das bolsas de Nova York.

No mesmo horário, o dólar à vista recua e opera a R$ 5,1149.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas operam em forte queda após balanços negativos de AT&T e Boeing, no pré-mercado. Confira a abertura em Nova York:

  • Dow Jones: -0,79%;
  • S&P 500: -1,13%;
  • Nasdaq: -1,63%.

RESULTADOS

  • AT&T

A AT&T registrou prejuízo de US$ 23,52 bilhões, no quarto trimestre de 2022, ou de US$ 3,20 por ação. Após ajustes, porém, houve lucro por ação de US$ 0,61, acima da previsão de US$ 0,57 dos analistas consultados pelo FactSet.

A empresa aponta no documento que, depois de ajustes para baixas contábeis em ativos e outros itens, o lucro operacional com operações contínuas ficou em US$ 5,7 bilhões, de US$ 5,0 bilhões um ano atrás. Ela também destaca o fato de que atingiu ou superou todas suas metas de lucratividade para todo o ano, além de investir em níveis recordes.

  • BOEING

A Boeing teve prejuízo líquido de US$ 663 milhões (ou US$ 1,06 por ação) no quarto trimestre de 2022, representando uma fração da perda de US$ 4,16 bilhões apurada no mesmo período do ano anterior, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.

Com ajustes, porém, a fabricante de aviões americana registrou prejuízo por ação de US$ 1,75 entre outubro e dezembro, bem maior do que a perda de US$ 0,20 estimada por analistas consultados pela FactSet.

Já a receita da Boeing teve expansão anual de 35% no trimestre, a US$ 19,98 bilhões, mas ficou abaixo do consenso da FactSet, de US$ 20,3 bilhões.

BTG PACTUAL (BPAC11) ENTRA COM RECURSO CONTRA AMERICANAS (AMER3) NO STJ

O banco BTG Pactual (BPAC11), que teve a limitar contra a Americanas (AMER3) de bloqueio de R$ 1,2 bilhão em recursos derrubada, entrou com processo no Superior Tribunal Eleitoral (STF) nesta quarta-feira (25).

A varejista informou que tem um dívida de R$ R$ 3,5 bilhões com o banco, sendo uma dos maiores débitos da companhia de Lemann, Telles e Sicupira.

Por fim, as ações do BTG Pactual (BPAC11) aliviaram a queda da abertura, mas ainda recua 2,41%, a R$ 20,64.

Já as ações da Americanas (AMER3), negociadas fora do Ibovespa desde a última segunda-feira (23), avança 6,25%, a R$ 0,85.

OI (OIBR3) DISPARA

Em continuidade no movimento do dia anterior, as ações da Oi (OIBR3) sobem 26,92%, a R$ 1,98 após sair de dois leilões seguidos nesta manhã.

BANCOS CAEM BLOCO

Os bancos operam em queda com a divulgação da lista de credores da Americanas (AMER3) e a retomada do temor sobre o "risco sacado".

Confira

CÓDIGONOMEULTVAR
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 20,76-1,84%
ITUB4Itaú Unibanco PNR$ 25,20-1,29%
ITSA4Itaúsa PNR$ 8,45-1,29%
BBDC4Bradesco PNR$ 14,06-0,99%
BPAN4Banco Pan PNR$ 5,40-0,92%
BBDC3Bradesco ONR$ 12,49-0,79%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 28,77-0,24%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 39,44-0,33%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa cai 0,53%, aos 112.429 pontos.

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
SMTO3São MartinhoR$ 24,221,68%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 4,461,59%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 5,081,40%
WEGE3Weg ONR$ 37,681,26%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 15,641,16%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
DXCO3Dexco ONR$ 7,22-1,90%
LWSA3Locaweb ONR$ 6,43-1,38%
SOMA3Grupo SomaR$ 9,75-1,32%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 39,10-1,19%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 28,50-1,08%

Em dia de feriado na cidade de São Paulo, onde localiza-se a B3, as negociações da bolsa de valores operam normalmente.

O dia começa em tom negativo, puxado principalmente por bancos após a divulgação da lista de credores da Americanas (AMER3). A varejista tem uma dívida de mais de R$ 13,5 bilhões somente em três bancos - Deutsche Bank, Bradesco e BTG Pactual - entre as 12 instituições financeiras credoras.

