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O Ibovespa acompanhou o bom humor visto em Wall Street e voltou a registrar ganhos robustos
Depois de altas emoções, o mercado financeiro viveu um dia de amenidades nesta quarta-feira (11), deixando o clima favorável às compras.
Os investidores parecem ter entrado em um ritmo de entressafra — confortáveis o suficiente com os desdobramentos do início da semana e no aguardo dos dados de inflação dos Estados Unidos, que devem movimentar o noticiário econômico nos próximos dias.
Isso não significa que os olhares não tenham ficado voltados para Brasília — pelo contrário. Hoje, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, divulgou a sua lista de secretários e assessores, aproveitando também para fortalecer o seu posto de “favorita do mercado”.
Parte estratégica do quarteto de ministérios econômicos, Tebet se coloca quase como uma via alternativa aos planos das demais pastas, reforçando que trabalhará pelo desenvolvimento com rigor nos gastos — algo que cobrará da Fazenda.
Os investidores gostaram, e o Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,53%, aos 112.517 pontos, puxado principalmente pelo desempenho estelar das petroleiras 3R Petroleum (RRRP3) e PRIO (PRIO3).
Com a segurança de Tebet trazendo uma visão mais otimista para o cenário fiscal, a curva de juros voltou a operar em queda nos principais vencimentos. O dólar à vista acompanhou e recuou 0,40%, a R$ 5,1810.
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Depois de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, não ter dado pistas sobre qual será o caminho a ser seguido pelo banco central americano, as bolsas em Wall Street tiveram um dia fraco de novidades — no aguardo dos números da inflação ao consumidor, que serão divulgados amanhã.
Na entressafra de dados a serem divulgados, os investidores focaram na possibilidade de que os números reflitam o aperto monetário que foi feito até aqui, dando espaço para uma redução no ritmo de elevação dos juros.
Confira o fechamento dos principais índices em Nova York:
Como costuma ser frequente, o setor de commodities foi o grande protagonista do dia — tanto na ponta positiva quanto na negativa.
O grande destaque positivo do dia ficou com as petroleiras. Mas nada da Petrobras (PETR4), estamos falando das empresas privadas de porte menor, carinhosamente apelidadas de “juniores” por agentes do mercado.
Isso porque ontem (10), a 3R Petroleum divulgou os seus dados de produção referentes a dezembro de 2022 — surpreendendo positivamente os analistas e investidores. A companhia entregou o dobro de barris de petróleo por dia do que o visto em novembro.
Os analistas enxergam que a companhia conseguiu otimizar os seus principais polos de produção, concluindo também a sinergia com aquisições recentes. Além disso, a forte alta do petróleo no mercado internacional favoreceu as empresas.
Enquanto a BRF e a JBS amargaram perdas, as ações da Minerva (BEEF3) dispararam na direção contrária, repercutindo mudanças de recomendação por parte do JP Morgan.
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 44,41 | +13,64% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 39,02 | +7,76% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 14,49 | +7,73% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,60 | +6,73% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 23,85 | +5,86% |
Já entre as maiores quedas da sessão, as empresas de proteína animal é que dominaram as perdas — com destaque para a BRF (BRFS3). Nesse caso, o gatilho para a reação dos investidores também é um relatório divulgado por analistas, dessa vez analisando todo o segmento de frigoríficos negociados em bolsa.
Confira também as maiores baixas da sessão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 8,46 | -6,62% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,60 | -3,93% |
| BPAN4 | Banco Pan PN | R$ 5,90 | -3,28% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 14,29 | -1,72% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 6,39 | -1,69% |
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