O exterior também pesa sobre os ativos do Ibovespa. O petróleo recua e os futuros americanos operam em queda de olho nos balanços trimestrais.

ABERTURA DO IBOVESPA

Na esteira do exterior, o Ibovespa abriu em queda de 0,11%, aos 112.905 pontos.

No mesmo horário, o dólar à vista opera a R$ 5,1148.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam sem direção única, com a cautela dos investidores no pré-mercado de Nova York e recuo do petróleo.

Os papéis de Vale caem 0,81%, a US$ 18,37. Os ADRs de Petrobras avançam 0,17%, a US$ 11,80 no pré-mercado americano.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

O MEU LUGAR É CERCADO DE LUTA E SUOR, ESPERANÇA NUM MUNDO MELHOR

Lá fora, os mercados asiáticos operaram sem uma única direção nesta quarta-feira, com investidores de vários países voltando do feriado de Ano Novo Lunar. O tom predominante foi positivo, ainda que haja temores de recessão global. Algumas regiões ainda não voltaram e só saem do feriado na semana que vem, como a própria China. 

Embora as ações tenham desfrutado de um forte início de ano, já que a desaceleração da inflação dá aos bancos centrais espaço para moderar seus aumentos nas taxas de juros, o foco agora está voltado para o impacto dos aumentos dos juros no ano passado sobre a economia, contrabalanceado pela reabertura da China.

Os mercados europeus e os futuros americanos voltaram a ter dificuldade nesta manhã, depois de números de atividade fabril e de serviços dos EUA mostrarem os setores em contração. No Brasil, estamos um pouco afastados da realidade global, ainda que atentos aos caminhos das commodities. 

A ver…

00:46 — Na festa de 469 anos de São Paulo, a comemoração é trabalhar

Por aqui, no meio do aniversário de São Paulo (o mercado opera normalmente), os investidores acompanham alguns dados no exterior que podem fortalecer o euro frente ao dólar, em um movimento que pode ser favorável para mercados emergentes, como o brasileiro.

Ainda vemos certa cautela com o contexto político, em especial sobre os movimentos da equipe econômica frente ao Conselho Monetário Nacional (CMN), Banco Central e novo arcabouço fiscal. 

Ontem foi dia de recuperar um pouco o que perdemos com a volatilidade recente e talvez hoje, com liquidez reduzida, possamos dar continuidade a esse movimento. Nós aguardamos a formalização de Jean Paul Prates para o comando da Petrobras, que deverá ter seu nome aprovado pelo Conselho de Administração na quinta-feira. Suas primeiras medidas como presidente da companhia devem ter caráter sistêmico, considerando o peso da companhia no Ibovespa.

01:27 — Mais resultados corporativos

Nos EUA, o tom negativo voltou a comandar o sentimento dos investidores, com os índices experimentando bastante volatilidade, abalados por alguns relatórios de resultados e dados econômicos. Mais de 40% do S&P 500 vem divulgando os resultados do quarto trimestre esta semana, de uma ampla gama de setores.

Os destaques de ontem incluíram a 3M, que ofereceu uma visão sóbria da economia e dos gastos do consumidor, fazendo com que as ações caíssem 6%. A General Electric mostrou progresso em sua recuperação, enquanto a Johnson & Johnson alertou sobre a economia, mas deu uma perspectiva financeira melhor do que o esperado. 

No geral, os últimos resultados mantiveram o sentimento de uma temporada decididamente mista até agora. Poucas empresas estão mostrando o forte crescimento dos lucros de 2022 e as perspectivas para 2023 não são tão boas. Hoje, teremos a digestão dos números da Microsoft, que chegaram a subir mais de 4% no after-hours de ontem, mas devolveram tudo na sequência.

A companhia foi a primeira gigante de tecnologia a comentar seus resultados, anunciando a demissão de mais de 10 mil pessoas. O crescimento mais lento da empresa desde 2016 impede um otimismo mais claro. Hoje temos Tesla, AT&T, Boeing e IBM. O mercado definitivamente estará de olho.

02:29 — Como vai a inflação europeia?

Na Europa, os investidores se debruçam sobre a inflação de preços ao produtor de dezembro no Reino Unido e na Espanha. A expectativa geral é de que as pressões de preços continuem desacelerando, como temos visto nos últimos meses, dando espaço para que o BCE reduza o tom agressivo em seu aperto monetário. Os preços ao produtor representam o poder de precificação das empresas; isto é, acabam tendo em um segundo momento desdobramentos mais evidentes sobre o consumidor.

Enquanto isso, na Alemanha, temos a tradicional pesquisa de sentimento empresarial. Depois de um inverno quente, a narrativa da mídia tem sido mais positiva na Europa, com dados de sentimento apoiando a tese de aprimoramento do ambiente.

É importante para que não tenhamos uma recessão tão dura no continente, apesar da alta dos juros em diferentes países, não só na Zona do Euro. Mesmo que a desaceleração venha, ela não deverá ser tão brutal.

03:15 — Um ponto a se observar na China

Uma mudança histórica está ocorrendo na China e deve ter impactos de longo prazo para a economia global. Acontece que a população total do país caiu 850 mil em 2022 para 1,4 bilhão, marcando o primeiro declínio desde 1961. A China tem sido uma fonte importante de mão-de-obra e demanda, mas sua taxa de natalidade continua a diminuir à medida que os casais adiam ou decidem não ter filhos.

O movimento ocorre apesar do fim da política do filho único do governo em 2015 e dos incentivos lançados em 2021, que encorajam as pessoas a ter mais bebês (deduções de impostos, subsídios de moradia e licença maternidade mais longa). Os altos custos da educação também levaram a uma das taxas de fertilidade mais baixas do mundo, bem como a uma tendência de rápida urbanização em um país historicamente rural.

A tendência demográfica questiona se a China envelhecerá antes de distribuir a riqueza para todos. As Nações Unidas também projetam que, em 2023, a China perderá seu status de país mais populoso do mundo para a Índia, cuja população estimada em 1,4 bilhão ainda está crescendo. No longo prazo, projeta-se que a Índia tenha a maior população em idade ativa, podendo se tornar o principal polo de fabricação mundial.

04:17 — A dívida global

O mundo está endividado e alcançou recentemente um patamar recorde para a dívida: US$ 300 trilhões — esse é o valor total que governos, famílias e corporações em todo o mundo deviam em 2022, conforme estimado pelo Institute of International Finance. Esse número representa cerca de 350% do produto interno bruto global e o equivalente a US$ 37.500 em dívidas para cada pessoa no mundo.

A alavancagem mundial é muito maior do que era antes da crise financeira global. O problema é que a demanda por dívida para ajudar os consumidores com a inflação, reconstruir a infraestrutura e enfrentar a mudança climática continua aumentando. Ao mesmo tempo, o aumento das taxas de juros e a desaceleração das economias estão tornando o fardo da dívida mais pesado.

Os fundos do Fed e as taxas do Banco Central Europeu subiram em média 3 pontos percentuais em 2022. Isso pode significar US$ 3 trilhões a mais em despesas com juros. Ao mesmo tempo, a dívida tornou-se menos produtiva desde 2007, o que significa que o efeito multiplicador de cada dólar adicional emprestado diminuiu.

Não há saída fácil para uma crise da dívida global. Evitá-la exigirá ações impopulares e uma “grande redefinição” da mentalidade dos formuladores de políticas públicas. Nos próximos anos, os empréstimos serão mais cautelosos, reduzindo o consumo excessivo e reestruturando projetos ou entidades que não dão lucro.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com a retomada do recuo do dólar à vista, os juros futuros (DIs) abriram as negociações com viés de queda. Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2413,49%13,49%
DI Jan/2512,68%12,69%
DI Jan/2612,62%12,66%
DI Jan/2712,69%12,73%

O dólar à vista não sustentou os ganhos da abertura e opera em território negativo. A moeda americana cai 0,30%, a R$ 5,1274.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu em alta de 0,12%, a R$ 5,1489.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,42%, aos 113.420 pontos e acompanha maior cautela do exterior.

PETRÓLEO SOBE

Apesar da maior cautela dos investidores e menor liquidez nos mercados, o petróleo tipo Brent avança. A commodity tem leve alta de 0,07%, com o barril a US$ 86,21.

BRASIL: CONFIANÇA DO CONSUMIDOR

A confiança do consumidor brasileiro caiu 2,2 pontos em janeiro ante dezembro de 2022, na série com ajuste sazonal, informou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice de Confiança ao Consumidor (ICC) ficou em 85,4 pontos.

A Sondagem do Consumidor coletou informações com entrevistas entre 1 e 21 de janeiro.

*Com informações de Broadcast

DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Copasa (CSMG3).

CSMG3: [Entrada] R$ 14.44; [Alvo parcial] R$ 14.78; [Alvo] R$ 15.30; [Stop] R$ 13.87

Recomendo a entrada na operação em R$ 14.44, um alvo parcial em R$ 14.78 e o alvo principal em R$ 15.30, objetivando ganhos de 5.9%.

O stop deve ser colocado em R$ 13.87 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

BOLSA OPERA NORMAL COM FERIADO EM SÃO PAULO

Apesar de a bolsa de valores brasileira estar sediada em São Paulo, desde o ano passado, a B3 decidiu manter os pregões de negociação e de liquidação durante os feriados municipais na cidade.

Desse modo, as negociações da bolsa brasileira acontecerão normalmente nesta quarta-feira (25).

Isso inclui os mercados de renda variável, renda fixa privada, ETFs de renda fixa e de derivativos listados e de empréstimo de ativos.

Além disso, o registro de operações de títulos do agronegócio e a negociação de investimentos em Tesouro Direto manterão o funcionamento habitual.

No caso da Câmara de Câmbio da B3, a contratação, compensação, movimentação de garantias ou liquidação seguirão normalmente durante o período.

AGENDA E BALANÇOS DO DIA
  • Brasil: Índice de confiança do consumidor de Janeiro (8h);
  • EUA: Estoques de petróleo bruto na semana (12h30).

BALANÇOS NOS EUA:

  • Antes da abertura: AT&T e Boeing;
  • Depois do fechamento: IBM e Tesla.


BOLSAS EUROPEIAS ACOMPANHAM NY

De olho na sinalização negativa do pré-mercado dos EUA, as bolsas na Europa operam em queda nesta manhã de quarta-feira (25).

Confira:

  • Londres: -0,10%;
  • Frankfurt: -0,60;
  • Paris: -0,49%;
  • Madrid: -0,56%;
  • Stoxx 600: -0,57%.
PRÉ-MERCADOS NOS EUA

Com a agenda esvaziada, os balanços trimestrais ganham destaque nos EUA e devem ser o parâmetro para as negociações nas bolsas hoje.

Os investidores reagem, nesta manhã, aos resultados da Microsoft divulgados no dia anterior. A gigante de tecnologia reportou recuo do lucro líquido em 12,5% entre outubro e dezembro do ano passado, para US$ 16,425 bilhões e apontou uma desaceleração de vendas e queda de receita nos próximos trimestres.

Confira o desempenho dos índices futuros em NY:

  • Dow Jones futuro: -0,71%;
  • S&P 500 futuro: -0,88;
  • Nasdaq futuro: -1,28%.
BOLSAS NA ÁSIA FECHAM EM ALTA

Com o volume de negócios reduzido pelo feriado do Ano Novo Chinês, que paralisa os mercados na China, Hong Kong e Taiwan, as bolsas de Tóquio e Coreia do Sul encerram as sessão em tom positivo.

  • Nikkei (Tóquio): +0,35%;
  • Hang Seng (Hong Kong): feriado;
  • Taiex (Taiwan): feriado;
  • Kospi (Coreia do Sul): +1,39%;
  • Xangai (China): feriado;
  • Shenzhen (China): feriado.
FECHAMENTO DA BOLSA E DO DÓLAR NA TERÇA-FEIRA

O Ibovespa fechou a terça-feira (24) em alta de 1,16%, aos 113.028 pontos. O índice foi impulsionado pela queda dos juros futuros e pela performance do setor bancário, que anotou ganhos após dias sendo penalizado pelo escândalo contábil na Americanas (AMER3).

A alta foi limitada pelas ações ligadas às commodities. O petróleo recuou forte hoje com o fortalecimento dos temores de recessão nos Estados Unidos e Europa e derrubou as ações das petroleiras. 

Já o dólar fechou o dia em queda de 1,1%, cotado em R$ 5,1427. Saiba tudo o que movimentou o dia.

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